Prefácio à 2.ª edição Introdução Conceito de saúde Sistema de saúde no Brasil - SUS
Cap. 1 - Rede de atendimento de saúde no Brasil O conceito de municipalização Níveis de atendimento Serviços prestados à população pelos postos de saúde à comunidade Serviços prestados pelos centros de saúde à comunidade Ambulatórios gerais Unidades de pronto atendimento - UPA Unidade mista Hospitais locais Hospitais regionais ou de referência: 50 a 150 leitos Hospitais regionais ou de referência: 151 a 200 leitos Hospitais especializados
Cap. 2 - Evolução histórica do hospital Hospital - histórico Leis e portarias
Cap. 3 - Abordagens preliminares Planejamento do hospital Terminologia Aspectos econômico-financeiros Dimensionamento Subdivisão
Cap. 4 - Conceitos Hospital: arquitetura, construção e urbanismo Arquitetura - introdução Fases do planejamento O futuro do hospital
Cap. 5 - Critérios para projetos Tipologias hospitalares e custos comparativos Instalações Índice de compacidade Planos horizontais e verticais Índice Yale Corredor simplesmente carregado/duplamente carregado Flexibilidade - Comentários adicionais Outras formas de avaliação do projeto de unidade de internação
Cap. 6 - Unidades especiais Unidade e centro de terapia intensiva (UTI/CTI) Unidade de radiologia (imagenologia) Unidade de radioterapia Unidade/centro de material esterilizado Unidade de centro cirúrgico Unidade de centro obstétrico Unidade de medicina hiperbárica Unidade de medicina nuclear Equipamentos médicos
Cap. 7 - Novas formas de ver a Arquitetura Arquitetura e energia Arquitetura e meio ambiente Arquitetura e hotelaria hospitalar Arquitetura e desenvolvimento sustentável
Cap. 8 - Aspectos a considerar Conforto acústico Imagem visual e ergonomia Cores Metodologia e técnicas de planejamento hospitalar A experiência brasileira Acreditação hospitalar
Cap. 9 - Histogramas Anexos Setor funcional 1, Atendimento básico de saúde Setor funcional 2, Ambulatório Setor funcional 3, Atendimento imediato Setor funcional 4, Atendimento em regime de internação Setor funcional 5, Apoio ao diagnóstico e terapia Setor funcional 6, Apoio técnico Setor funcional 7, Ação e formação para o desenvolvimento de recursos humanos e pesquisas Setor funcional 8, Apoio administrativo Setor funcional 9, Apoio logístico Diagrama composto - modelo teórico Projetos
Glossário Bibliografia Biografia
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Manual prático de arquitetura hospitalar, de autoria do arquiteto norteriograndense Ronald de Góes, é uma obra que atende à procura dos que se preocupam com as instalações de um hospital, quanto ao seu planejamento, projeto e execução.
Sem esquecer referenciais históricos, este livro focaliza entre outros tópicos, o planejamento e as formas de financiamento, abordando estritamente a questão brasileira, inclusive quanto às normas do Ministério da Saúde que regulamentam as construções hospitalares.
Manual prático de arquitetura hospitalar é uma obra de referência para arquitetos, engenheiros civis, elétricos, especialistas em geral na área de instalações e equipamentos, médicos, paramédicos e ainda para um público muito especial: estudantes de graduação e pós-graduação que pesquisam o tema, que abrange uma realidade complexa e apaixonante.
Neste momento histórico, de grande expectativa quanto às transformações socioeconômicas no país, este livro de Ronald de Góes é uma contribuição aos que se dedicam à tarefa de encontrar melhores dias para o povo brasileiro. |
Ronald de Góes Natural de Mossoró, Rio Grande do Norte, iniciou seu curso de arquitetura na Universidade Federal de Pernambuco em 1969. Por sua atuação política no Diretório Acadêmico, foi perseguido nos "anos de chumbo" e obrigado a mudar-se para o Rio de Janeiro, onde continuou perseguido, sendo impedido de matricular-se na UFRJ. Terminou seu curso na primeira turma de arquitetura da Universidade Santa Úrsula, tendo estagiado com Rolf Werner Huther e Edison Musa, participando de diversos projetos importantes. Depois se especializou em sistemas de Saúde Pública pela Secretaria de Saúde do Estado da Guanabara. Por indicação de Luis Paulo Conde, participou da equipe que projetou o prédio da Agência Nacional, hoje Radiobrás, em Brasília.
Ronald de Goés volta ao Rio Grande do Norte, em 1974, e a partir de 1975 passa a lecionar a disciplina de projeto no curso de Arquitetura na Universidade Federal do seu estado. Fundou e foi o 1º Chefe de Departamento de Arquitetura da mesma Universidade. Ao mesmo tempo, inaugura seu escritório em Natal e Mossoró, onde desenvolve intensa atividade com projetos residenciais, escolares, industriais, hospitalares e comerciais. Nessa ocasião, também organiza o departamento do Instituto de Arquitetos do Brasil no Rio Grande do Norte.
Além disso, Ronald de Goés liderou a luta contra o projeto original da Vila Costeira, que ameaçava as dunas de Natal. Por sua atuação, em 1977, seu escritório foi destruído pela repressão, além de sofrer ameaças à sua integridade física.
Em 1978, organizou a reunião anual do Conselho Superior do Instituto de Arquitetos do Brasil, quando foi redigida a Carta da Cidade de Natal, exigindo abertura política, anistia e fim da tortura no Brasil.
Em 1983, obtém o título de Mestre em Arquitetura pela Universidade de São Paulo.
Sua participação política é contínua. Como presidente do Instituto Varela Barca, órgão de estudos do então MBD/RN, participou ativamente da luta pela democratização do país. Como Secretário de Transportes de Natal (1986-1988) coordenando uma equipe composta pela STU, BNDES, BR Distribuidora, EBTU e Mercedes Benz do Brasil, implantou o Programa Pioneiro e o 1º Posto de Abastecimento de Gás Natural para veículos automotivos no país. Com João Figueiras Lima (Lelé) estruturou, por meio de uma fábrica de argamassa armada, vasto programa para construção de equipamentos urbanos em Natal, tais como postos de saúde, escolas, creches, etc. Posteriormente, no Instituto de Terras do Rio Grande do Norte, coordenou projetos ligados à reforma agrária no Estado.
Em 1998, realiza viagem de estudos à Europa percorrendo 12 países e 82 cidades, observando obras públicas nas áreas de arquitetura e urbanismo.
Em 2001 e 2002, a convite dos Cursos PINI de atualização profissional, ministra cursos de arquitetura hospitalar em vários estados brasileiros. Em 2002 foi candidato ao governo do seu Estado pelo PDT. Embora não tenha sido eleito, obteve boa votação.
É presidente, no Rio Grande do Norte, da Associação Brasileira para o Desenvolvimento do Edifício Hospitalar - ABDEH, entidade nacional que realiza cursos, estudos e pesquisas na área da arquitetura hospitalar.
Homem de grande atuação, Ronald de Goés, além de trabalhos na área de saúde, projeta atualmente, (2003), com o arquiteto Glênio Lima, a convite do Governo do Estado, o novo Palácio do executivo estadual e, em equipe, o Teatro de Ópera de Natal, com capacidade para 2.600 lugares.
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Professor
Material de Apoio - PPT: Imagens, tabelas e gráficos
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