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Biologia
Vegetal

Anatomia das Plantas de ESAU

Ray F. Evert
Katherine Esau

ISBN: 9788521207122
Páginas: 728
Formato: 21,0x27,5 cm
Ano de Publicação: 2013
Peso: 1.627 kg

Lançamento lançamento

Preço: R$ 179,00

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Conteúdo   Sobre o Livro   Sobre o Autor   Material de apoio
Prefácio
Apresentação
Agradecimentos
Referências gerais

Capítulo 1-  Estrutura e desenvolvimento do corpo vegetal - uma visão geral
Organização interna do corpo vegetal
O corpo de uma planta vascular é composto por três sistemas de tecidos  Estruturalmente, raiz, caule e folha diferem primariamente na distribuição relativa dos tecidos vascular e fundamental
Resumo dos tipos de células e tecidos
Desenvolvimento do corpo vegetal
O plano do corpo da planta é estabelecido durante a embriogênese
Com a germinação da semente, o embrião inicia o seu crescimento e, gradualmente, se desenvolve numa planta adulta
REFERÊNCIAS

Capítulo 2 - O protoplasto: membrana plasmática, núcleo e organelas citoplasmáticas

Células procarióticas e eucarióticas
Citoplasma
Membrana plasmática
Núcleo
Ciclo celular
Plastídios
Os cloroplastos contêm clorofila e pigmentos carotenoides
Os cromoplastos contêm somente pigmentos carotenoides
Os leucoplastos são plastídios sem pigmentos
Todos os plastídios são inicialmente derivados de proplastídios
Mitocôndria
Peroxissomos
Vacúolos
Ribossomos
REFERÊNCIAS

Capítulo 3 -  O protoplasto: sistema de endomembranas, vias secretoras, citoesqueleto
e compostos armazenados
Sistema de endomembranas
O retículo endoplamástico é um sistema de membranas tridimensional contínuo que
percorre todo o citosol
O aparato de Golgi é um sistema de membranas altamente polarizado, envolvido no  processo de secreção
Citoesqueleto
Os microtúbulos são estruturas cilíndricas, compostas de subunidades de tubulina
Os filamentos de actina consistem de duas cadeias lineares de moléculas de actina na forma de uma hélice
Compostos armazenados
O amido se desenvolve na forma de grãos nos plastídios
O local de organização do corpo proteico depende da composição da proteína
Corpos de óleo brotam das membranas do RE liso por um processo mediado por  oleosina
Os taninos ocorrem geralmente em vacúolos, mas também são encontrados nas paredes celulares
Os cristais de oxalato de cálcio geralmente se desenvolvem em vacúolos, mas  também são encontrados nas paredes celulares e na cutícula
A sílica é mais comumente depositada nas paredes celulares
REFERÊNCIAS

Capítulo 4 - Parede celular
Componentes macromoleculares da parede celular
A celulose é o principal componente das paredes celulares das plantas
As microfibrilas de celulose estão embebidas em uma matriz de moléculas não
celulósicas
Principais hemiceluloses
Pectinas
Proteínas
A calose é um polissacarídeo de parede celular amplamente distribuído
As ligninas são polímeros fenólicos depositados principalmente nas paredes
celulares de tecidos de sustentação e condução
Cutina e suberina são polímeros lipídicos insolúveis mais comumente encontrados
nos tecidos de proteção na superfície da planta
Camadas da parede celular
Com frequência, é difícil distinguir a lamela média da parede primária
A parede primária é depositada enquanto a célula está aumentando em tamanho
A parede secundária é depositada internamente à parede primária, em grande
parte ou somente após a parede primária ter cessado seu aumento na área
superficial
Pontoações e campos de pontoações primárias
Origem da parede durante a divisão celular
A citocinese ocorre pela formação de um fragmoplasto e de uma placa celular
A calose é o principal polissacarídeo de parede presente no início do
desenvolvimento da placa celular
A banda pré-prófase prenuncia o plano da futura placa celular
Crescimento da parede celular
A orientação das microfibrilas de celulose dentro da parede primária influencia a
direção da expansão celular
Quando se considera o mecanismo de crescimento da parede, é necessário
distinguir entre crescimento em superfície (expansão da parede) e crescimento
em espessura
Expansão da parede celular primária
O término da expansão da parede
Espaços intercelulares
Plasmodesmos
Os plasmodesmos podem ser classificados como primários ou secundários, de
acordo com sua origem
Os plasmodesmos contêm dois tipos de membranas: membrana plasmática e
desmotúbulo
Os plasmodesmos possibilitam a comunicação das células
O simplasto reorganiza-se durante o crescimento e desenvolvimento da planta
REFERÊNCIAS

Capítulo 5 - Meristemas e diferenciação
Meristemas
Classificação dos meristemas
Uma classificação comum dos meristemas se baseia na sua posição no corpo
da planta.
Os meristemas também são classificados segundo a natureza das células que
dão origem às suas células iniciais
Características das células meristemáticas
Padrões de crescimento nos meristemas
Atividade meristemática e crescimento da planta
Diferenciação
Termos e conceitos
Senescência (morte celular programada)
Mudanças celulares na diferenciação
Um fenômeno citológico comumente observado em células de angiospermas
em diferenciação é a endopoliploidia
Uma das primeiras mudanças visíveis em tecidos em diferenciação é o aumento desigual no tamanho celular.
O ajuste celular nos tecidos em diferenciação envolve um crescimento  coordenado e intrusivo
Fatores que causam diferenciação
Técnicas de cultura de tecidos têm sido úteis na determinação das  necessidades para o crescimento e a diferenciação
A análise do mosaico genético pode revelar padrões de divisão e de destino  celular, em plantas em desenvolvimento
A tecnologia genética aumentou drasticamente nossa compreensão sobre o  desenvolvimento da planta.
A polaridade representa um componente-chave na formação do padrão biológico e está relacionada ao fenômeno de gradientes
As células das plantas se diferenciam de acordo com sua posição
Hormônios vegetais
Auxinas
Citocininas
Etileno
Ácido abscísico
Giberelinas
REFERÊNCIAS

Capítulo 6 - Meristemas apicais
Evolução do conceito de organização apical
Os meristemas apicais originalmente eram vistos como tendo somente uma célula inicial
A teoria da célula apical foi suplantada pela teoria histogênica
O conceito túnica-corpo na organização apical se aplica amplamente às angiospermas
O ápice caulinar da maioria das gimnospermas e angiospermas mostra um zoneamento citológico
Perguntas sobre a identidade das iniciais apicais
Ápice caulinar vegetativo
A presença de uma célula apical é característica de ápices caulinares de plantas  vasculares sem sementes
O zoneamento encontrado no ápice de Ginkgo serviu como base para a  interpretação do ápice caulinar de outras gimnospermas
A presença de zoneamento sobrepondo a configuração túnica-corpo é  característica dos ápices caulinares das angiospermas
O ápice caulinar vegetativo de Arabidopsis thaliana
Origem das folhas
Durante todo o período vegetativo, o meristema apical caulinar produz folhas  numa ordem regular
A iniciação do primórdio foliar encontra-se associada ao aumento na frequência  das divisões periclinais no local de iniciação
O primórdio foliar aparece em locais que são correlacionados com a filotaxia do caule
Origem dos ramos
Na maioria das plantas com sementes os meristemas axilares se originam de meristemas isolados
Os caules podem se desenvolver a partir de gemas adventícias
Ápice radicular
A organização apical em raízes pode ser tanto aberta como fechada
O centro quiescente não é completamente desprovido de divisões em condições  normais
O ápice radicular de Arabidopsis thaliana
O crescimento do ápice da raiz
REFERÊNCIAS

Capítulo 7 - Parênquima e colênquima
Parênquima
As células parenquimáticas podem formar massas contínuas como em um tecido parenquimático ou estar associadas a outros tipos celulares em tecidos  morfologicamente heterogêneos.
O conteúdo das células parenquimáticas é um reflexo das atividades das células
A parede celular das células parenquimáticas pode ser delgada ou espessa
Algumas células parenquimáticas - células de transferência - contêm  invaginações na parede
As células parenquimáticas variam enormemente em sua forma e arranjo
Alguns tecidos parenquimáticos - aerênquima - contêm espaços intercelulares particularmente grandes
Colênquima.
A estrutura das paredes celulares do colênquima é a característica mais  distintiva desse tecido
Caracteristicamente, o colênquima se encontra em regiões periféricas
O colênquima parece ser especialmente bem-adaptado para a sustentação de  folhas e caules em crescimento
REFERÊNCIAS

Capítulo 8 - Esclerênquima
Fibras
As fibras são amplamente distribuídas no corpo vegetal
As fibras podem ser divididas em dois grandes grupos: xilemáticas ou  extraxilemáticas
Tanto as fibras xilemáticas quanto extraxilemáticas podem ser septadas ou gelatinosas
As fibras comerciais são separadas em fibras macias e fibras duras
Esclereídes
Com base na forma e no tamanho, as esclereídes podem ser classificadas em  diferentes tipos
Assim como as fibras, as esclereídes estão amplamente distribuídas no corpo  vegetal
Esclereídes em caules
Esclereídes em folhas
Esclereídes em frutos
Esclereídes em sementes.
Origem e desenvolvimento de fibras e esclereídes
Fatores que controlam o desenvolvimento de fibras e esclereídes
REFERÊNCIAS

Capítulo 9 - Epiderme
Células epidérmicas comuns
As paredes das células epidérmicas variam em espessura
A presença de cutícula é a característica mais distintiva da parede periclinal  externa das células epidérmicas
Estômatos
Os estômatos ocorrem em todas as partes aéreas do corpo primário das plantas
As células-guarda geralmente apresentam formato de rim
As células-guarda têm paredes desigualmente espessadas, com microfibrilas de celulose dispostas radialmente
Luz azul e ácido abscísico são sinais importantes no controle dos movimentos  estomáticos
O desenvolvimento de complexos estomáticos envolve uma ou mais divisões  celulares assimétricas
Diferentes sequências no desenvolvimento resultam em configurações
diferentes de complexos estomáticos
Tricomas.
Os tricomas apresentam uma variedade de funções
Os tricomas podem ser classificados em diferentes categorias morfológicas
Um tricoma é originado como uma protuberância a partir de uma célula
epidérmica
A fibra do algodão
Pelos radiculares
O tricoma de Arabidopsis
Distribuição espacial das células na epiderme
A distribuição de estômatos e tricomas nas folhas não ocorre ao acaso
Há três principais tipos de distribuição espacial de células na epiderme da raiz de angiospermas
Outras células epidérmicas especializadas
As células silicosas e suberosas frequentemente ocorrem juntas
As células buliformes são altamente vacuoladas
Algumas células epidérmicas contêm cistólitos
REFERÊNCIAS

Capítulo 10 - Xilema: tipos celulares e aspectos do desenvolvimento
Os tipos celulares do xilema
Elementos traqueais - traqueídes e elementos de vaso - são as células condutoras  do xilema
As paredes secundárias da maioria dos elementos traqueais contêm pontoações
Os vasos são conduítes de água mais eficientes do que as traqueídes
As fibras são especializadas como elementos de sustentação no xilema
As células vivas do parênquima ocorrem tanto no xilema primário quanto no secundário
Em algumas espécies as células de parênquima desenvolvem protrusões - tilos - que penetram nos vasos
Especialização filogenética dos elementos traqueais e das fibras
As grandes tendências na evolução do elemento de vaso estão correlacionadas a uma diminuição no seu comprimento
Existem desvios nas tendências evolutivas do elemento de vaso
Como elementos de vaso e traqueídes, as fibras sofreram um encurtamento  filogenético
O xilema primário
Existem algumas diferenças estruturais e de desenvolvimento entre as porções  iniciais e tardias formadas no xilema primário
Os elementos traqueais primários possuem uma variedade de espessamentos de parede secundária
A diferenciação dos elementos traqueais
Os hormônios da planta estão envolvidos na diferenciação dos elementos  traqueais
As células isoladas do mesofilo em cultura podem se transdiferenciar diretamente  em elementos traqueais
REFERÊNCIAS

Capítulo 11 - Xilema: xilema secundário e variações na estrutura da madeira
Estrutura básica do xilema secundário
O xilema secundário consiste de dois sistemas distintos de células, o axial e o  radial
Algumas madeiras são estratificadas e outras, não
Os anéis de crescimento resultam da atividade periódica do câmbio vascular
Conforme a madeira se torna mais velha, gradualmente se torna não funcional  em condução e armazenamento
O lenho de reação é um tipo de madeira que se desenvolve em ramos e caules  inclinados ou curvados
Madeiras
A madeira das coníferas é relativamente simples em estrutura
O sistema axial das coníferas é constituído principalmente ou inteiramente por  traqueídes
Os raios de coníferas podem ser constituídos por células de parênquima e  traqueídes
As madeiras de muitas coníferas contêm canais resiníferos
A madeira das angiospermas é mais complexa e variada do que a das coníferas
Com base na porosidade, dois tipos principais de madeiras de angiospermas são  reconhecidos: com porosidade difusa e anéis porosos ou semiporosos
A distribuição do parênquima axial mostra muitos padrões de gradação
Os raios de angiospermas geralmente contêm somente células de parênquima
Espaços intercelulares semelhantes aos canais resiníferos de gimnospermas  ocorrem na madeira de angiospermas
Alguns aspectos do desenvolvimento do xilema secundário
Identificação de madeira
REFERÊNCIAS

Capítulo 12 - Câmbio vascular
Organização do câmbio
O câmbio vascular contém dois tipos de células iniciais: iniciais fusiformes  e iniciais radiais
O câmbio pode ser estratificado ou não estratificado
Formação do xilema secundário e do floema secundário
Iniciais versus suas derivadas diretas
Mudanças no desenvolvimento
A formação de novas iniciais radiais a partir de iniciais fusiformes ou de seus  segmentos é um fenômeno comum
Os domínios podem ser reconhecidos dentro do câmbio
Mudanças sazonais na ultraestrutura da célula cambial
Citocinese das células fusiformes
Atividade sazonal
O tamanho do incremento de xilema produzido durante um ano geralmente  excede ao do floema
Uma sazonalidade distinta na atividade cambial também ocorre em muitas  regiões tropicais
Relações causais em atividade cambial
REFERÊNCIAS

Capítulo 13 - Floema: tipos celulares e aspectos do desenvolvimento
Tipos celulares do floema
O elemento de tubo crivado das angiospermas
Em alguns táxons as paredes dos elementos de tubo crivado são notavelmente
Espessas
As placas crivadas geralmente ocorrem nas paredes terminais
A calose aparentemente atua no desenvolvimento do poro crivado
Mudanças na aparência dos plastídios e na aparência da proteína-P são
indicadores iniciais do desenvolvimento do elemento de tubo crivado
A degeneração nuclear pode ser cromatolítica ou picnótica
Células companheiras
O mecanismo de transporte floemático em angiospermas
A folha fonte e o floema da nervura de pequeno porte
Vários tipos de nervuras de pequeno porte ocorrem em folhas de dicotiledôneas
As espécies tipo 1 com células companheiras especializadas, denominadas células intermediárias, são carregadoras simplásticas
As espécies com nervuras de pequeno porte tipo 2 são carregadoras apoplásticas
A coleta de fotoassimilados pelas nervuras de pequeno porte pode não envolver  um passo ativo em algumas folhas
Algumas nervuras de pequeno porte contêm mais do que um tipo de célula companheira
As nervuras de pequeno porte de lâminas foliares de Poaceae contêm dois tipos de tubos crivados de metafloema
A célula crivada de gimnospermas
As paredes das células crivadas são caracterizadas como primárias
A calose não desempenha um papel no desenvolvimento do poro da área crivada em gimnospermas
Entre as gimnospermas há pouca variação na diferenciação das células crivadas
Células de Strasburger
O mecanismo de transporte do floema nas gimnospermas
Células parenquimáticas
Células esclerenquimáticas
Longevidade dos elementos crivados
Tendências na especialização dos elementos de tubo crivado
Elementos crivados de plantas vasculares sem sementes
Floema primário
REFERÊNCIAS

Capítulo 14 - Floema: floema secundário e variações na sua estrutura

Floema de conífera
Floema de angiosperma
Os padrões formados pelas fibras podem ser de significância taxonômica
Os elementos de tubo crivado secundários mostram variação considerável em forma e distribuição
Diferenciação no floema secundário
As células esclerenquimáticas no floema secundário comumente são classificadas  como fibras, esclereídes, e fibroesclereídes
O floema condutor constitui apenas uma pequena parte da casca interna
Floema não condutor
O floema não condutor difere estruturalmente do floema condutor
A dilatação é o meio pelo qual o floema se ajusta ao aumento em circunferência  do eixo como resultado do crescimento secundário
REFERÊNCIAS

Capítulo 15 - Periderme
Ocorrência
Características de seus componentes.
O felogênio é relativamente simples em estrutura
Vários tipos de células do felema podem surgir do felogênio
Existe considerável variação na largura e composição da feloderme
Desenvolvimento da periderme.
Os locais de origem do felogênio são variáveis
O felogênio tem origem por divisões de vários tipos de células
O tempo de surgimento da primeira e subsequentes peridermes varia
Morfologia da periderme e do ritidoma
Poliderme
Tecido protetor em monocotiledôneas
Periderme de cicatrização
Lenticelas
Três tipos estruturais de lenticelas são reconhecidos nas angiospermas lenhosas
A primeira lenticela frequentemente surge abaixo do estômato
REFERÊNCIAS

Capítulo 16 - Estruturas secretoras externas
Glândulas de sal
Vesículas de sal secretam em um grande vacúolo central
Outras glândulas secretam sal diretamente para o exterior
As glândulas bicelulares das Poaceal
As glândulas multicelulares das eudicotiledôneas
Hidatódios
Nectários
Os nectários de Lonicera japonica exudam néctar dos tricomas unicelulares
Os nectários de Abutilon striatum exudam néctar a partir de tricomas
Multicelulares
Os nectários de Vicia faba exudam néctar via estômatos
Os açúcares mais comuns no néctar são sacarose, glicose e frutose
Estruturas intermediárias entre nectários e hidatódios
Coléteres
Osmóforos
Tricomas glandulares que secretam substâncias lipofílicas
Desenvolvimento dos tricomas glandulares
As estruturas glandulares das plantas carnívoras
Tricomas urticantes
REFERÊNCIAS

Capítulo 17 - Estruturas secretoras internas
Células secretoras internas
As células de óleo secretam seus óleos em uma cavidade de óleo
As células de mucilagem depositam sua secreção entre o protoplasto e a parede celulósica
O tanino é a inclusão mais notável em numerosas células secretoras
Cavidades e canais secretores
Os canais secretores mais conhecidos são os canais de resina das coníferas
O desenvolvimento das cavidades secretoras parece ser esquizógeno
Os canais e cavidades secretores podem surgir sob estímulo de injúria
As kino veias são um tipo especial de canais traumáticos
Laticíferos
Com base na sua estrutura, os laticíferos são agrupados em duas classes  principais: articulados e não articulados
O látex varia no aspecto e na composição
Os laticíferos articulados e não articulados aparentemente diferem citologicamente uns dos outros
Os laticíferos estão amplamente distribuídos no corpo da planta, refletindo seu
modo de desenvolvimento
Laticíferos não articulados
Laticíferos articulados
A principal fonte da borracha comercial é a casca da árvore da seringueira, Hevea
brasiliensis
A função dos laticíferos não é clara
REFERÊNCIAS
Adendo: Outras referências pertinentes não citadas no texto
Glossário
Índice onomástico
Índice remissivo



Este livro foi planejado principalmente para estudantes de nível superior em vários ramos da ciência das plantas, para pesquisadores (do nível molecular até a planta toda), e para professores de anatomia de plantas. Ao mesmo tempo, um esforço foi feito para atrair os estudantes menos avançados, apresentando o assunto em um estilo convidativo, com muitas ilustrações, e para explicar e analisar termos e conceitos à medida que aparecem no texto. O leitor poderá procurar as informações de que precisa tanto no conteúdo, que está na parte inicial do livro, quanto no índice remissivo. O glossário, também ao final do livro, contempla as definições dos termos em anatomia das plantas. Sr Ray F. Evert
Professor Emérito de Botânica e Patologia de Plantas, Universidade de Wisconsin, Madison

Katherine Esau
Professora de Botânica, University of California, EUA.

Professor
professor cadastrado Material de Apoio PPT1: Imagens e tabelas dos Capítulos 1 ao 8
professor cadastrado Material de Apoio PPT3: Imagens e tabelas dos Capítulos 14 ao 17
professor cadastrado Material de Apoio PPT2: Imagens e tabelas dos Capítulos 9 ao 13
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