Aços e Ferros Fundidos

Vicente Chiaverini

R$ 89,00

Disponível em estoque

Sobre o Livro

ISBN: 9788577370412
Páginas: 599
Formato: 16 x 23 cm
Ano de Publicação: 2015
Peso: 0.978 kg

Sumário

INTRODUÇÃO  


I - DEFINIÇÕES, DIAGRAMA DE EQUILÍBRIO FERRO-CARBONO. EFEITO DOS ELEMENTOS DE LIGA SOBRE AS LINHAS DE TRANSFORMAÇÃO 
1. Definições 
2. Alotropia do ferro puro 
3. Diagrama de equilíbrio Fe-C 
    3.1. Transformações que ocorrem entre O e 2,11 % de Carbono
    3.2. Alguns aspectos do fenômeno de solidificação dos aços
4. Propriedades dos constituintes do aço e sua influência sobre os característicos mecânicos destes
5. Efeito do esfriamento e do aquecimento sobre a posição das linhas de transformação
6. Efeito dos elementos de liga sobre o diagrama de equilíbrio Fe-C 
 

II - EFEITO DA VELOCIDADE DE ESFRIAMENTO SOBRE A ‘‘TRANSFORMAÇÃO DA AUSTENITA. DIAGRAMA TRANSFORMAÇÃO – TEMPO – TEMPERATURA’’ 
1. Efeito da velocidade de esfriamento sobre a transformação da austenita
2. Transformação isotérmica. Curva TTT ou em C (também chamada em S)  
3. Constituintes resultantes da transformação da austenita e seus característicos 
4. Curvas TTT para aços hipoeutetóides e hipereutetóides
5. Transformação em resfriamento contínuo
6. Efeito da secção da peça 


III - FATORES QUE AFETAM A POSIÇÃO DAS CURVAS DO DIAGRAMA TTT. ENDURECIBILlDADE OU TEMPERABILlDADE
1. Fatores que influem na posição das curvas TTT
2. Austenita retida ou residual
3. Endurecibilidade ou temperabilidade
4. Avaliação da temperabilidade
5. Medida da temperabilidade 
    5.1. Método de Grossmann
    5.2. Método de Jominy 
6. Fatores que afetam a temperabilidade
7. Importância prática da temperabilidade. Faixas de temperabilidade 
8. Novo método de traçado de curvas de resfriamento  
 

IV - TRATAMENTO TÉRMICO DOS AÇOS:RECOZIMENTO X NORMALIZAÇÃO, TEMPERA E 
REVENIDO; COALESCIMENTO

1. Introdução
2. Fatores de influência nos tratamentos térmicos 
    2.1. Aquecimento  
    2.2. Tempo de permanência à temperatura de aquecimento  
    2.3. Resfriamento  
    2.4. Atmosfera do forno   
3. Recozimento 
    3.1. Recozimento total ou pleno  
    3.2. Recozimento isotérmico ou cíclico  
    3.3. Recozimento para alívio de tensões ou sub-crítico  
    3.4. Esferoidização 
    3.5. Recozimento em caixa 
4. Normalização
5. Têmpera
6. Revenido 
    6.1. Fragilidade de revenido  
    6.2. Transformação da austenita retida  
7. Coalescimento 


V - AUSTÊMPERA, MARTÊMPERA E OUTROS TRATAMENTOS TÉRMICOS
1. Introdução
2. Austêmpera 
3. Martêmpera
4. Patenteamento
5. Endurecimento por precipitação 
 

VI - TÊMPERA SUPERFICIAL  
1. Introdução
2. Têmpera por chama
3. Têmpera por indução
4. Têmpera por laser
5. Têmpera por feixe eletrônico
6. Revenido dos aços temperados superficialmente
7. Aços recomendados na têmpera superficial
8. Conclusões 
 

VII - TRATAMENTOS TERMO-QUÍMICOS
1. Definições 
2. Cementação
    2.1. Considerações gerais sobre a cementação 
    2.2. Cementação a alta temperatura 
    2.3. Reações fundamentais da cementação 
    2.4. Processos de cementação  
        2.4.1. Cementação sólida ou em caixa  
        2.4.2. Cementação a gás 
        2.4.3. Cementação líquida  
    2.5 .Cementação sob vácuo 
    2.6. Cementação a ionplasma 
    2.7. Tratamentos térmicos da cementação  
3. Nitretação 
    3.1. Nitretação a gás  
    3.2. Nitretação líquida ou em banho de sal 
    3.3. Nitretação líquida sob pressão  
    3.4. lonitretação ou plasmanitretação 
4. Cianetação
5. Carbonitretação 
    5.1. Carbonitretação a plasma 
    5.2 .Carbonitretação ferrítica  
    5.3. Sulfocarbonitretação gasosa
6. Boretação  
 

VIII - PRÁTICA DOS TRATAMENTOS TÉRMICOS
1. Generalidades
2. Equipamentos e acessórios  
    2.1. Ferramentas e dispositivos manuais  
    2.2. Fornos 
    2.3. Condições de aquecimento  
    2.4. Avaliação da temperatura 
    2.5. Preservação da superfície
3. Atmosferas controladas 
    3.1. Potencial de carbono e seu controle
4. Meios de resfriamento
5. Defeitos e distorções durante o tratamento térmico 
    5.1. Mudanças dirnensionais 
    5.2. Falhas
6. Segurança
7. Conclusões 


IX - AÇOS-CARBONO E AÇOS-LIGA.CLASSIFICAÇÃO E PROPRIEDADES MECÂNICAS
1. Sistema de classificação dos aços
2. Inclusões não-metálicas
3. Propriedades mecânicas dos aços-carbono
4. Importância e limitações dos aços-carbono 
5. Aços-liga; efeitos dos elementos de liga; propriedades mecânicas 
    5.1. Tendência da distribuição dos elementos de liga nos aços recozidos 
    5.2. Efeito dos elementos de liga sobre a ferrita  
    5.3. Efeito dos elementos de liga nos carbonetos  
    5.4. Efeito dos elementos de liga na forma de inclusões não-metálicas 
    5.5. Efeito dos elementos de liga na forma de compostos intermetálicos  
    5.6. Efeito dos elementos de liga na forma de partículas metálicas dispersas
6. Efeito dos elementos de liga na formação da austenita e na sua transformação
7. Efeito dos elementos de liga na faixa de temperaturas de formação da martensita
8. Efeito dos elementos de liga no revenido
9. Recapitulação dos efeitos dos elementos de liga nos aços 
10. Classificação dos aços-carbono e dos aços-liga  
    10.1. Classificação de acordo com a composição química  
    10.2. Classificação de acordo com a estrutura 
    10.3. Classificação de acordo com a aplicação  
 

X - AÇOS PARA FUNDIÇÃO
1. Introdução
2. Considerações a respeito do projeto 
    2.1. Forma da peça  
    2.2. Escolha das espessuras das paredes  
    2.3. Espessuras de membros e nervuras  
    2.4. Prevenção de defeitos causados pela contração  
    2.5. Condições de vazamento e moldagem  
3. Tipos de aço para fundição  
    3.1. Aços-carbono para fundição  
    3.2. Aços-liga para fundição  
    3.3. Aços-ligas para fundição com mais de um elemento de liga  
4. Tratamento térmico dos aços para fundição
5. Soldabilidade dos aços para fundição  
 

XI – AÇOS ESTRUTURAIS
1. Introdução
2. Aços-carbono para estruturas 
3. Aços de alta resistência e baixo teor em ligas
    3.1. Tipos de aços de alta resistência e baixo teor em ligas  
    3.2. Aplicações 
4. Conclusões 


XII - AÇOS PARA TRILHOS
1. Introdução
2. Aços-manganês austeníticos
    2.1. Tratamento térmico dos aços Hadfield
    2.2. Adição de outros elementos de liga no aço Hadfield
    2.3. Características gerais dos aços-manganês tipo Hadfield  
 

XIII - AÇOS PARA PRODUTOS PLANOS
1. Introdução
2. Aços-carbono
3. Problemas de fabricação
4. Propriedades das chapas de aço
5. Defeitos das chapas de aço  
6. Tratamento das chapas  
7. Chapas e tiras de aço de baixo carbono modificado  
8. Revestimentos de chapas de aço  
9. Aços-liga para produtos planos  
10. Chapas grossas de aço  
 

XIV - AÇOS PARA TUBOS  
1. Introdução  
2. Tipos de tubos e de aços para tubos  
 

XV - AÇOS PARA BARRAS, ARAMES E FIOS 
1. Introdução 
2. Barras  
3. Fios e arames  
4. Tipos de arames; aços e tratamentos correspondentes  
5. Aplicações  
 

XVI - AÇOS PARA MOLAS  
1. Introdução 
2. Fabricação e composição química 
3. Molas helicoidais  
4. Molas "semi-elípticas" 
5. Conclusões 
6. Aços alternativos para molas 
 

XVII - AÇOS DE USINAGEM FÁCIL  
1. Introdução  
2. Fatores metalúrgicos que influenciam a usinabilidade  
3. Tipos de aços de usinagem fácil  
    3.1. Tipos com inclusões não-metálicas  
    3.2. Tipos com introdução de chumbo  
    3.3. Outras adições 
4. Encruamento dos aços de usinagem fácil 


XVIII - AÇOS PARACEMENTAÇÃO 
1. Seleção do aço  
    1.1. Meio de esfriamento 
    1.2. Tipo e grau de tensões 
2. Aços para cementação 
    2.1. Aços-carbono para cementação 
    2.2. Aços-liga de baixo teor em liga 
    2.3. Aços-liga de alto teor em liga 
3. Seleção do tratamento térmico 


XIX - AÇOS PARA NITRETAÇÃO  
1. Introdução  
2. Aços para nitretação  


XX - AÇOS PARA MANCAIS 
1. Introdução  
2. Aços para mancais  
3. Aços para mancais para fins especiais  


XXI - AÇOS PARA FERRAMENTAS E MATRIZES 
1. Introdução  
2. Característicos fundamentais dos aços para ferramentas e matrizes   
    2.1. Dureza à temperatura ambiente 
    2.2. Resistência ao desgaste  
    2.3. Temperabilidade  
    2.4. Tenacidade  
    2.5. Resistência mecânica  
    2.6. Dureza a quente  
    2.7. Tamanho de grão  
    2.8. Usinabilidade
3. Condições que permitem atingir os requisitos exigidos nos aços para ferramentas e matrizes  
    3.1. Composição química  
    3.2. Tratamento térmico 
4. Classificação e seleção dos aços para ferramentas e matrizes  
5. Aços temperáveis em água  
    5.1. Tratamentos térmicos dos aços temperáveis em água  
    5.2. Aplicações dos aços temperáveis em água  
6. Aços resistentes ao choque  
    6.1. Aplicações dos aços resistentes ao choque ao silício  
7. Aços-ferramenta para moldes  
    7.1. Aplicações dos aços-ferramenta para moldes  
8. Aços-ferramenta para fins especiais  
    8.1. Aços-ferramenta tipo "matriz"  
    8.2. Aços ao tungstênio para acabamento  
    8.3. Aços de alto carbono e baixo teor em liga
    8.4. Aços semi-rápidos 
    8.5. Aços grafíticos 
9. Aços-ferramenta para trabalho a frio  
10. Aços para trabalho a quente  
11. Aços rápidos  
    11.1. Composição dos aços rápidos  
    11.2. Propriedades dos aços rápidos  
    11.3. Estrutura, curva de transformação isotérmica e tratamentos térmicos dos aços rápidos  
        11.3.1. Tratamento térmico dos aços rápidos  
        11.3.2. Tratamento subzero  
        11.3.3. Têmpera para formação de bainita  
        11.3.4. Nitretação dos aços rápidos  
    11.4. Aços rápidos fundidos  
    11.5. Tratamentos superficiais em aços para ferramentas  
12. Conclusões 


XXII - AÇOS RESISTENTES AO DESGASTE
1. Introdução  
2. Aços-manganês austeníticos  
    2.1. Tratamento térmico dos aços Hadfield  
    2.2. Adição de outros elementos de liga no aço Hadfield  
    2.3. Características gerais dos aços-manganês tipo Hadfield 
 

XXIII - AÇOS RESISTENTES À CORROSÃO  
1. Introdução  
    1.1. Corrosão atmosférica  
    1.2. Corrosão no solo  
    1.3. Corrosão em água doce
    1.4. Corrosão em água salgada
2. Princípios de proteção à corrosão
3. Contribuição do cromo  
4. Fatores de que depende a passividade dos aços resistentes à corrosão  
    4.1. Composição química  
    4.2. Condições de oxidação  
    4.3. Suscetibilidade à corrosão localizada  
    4.4. Suscetibilidade à corrosão intergranular  
    4.5. Outros fatores  
5. Classificação e constituição dos aços inoxidáveis  
    5.1. Efeito do cromo  
    5.2. Efeito do níquel  
6. Aços inoxidáveis martensíticos  
    6.1. Propriedades e aplicações dos aços inoxidáveis martensíticos
    6.2. Tratamentos térmicos dos aços inoxidáveis martensíticos  
7. Aços inoxidáveis ferríticos  
    7.1. Propriedades e aplicações dos aços inoxidáveis ferríticos  
    7.2. Tratamentos térmicos dos aços inoxidáveis ferrítico 
8. Aços inoxidáveis austeníticos  
    8.1. Propriedades e empregos dos aços inoxidáveis austeníticos  
    8.2. Tratamento térmico dos aços inoxidáveis austeníticos 
        8.2.1. Solubilização  
        8.2.2. Alívio de tensões  
        8.2.3. Estabilização
        8.2.4. Tratamentos termo-químicos 
9. Aços inoxidáveis duplex  
10. Aços inoxidáveis endurecíveis por precipitação  
11. Aços nitrônicos  
12. Peças fundidas de aço resistente à corrosão  
13. Novos desenvolvimentos no campo dos aços inoxidáveis
14. Usinabilidade dos aços inoxidáveis  
15. Conclusões
 

XXIV - AÇOS RESISTENTES AO CALOR
1. Introdução
    1.1. Resistência à corrosão e à oxidação a altas temperaturas
    1.2. Resistência a fluência 
    1.3. Expansão térmica 
    1.4 .Estabilidade estrutural 
2. Elementos de liga nos aços resistentes ao calor  
3. Tipos de aços resistentes ao calor  
4. Aços fundidos resistentes ao calor  
5. Conclusões 
 

XXV - AÇOS PARA FINS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS 
1. Introdução
2. Magnetismo 
    2.1. Intensidade de magnetização e indução magnética  
    2.2. Intensidade de saturação  
    2.3. Permeabilidade  
    2.4. Suscetibilidade  
3. Propriedades magnéticas da matéria  
    3.1. Domínios ferromagnéticos  
    3.2. Curva de magnetização  
    3.3. Características das curvas de magnetização  
    3.4. Anisotropia dos materiais magnéticos  
    3.5. Efeito de inclusões, fisuras e constituintes não magnéticos
    3.6. Influência da temperatura nas propriedades ferromagnéticas  
    3.7. Magnetoestricção  
4. Metais e ligas para a indústria elétrica  
    4.1. Materiais magneticamente moles  
    4.2. Materiais com permeabilidade constante  
    4.3. Materiais para ímãs permanentes  


XXVI - AÇOS ULTRA-RESISTENTES EAÇOS CRIOGÊNICOS  
1. Introdução  
2. Aços ultra-resistentes 
    2.1. Aços"maraging"  
    2.2. Conclusões 
3. Aços criogênicos  
    3.1. Temperatura de transição  


XXVII - AÇOS SINTERIZADOS  
1. Introdução  
2. Produção de peças sinterizadas de ferro e aço  
    2.1. Seleção da matéria prima  
    2.2. Compressão  
    2.3. Sinterização  
    2.4. Recompressão ou calibragem 
    2.5. Acabamento 
    2.6. Alternativas do processo de sinterização de peças de ferro e aço 
    2.7. Forjado sinterizado  
    2.8. Considerações sobre o projeto de peças sinterizadas de aço
3. Tipos de ferro e aço sinterizado, suas propriedades e aplicações 
4. Aços para ferramentas sinterizadas  
 

XXVIII - FERROS FUNDIDOS-GENERALIDADES 
1. Introdução 
2. Definições 
3. Diagrama de equilíbrio Fe-C para a faixa correspondente aos ferros fundidos  
4. Diagrama de equilíbrio Fe-C-Si  
5. Fatores que influem na estrutura do ferro fundido  
    5.1. Composição química  
    5.2. Velocidade de resfriamento  
6. Componentes estruturais dos ferros fundidos  
7. Fatores outros que influem nos característicos de grafitização dos ferros fundidos  
 

XXIX - FERROS FUNDIDOS BRANCOS  
1. Introdução 
2. Efeito dos elementos de liga  
3. Tratamentos térmicos  
4. Aplicações típicas do ferro fundido branco ou coquilhado
 

XXX - FERROS FUNDIDOS CINZENTOS  
1. Introdução 
2. Classificação dos ferros fundidos cinzentos 
3. Propriedades dos ferros fundidos cinzentos  
4. Aplicações do ferro fundido cinzento  
5. Elementos de liga nos ferros fundidos cinzentos  
    5.1. Efeitos dos elementos de liga 
    5.2. Ferros fundidos cinzentos de baixo teor de liga 
    5.3. Ferros fundidos de alto teor em liga  
6. Tratamentos térmicos dos ferros fundidos cinzentos  
    6.1. Alívio de tensões ou envelhecimento artificial  
    6.2. Recozimento  
    6.3. Normalização  
    6.4. Têmpera e Revenido  
    6.5. Tratamentos isotérmicos  
    6.6. Endurecimento superficial  
 

XXXI - FERROS FUNDIDOS MALEÁVEIS  
1. Introdução 
2. Processos de maleabilização  
    2.1. Maleabilização por descarbonetação  
    2.2. Maleabilização por grafitização  
3. Propriedades do ferro fundido maleável  
4. Maleável perlítico  
5. Outros característicos dos ferros fundidos maleáveis  
6. Aplicações do ferro fundido maleável  
 

XXXII - FERROS FUNDIDOS DE GRAFITA COMPACTADA  
1. Introdução  
2. Propriedades 
3. Aplicações  
 

XXXIII - FERROS FUNDIDOS DÚCTEIS OU NODULARES  
1. Introdução
2. Processo de fabricação do ferro nodular  
3. Tratamentos térmicos do ferro nodular  
    3.1. Alívio de tensões
    3.2. Recozimento 
    3.3. Normalização 
    3.4. Têmpera e Revenido 
    3.5. Austêmpera 
    3.6. Têmpera superficial 
4. Especificações e propriedades do ferro fundido nodular  
5. Ferro fundido nodular ligado  
    5.1. Aplicações  
6. Conclusões

 

** Obra da coleção ABM.

Sinopse

A obra é referência no segmento, abordando as características gerais dos aços e ferros fundidos, tratamentos térmicos e principais tipos. 

 

 

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