Contribuição e Elementos para um Metamodelo Empreendedor Brasileiro

O empreendedorismo de necessidade do "virador"

Bezamat de Souza Neto

2017 — 2ª edição

Formato: E-book em PDF

Sobre o Livro

ISBN: 9788580391572
Páginas: 314
Formato: E-Book em PDF
Ano de Publicação: 2017

Conteúdo

CAPÍTULO I - Uma Introdução uma Exposição de Princípios e "Um Constatar para Explicar"
I.1: Algumas considerações, de caráter introdutório
I.2: Uma primeira abordagem sobre o tema, a partir "deles"
I.3: Algumas rápidas constatações, a partir do nosso cotidiano
I.4: Algumas explicações, de caráter introdutório também

CAPÍTULO II - Sobre o Empreender

II.1: Sobre a condição humana
II.2: Da condição humana na modernidade: sobre a época atual
II.3: Uma invenção (ou "viver é muito perigoso")
II.4: O protestantismo ascético, o catolicismo ibérico e o "mundo"

CAPÍTULO III - Sobre Empreendedorismo
III.1: A "perspectiva" neoliberal
III.2: A perspectiva econômica
III.3: A perspectiva comportamental
III.3.1: O processo visionário do empreendedor
III.3.2: O Método CEFE
III.4: O GEM - Global Entrepreneurship Monitor

CAPÍTULO IV - O Empreender na Condição Brasileira
IV.1: A brasilidade a partir do Rosa
IV.2: A Megera Cartesiana e a interpretação do Brasil: o olhar sobre a brasilidade
IV.2.1: Sérgio Buarque e as nossas raízes ibéricas
IV.2.2: O mazombo e o yankee: o Brazil de Viana Moog
IV.2.3: A mensagem de Richard Morse
IV.2.4: Outros olhares sobre a brasilidade
IV.2.5: Um olhar sobre os olhares
IV.3: Sistema de valores à brasileira
IV.3.1: Raízes de nossa ética do trabalho
IV.3.2: A inautenticidade do mérito e do desempenho

CAPÍTULO V - O Empreendedorismo na Condição Brasileira
V.1: Um pouco da realidade "informal" brasileira
V.2: Sobre o virador
V.3: O GEM e o Brasil: o brazil e o GEM
V.4: A formação de empreendedores no Brasil: as universidades
V.5: O CEFE no Brasil

CAPÍTULO VI - Um "Inventar para Sugerir"
(ou "uma brincadeira séria")

VI.1: A "sugestão"
VI.2: A "invenção" (ou a "brincadeira séria")

Referências Bibliográficas

Sinopse

Esta dissertação pretende contribuir com elementos para a discussão de uma categoria teórica denominada "Empreendedorismo" e, em especial, um certo "Empreendedorismo por Necessidade" - muito comum e "incompreendido" por aqui.

Nesta discussão pretende-se também conformar uma certa "Empreendedologia" (Entreprenology) e, em especial, uma "Empreendedologia Brasileira" ao apontar um metamodelo de empreendedor brasileiro: o virador - aquele que se vira.

Percebe-se, até pela novidade do assunto além da enorme relevância dada ao tema "Empreendedorismo" atualmente no Brasil, que a discussão atual no campo acadêmico está impregnada pela adoção acrítica de modelos estrangeiros de pouca "adaptabilidade" ao nosso contexto social, econômico e cultural. Busca-se então articular tais diferenças no sentido de balancear perdas e danos de forma relativizada, sem confrontos.

Enfim, percebe-se também que as transformações do capitalismo contemporâneo encontram mais afinidades com outras éticas e racionalidades do que com culturas originárias do protestantismo ascético. Na verdade, essa hipótese atesta a atualidade, a contemporaneidade da intuição de Max Weber. E essa hipótese também, evidentemente, tem claras implicações para o caso brasileiro.

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