De que se Trata?

Uma resposta possível

Héctor Alberto Krakov

2021 — 1ª edição
Lançamento

R$ 50,00

Disponível em estoque

Sobre o Livro

ISBN: 9786555062106
Páginas: 192
Formato: 14 x 21 cm
Ano de Publicação: 2021
Peso: 0.235 kg

Sumário

Prólogo I
Dra. Gabriela Renault

Prólogo II
Dra. Claudia Lucia Borensztejn

Introdução à edição brasileira
Dr. Sergio Nick

Introdução
 

Parte I. Mesmidade e outridade: categorias teóricas de uma metapsicologia ampliada

Apresentação

A vivência de satisfação: a amamentação

O neurônio

O ego e o id

Tipos de inconsciente

A divisão da personalidade psíquica (1932/1933)

Modelo de Wisdom: relação de objeto interno

Modelo de Meltzer

Mundo imaginário – outro especular: esquema L em Lacan

A posição do narcisismo nas diferentes escolas

Mecanismo de formação de sintomas: o nojo de Dora

Sequência representacional na obra de Freud

Níveis teóricos sobrepostos por telescopagem

Metáfora biológica da conformação vincular: o quiasma óptico

Mundo vincular: a inscrição do outro

Interpenetração de mundos psíquicos

Vínculo e sujeitos do vínculo

Multiplicidade transferencial em uma sessão vincular

Transferência vincular

Vivência de “mesmidade”


Parte II. Clínica

1. Clínica individual: a emergência do material analítico em sessão

2. Relato dos sonhos em sessão: tomografias computadorizadas do mundo mental

3. Dois exemplos clínicos: Leandro e Hernán

4. Tramitar em ato e mudança psíquica

5. Clínica vincular: referentes teóricos e clínicos na análise de casal

6. Uma resposta possível


Referências

Sinopse

O título do livro, De que se trata? Uma resposta possível, questiona o trabalho clínico psicanalítico, interrogando como e por que um tratamento analítico “cura”. Em sua primeira parte, o livro oferece uma visão dos aparatos psíquicos como foram concebidos por autores como Freud, Lacan e Meltzer. Ao final de cada esquema, há um código QR que direciona o leitor para um vídeo explicativo no YouTube. A segunda parte da obra aborda temas específicos da clínica, e é no capítulo final que nos deparamos com uma resposta possível: a mudança psíquica. Seria o efeito da apropriação subjetiva pelo paciente de um “fazer diferente do analista” o que promove uma mudança subjetiva?

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