Design e Cultura em Produtos Globais

A Semiótica como Ponto de Convergência

Felipe Domingues Machado Melo

2011 — 1ª edição

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Sobre o Livro

ISBN: 9788580390681
Páginas: 106
Formato: 20,5x28 cm
Ano de Publicação: 2011
Peso: 0.320 kg

Conteúdo

1. INTRODUÇÃO 
1.1 Objetivos 
1.2 Metodologia 

2. DESIGN
2.1 A evolução conceitual do design 
2.2 História do design de produtos: visão geral 
2.3 Design e processo de desenvolvimento de novos produtos 
2.4 Design e produtos globais: adaptação e padronização 
2.5 Design orientado para o consumidor 
2.6 Design sustentável e mercados internacionais 
2.7 Posicionamento de produtos globais: modelos culturais 

3. CULTURA 
3.1 Noções acerca da origem da cultura 
3.2 A cultura e seus reflexos no conceito de homem 
3.3 Conceituação, história e concepções do termo cultura 
3.4 Teorias sobre cultura na modernidade 
3.5 Funcionamento cultural: determinismos culturais e visão de mundo  
3.6 Cultura material: significado e identidade em objetos de uso
3.7 O mito como veículo de manifestação cultural simbólica 
3.8 Caracterização das formas simbólicas 
3.9 Valorização das formas simbólicas 
3.10 Valorização simbólica em objetos de uso: constatações empíricas 
3.11 Análise cultural 

4. SEMIÓTICA 
4.1 O termo semiótica 
4.2 História da semiótica: visão geral 
4.3 Charles Sanders Peirce: semiótica e fenomenologia 
4.4 A conceituação lógica do signo 
4.5 O sistema peirciano de classificação dos signos 
4.6 Semiótica e objetos de uso 
4.7 Denotação e conotação: significante e significado 
4.8 Mito e semiologia: articulações simbólicas 
4.9 Signos e objetos de uso 
4.10 Análise semiótica 

5. DESIGN-SEMIÓTICA-CULTURA 
5.1 Foco 
5.2 Os signos como ponto de convergência 
5.3 Modelo das articulações dos signos em objetos de uso

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Sinopse

Presente em diversos aspectos da vida dos seres humanos, o design, através da sua manifestação em objetos, contribui para que os indivíduos se definam como grupos sociais, comuniquem-se e experimentem o mundo. As relações estabelecidas entre indivíduos e objetos vão além de questões econômicas e materiais, podendo ser entendidas como fenômenos sociais complexos, nos quais os aspectos intangíveis ganham relevância. Nesse contexto, faz-se necessário o melhor entendimento das possibilidades de associação entre aspectos físicos e culturais simbólicos e sua inserção em processos de desenvolvimento e de adaptação de produtos. Baseado nessa premissa, o autor visou demonstrar, sob uma perspectiva teórica, como a configuração de artefatos pode ser correlacionada a aspectos culturais. Assim, ao introduzir um modelo para a discussão acerca do entendimento de tal questão, chama a atenção para a necessidade de aprofundamento em temas associados aos aspectos culturais simbólicos existentes na relação estabelecida entre indivíduos e objetos. O pressuposto é de que em tal relação estão incrustadas as chaves para a diferenciação, o melhor desenvolvimento e a adaptação de produtos globais.

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