Engenharia Portuária

Emilia Arasaki , Paolo Alfredini

2018 — 2ª edição

Livro em Pré-Lançamento

Sobre o Livro

ISBN: 9788521213192
Páginas: 1504
Formato: 20,5x25,5 cm
Ano de Publicação: 2018
Peso: 0.000 kg

Conteúdo

PARTE 1

HIDRÁULICA MARÍTIMA

Lista de símbolos

1 Hidrodinâmica e estatística das ondas curtas produzidas pelo vento

1.1 Introdução sobre ondas de oscilação

1.2 Ondas monocromáticas e ondas naturais

1.2.1 Considerações gerais

1.2.2 Algumas expressões paramétricas para o espectro

1.2.2.1 Parâmetros derivados do espectro

1.2.2.2 Expressões paramétricas mais comuns para descrever o espectro

1.3 Dispersão da onda e velocidade de grupo

1.4 Energia da onda

1.4.1 Pressão subsuperficial

1.4.2 Energia e potência das ondas

1.5 Características estatísticas das alturas das ondas oceânicas

1.5.1 Distribuição das alturas de ondas em uma tempestade

1.5.1.1 Considerações gerais

1.5.1.2 Definição da onda individual

1.5.1.3 Propriedades probabilísticas das ondas características oceânicas

1.5.2 Distribuição estatística de longo período

1.5.3 Estimação das ondas extremas

1.5.3.1 Considerações gerais

1.5.3.2 Distribuições de probabilidade do valor extremo

1.5.3.3 Métodos para estimação dos parâmetros

1.5.3.4 Intervalos de confiança

1.5.3.5 Seleção da onda de projeto

1.5.3.6 Aplicações da estatística na estimação de ondas extremas

1.5.3.7 Exemplo de aplicação para a onda HP de uma estrutura de atracação estaqueada

1.5.3.8 O projeto otimizado

1.6 Efeitos de águas intermediárias e rasas

1.6.1 Empolamento e refração

1.6.1.1 Considerações gerais

1.6.1.2 Empolamento

1.6.1.3 Refração e empolamento conjuntos

1.6.1.4 Deformações provocadas pelas correntes

1.6.1.5 Efeitos de formas batimétricas particulares

1.6.2 Arrebentação

1.7 Difração

1.7.1 Características gerais

1.7.2 Difração no tardoz de quebra-mar semi-infinito, rígido e impermeável

1.7.3 Difração normal no tardoz de abertura em quebra-mar rígido e impermeável

1.7.4 Difração oblíqua no tardoz de abertura em quebra-mar rígido e impermeável

1.7.5 Difração e refração combinadas   

1.7.6 Considerações práticas     

1.8 Reflexão     

1.8.1 Considerações gerais         

1.8.2 Reflexão total        

1.8.3 Oscilações em bacias portuárias   

1.8.3.1 Fundamentos    

1.8.3.2 Características da oscilação estacionária nos nós

1.8.3.3 Bacias portuárias confinadas de forma simples retangular com profundidade constante e bordas verticais           

1.8.3.4 Bacias portuárias abertas de forma simples retangular estreita com profundidade constante e bordas verticais

1.8.4 Transmissão          

1.8.4.1 Fundamentos    

1.8.4.2 Maciços de enrocamento            

1.8.4.3 Quebra-mares flutuantes            

1.8.4.4 Barreiras verticais           

1.9 Correntes longitudinais produzidas pela arrebentação           

1.10 Variabilidade do clima de ondas    

1.11 Incertezas ligadas à hidrodinâmica e à estatística de ondas curtas

1.11.1 Considerações gerais      

1.11.2 Incertezas nas medições de ondas            

1.11.3 Incertezas na reconstituição do estado do mar passado  

1.11.4 Incertezas na estimativa das deformações das ondas       

1.11.5 Redução das incertezas pela verificação da modelação dos processos marítimos

 

2 Dinâmica das ondas longas de maré em embocaduras marítimas         

2.1 Dinâmica da maré estuarina              

2.1.1 Considerações gerais sobre a maré astronômica   

2.1.1.1 Características principais

2.1.1.2 Forças geradoras da maré           

2.1.1.3 Pontos anfidrômicos e propagação da maré astronômica na costa brasileira       

2.1.2 Considerações gerais sobre a maré não astronômica          

2.1.2.1 Descrição geral

2.1.2.2 Conceituação da maré não astronômica               

2.1.2.3 Aspectos físicos básicos sobre as variações de nível do mar induzidas pela atmosfera     

2.1.2.4 Remoção da maré astronômica: nível não astronômico

2.1.3 Descrição matemática das marés astronômicas     

2.1.3.1 Considerações gerais     

2.1.3.2 Onda progressiva longa

2.1.4 A maré astronômica real em estuários      

2.1.5 Modificações dinâmicas da maré astronômica em estuários

2.1.6 Efeitos das larguras e profundidades nas massas estuarinas

2.1.7 Previsão da maré astronômica por análise harmônica        

2.2 Propagação da maré em estuários   

2.2.1 Circulação e misturação   

2.2.2 Tipos de circulação             

2.2.3 Variação relativa do nível médio do mar e seus impactos

2.2.3.1 Contexto quanto às mudanças climáticas             

2.2.3.2 Estudo de caso da Baía e Estuário de Santos e São Vicente (SP)  

2.3 Onda de maré em rio desaguando no mar   

2.3.1 Considerações gerais         

2.3.2 Equações de Saint-Venant              

2.3.2.1 Sistema natural de coordenadas e hipóteses básicas       

2.3.2.2 Modelo unidimensional                

2.3.2.3 Caso particular  

2.3.3 Solução analítica adimensional das equações de Saint-Venant       

2.3.3.1 Formulação da solução

2.3.3.2 Adimensionalização das equações           

2.3.3.3 Solução analítica no regime dominado pelo atrito para maré semidiurna (T = 12,42 h)    

2.4 Elementos de hidrografia    

2.4.1 Definições gerais

2.4.2 Geodesia e topografia       

2.4.2.1 Forma da Terra

2.4.3 Cartografia             

2.4.3.1 Generalidades  

2.4.3.2 Classificação das cartas

2.4.3.3 Sistemas de projeções  

2.4.3.4 Projeção de Mercator para o elipsoide  

2.4.3.5 Folha de bordo

2.4.3.6 Carta náutica     

 

3 Transporte litorâneo de sedimentos e morfologia costeira      

3.1 Introdução

3.2 Origens e características dos sedimentos de praia   

3.2.1 Considerações gerais         

3.2.2 Balanço sedimentar           

3.2.2.1 Elementos do balanço sedimentar          

3.2.2.2 Limites do balanço sedimentar  

3.2.2.3 Elenco das fontes dos sedimentos de praia         

3.2.2.4 Elenco dos sumidouros dos sedimentos de praia

3.2.2.5 Processos convectivos   

3.2.3 Características dos sedimentos de praia   

3.2.3.1 Considerações gerais     

3.3 Circulação induzida pelas ondas junto à costa            

3.3.1 Considerações gerais         

3.3.2 Ataque frontal      

3.3.3 Ataque oblíquo    

3.4 Descrição do transporte litorâneo de sedimentos    

3.4.1 Considerações gerais         

3.4.2 Ao largo da arrebentação

3.4.3 Região de arrebentação   

3.5 Perfis, alinhamentos de praia e formações costeiras típicas

3.5.1 Perfis transversais e alinhamentos de praia             

3.5.1.1 Perfil de equilíbrio          

3.5.1.2 Importância e características dos perfis transversais de praia      

3.5.1.3 Alinhamento de praias em equilíbrio estático     

3.5.2 Formações costeiras típicas            

3.5.2.1 Considerações gerais     

3.5.2.2 Flechas

3.5.2.3 Barras   

3.5.2.4 Restingas ou lidos           

3.5.2.5 Barreiras             

3.5.2.6 Tômbolos            

3.5.2.7 Baías e enseadas             

3.5.2.8 Cordões litorâneos, bancos e formações complexas        

3.5.2.9 Estudo de caso das praias de Suarão e Cibratel em Itanhaém (SP)             

3.6 Análise quantitativa do processo de transporte litorâneo     

3.6.1 Início do movimento de sedimentos não coesivos e conformações de fundo           

3.6.1.1 Considerações gerais     

3.6.1.2 Início do movimento de sedimentos não coesivos            

3.6.1.3 Conformações de fundo               

3.6.2 A estimativa da vazão do transporte litorâneo       

3.6.2.1 Considerações gerais     

3.6.2.2 Fórmulas para a estimativa da vazão do transporte litorâneo longitudinal de sedimentos             

 

4 Hidrossedimentologia, dinâmica halina e morfologia em embocaduras marítimas        

4.1 Descrição geral das embocaduras marítimas              

4.1.1 Definição generalizada de estuário e a importância do seu estudo               

4.1.1.1 Definição clássica de estuário    

4.1.1.2 Importância de estudar águas estuarinas             

4.1.1.3 Características das zonas referentes à definição funcional de estuário    

4.1.2 Classificação dos estuários              

4.1.3 Características gerais dos processos estuarinos     

4.1.3.1 Propagação da maré      

4.1.3.2 Escoamento fluvial e seus efeitos            

4.1.3.3 Processos sedimentológicos       

4.2 Intrusão salina em estuários              

4.2.1 Descrição da dinâmica da intrusão salina  

4.2.1.1 Estratificação em estuários         

4.2.2 Mecanismo de uma cunha salina estacionária        

4.2.2.1 Considerações gerais     

4.2.2.2 Características de forma das cunhas salinas        

4.2.2.3 Estimativa do comprimento de cunhas salinas em canais largos

4.2.2.4 Aproximação de Schijf e Schönfeld (1953) 

 

4.2.3 Análise de estuários misturados   

4.2.3.1 Representação esquemática unidimensional da intrusão salina  

4.2.3.2 Fundamentos da análise unidimensional de estuários misturados            

4.3 Processos sedimentológicos              

4.3.1 Fontes sedimentares         

4.3.1.1 Considerações gerais     

4.3.1.2 Descrição das fontes sedimentares         

4.3.1.3 Levantamentos sedimentológicos de apoio         

4.3.2 Dinâmica do transporte de sedimentos    

4.3.2.1 Planícies de maré            

4.3.2.2 Estuários             

4.3.2.3 Deltas   

4.3.2.4 Embocaduras de maré lagunares             

4.4 Processos morfológicos        

4.4.1 Considerações gerais         

4.4.2 Conceito de equilíbrio dinâmico ou de regime em estuários

4.4.3 Conceito de estuário ideal               

4.4.4 Processos morfológicos em deltas               

4.4.4.1 Considerações gerais     

4.4.4.2 Deltas dominados pelo rio           

4.4.4.3 Deltas dominados pela maré      

4.4.4.4 Deltas dominados por ondas      

4.4.4.5 Outros tipos de deltas   

4.4.5 Processos morfológicos em embocaduras de maré              

4.4.5.1 Considerações gerais     

4.4.5.2 Relações empíricas de condições de equilíbrio de regime             

4.5 Estudos de casos     

4.5.1 Aspectos relativos à dinâmica hidráulico-salina do Baixo Rio Cubatão (SP)

4.5.1.1 Introdução          

4.5.1.2 Descrição geral da área de influência deste estudo          

4.5.1.3 O controle das intrusões salinas com as descargas da Usina Henry Borden           

4.5.1.4 Comportamento hidráulico-salino do Baixo Rio Cubatão               

4.5.1.5 Apresentação dos resultados do estudo               

4.5.1.6 Análise e considerações finais    

4.5.2 Modelo analítico para vazão de barreira hidráulica no Rio Cubatão (SP)     

4.5.2.1 Introdução          

4.5.2.2 Dados utilizados               

4.5.2.3 Teoria utilizada

4.5.2.4 Conclusões         

4.5.3 Impacto da vazão da Barragem do Valo Grande na distribuição de salinidade no Complexo Estuarino-Lagunar de Iguape-Cananeia (SP)    

4.5.3.1 Introdução          

4.5.3.2 Caracterização geral da região   

4.5.3.3 Considerações sobre os dados utilizados              

4.5.3.4 Resultados obtidos         

4.5.3.5 Análise e conclusões      

4.5.4 O Terminal Marítimo de Ponta da Madeira (MA)  

4.5.4.1 Introdução          

4.5.4.2 A obra portuária              

4.5.4.3 Características hidráulicas e sedimentológicas em Ponta da Madeira      

4.5.4.4 A adaptação no Espigão Norte   

4.5.4.5 A adaptação no Espigão Sul

4.5.4.6 Consideração final          

4.5.4.7 As ondas de areia do Canal de Acesso do Complexo Portuário do Maranhão        

4.5.5 Estudo da dispersão de efluentes de emissários submarinos na Baixada Santista (SP)         

4.5.5.1 Introdução          

4.5.5.2 Resultados          

4.5.5.3 Representação do vento no modelo físico da

Baixada Santista              

4.5.5.4 Emissário de Santos        

4.5.5.5 Conclusões   

      

PARTE 2

HIDRÁULICA FLUVIAL    

Lista de símbolos            

5 Transporte fluvial de sedimentos        

5.1 Introdução

5.1.1 Considerações gerais         

5.1.2 Condicionantes do transporte de sedimentos        

5.1.3 A erosão por ação hidráulica          

5.1.4 A viabilidade de obras de Engenharia Hidráulica e o

transporte de sedimentos          

5.2 Modalidades do transporte sólido   

5.3 Equilíbrio dos escoamentos com fundo móvel           

5.4 Curva-chave sólida  

5.5 Distribuição de tensões de arrastamento na fronteira     

       

6 Início do movimento e rugosidade no leito fluvial        

6.1 Hidráulica dos escoamentos com fundo móvel          

6.1.1 Lei de distribuição de velocidades               

6.1.2 Perdas de carga nos escoamentos com fundo móvel          

6.1.3 Turbulência            

6.2 Propriedades dos sedimentos           

6.2.1 Caracterização      

6.2.2 Origem    

6.3 Início do transporte sólido por arrastamento             

6.3.1 Considerações gerais         

6.3.2 Início do transporte            

6.3.3 Ressuspensão       

6.4 Conformações de fundo      

6.5 Resistência ao escoamento em leito móvel

6.5.1 Métodos de resistência global       

6.5.2 Métodos com subdivisão da resistência    

6.5.3 Exemplo de aplicação na determinação de curva-chave     

6.5.4 Exemplo de ajuste do método de Brownlie a rios do

Estado de São Paulo      

 

7 Quantificação do transporte fluvial de sedimentos     

7.1 Capacidade de transporte por arrastamento de fundo           

7.2 Transporte sólido em suspensão      

7.2.1 Distribuição da concentração de sedimentos

transportados em suspensão    

7.2.2 Determinação da vazão sólida em suspensão         

7.3 Transporte sólido total         

7.3.1 Transporte sólido efetivo

7.3.2 Vazão sólida total e séries temporais

hidrossedimentológicas              

7.3.2.1 Considerações gerais     

7.3.2.2 Cálculo da vazão sólida total       

7.3.2.3 Correlações entre hietogramas, hidrógrafas e

vazões sólidas  

7.4 Fluxos de transporte de sedimentos e detritos em erosões por

remoção em massa        

7.4.1 Caracterização e classificações      

7.4.2 As três zonas que compõem o processo das erosões por

remoção em massa        

7.4.3 Estudo de caso da corrida de detritos de 18 de março de 1967, em Caraguatatuba (SP)     

 

8 Morfologia fluvial e teoria do regime

8.1 Introdução

8.2 Teoria do regime     

8.2.1 Geometria Hidráulica        

8.2.1.1 Exemplos de formulações            

8.2.1.2 Exemplo de aplicação    

8.2.2 Resposta fluvial    

8.2.2.1 A influência da granulometria do material

transportado    

8.2.2.2 Resposta fluvial por meio do estudo do

transporte de sedimentos          

8.2.2.3 Avaliação qualitativa da resposta fluvial

8.3 Evolução dos cursos d’água

8.3.1 Princípios fundamentais que regem a modelação do leito

8.3.2 Perfis longitudinais fluviais              

8.3.3 Efeito dos filetes líquidos no processo

hidrossedimentológico

 

9 Engenharia de rios: características planialtimétricas fluviais em planície

aluvionar            

9.1 Engenharia de rios  

9.1.1 Considerações gerais         

9.2 Leis de Fargue e geometria das curvas fluviais           

9.3 Meandros divagantes        

   

PARTE 3

OBRAS PORTUÁRIAS E COSTEIRAS           

Lista de símbolos            

10 Tipos de portos         

10.1 Classificação dos tipos de portos   

10.1.1 Definição              

10.1.2 Natureza dos portos        

10.1.3 Localização          

10.1.4 Utilização             

10.2 Obras de melhoramento dos portos            

10.3 Arranjo geral das obras portuárias                

10.3.1 Obras portuárias encravadas na costa ou estuarinas         

10.3.2 Obras portuárias salientes à costa e protegidas por molhes

10.3.3 Obra portuária ao largo protegida por quebra-mar           

10.3.4 Outros tipos de arranjos gerais   

10.4 Localização de quebra-mares         

10.5 Marinas ou portos de recreio e lazer           

10.6 Questões fundamentais do projeto das obras portuárias    

10.7 Ações em estruturas portuárias marítimas ou fluviais          

10.8 Revitalização urbanística de antigas áreas portuárias  

         

11 Dimensões náuticas portuárias          

11.1 Canais de acesso   

11.1.1 Aspectos relacionados à dimensão vertical de canais de

acesso portuários           

11.1.1.1 Profundidade

11.1.1.2 Regras empíricas para a profundidade

11.1.1.3 Requisitos mínimos de serviço

11.1.1.4 Calado aéreo   

11.1.2 Aspectos relacionados à largura de canais de acesso

portuários         

11.1.2.1 Fundamentos

11.1.2.2 Metodologia para o cálculo da largura de canais

de acesso portuários     

11.1.3 Exemplos de canais de acesso portuários              

11.2 Bacias portuárias  

11.2.1 Distância de parada e bacias de evolução              

11.2.2 Bacias de espera ou fundeio        

11.2.3 Bacias de berço  

11.2.4 Requisitos mínimos de serviço    

11.3 Profundidades em áreas lamosas: a abordagem do fundo náutico

11.3.1 Considerações gerais      

11.3.2 Determinação Prática do Fundo Náutico (PIANC, 1997)

11.3.2.1 Características da lama              

11.3.2.2 Uso de ecobatimetria para determinar o fundo

náutico               

11.3.2.3 Critérios baseados em propriedades reológicas

11.3.2.4 Definição do fundo náutico com base na

transição reológica         

11.3.2.5 Critérios baseados numa cota de densidade

da lama              

11.3.2.6 Exemplos          

11.3.3 Aplicabilidade quanto à representatividade das camadas

de lama fluida nas cartas náuticas brasileiras

    

12 Tipos de obras de abrigo portuárias

12.1 Considerações gerais sobre as obras de abrigo       

12.1.1 Função  

12.1.2 Finalidades          

12.2 Tipos convencionais de obras de abrigo     

12.3 Tipos não convencionais de obras de abrigo            

12.4 Escolha do tipo de obra     

12.5 Instalações para pré-fabricação, transporte, assentamento e

superestrutura de caixões de concreto armado

12.5.1 Características gerais das instalações para pré-fabricar

os caixões de concreto armado

12.5.2 Transporte dos caixões   

12.5.3 Assentamento dos caixões           

12.5.4 Execução da superestrutura        

12.6 Molhe com núcleo de areia – o caso de Maasvlakte 2

em Rotterdam

 

13 Dimensionamento de obras de abrigo portuárias      

13.1 Anteprojeto de quebra-mar de talude        

13.1.1 Características gerais da seção transversal            

13.1.2 Composição do maciço   

13.1.3 Equipamentos e métodos construtivos

13.1.4 Fatores de projeto           

13.1.5 Pré-dimensionamento da armadura         

13.1.6 Pré-dimensionamento da seção transversal         

13.1.6.1 Espessura da armadura              

13.1.6.2 Alturas recomendáveis e superestrutura           

13.1.6.3 Níveis de maré               

13.1.6.4 Largura da crista do maciço      

13.1.6.5 Cota da crista do maciço            

13.1.6.6 Trechos do cabeço e cotovelos do maciço         

13.1.6.7 Proteção do pé de talude do maciço    

13.1.7 A onda de projeto            

13.1.7.1 Probabilidade de ocorrência    

13.1.7.2 Indicações normativas

13.2 Metodologia de projeto de um quebra-mar de berma         

13.3 Diagrama de cargas de pressão sobre uma parede vertical                

13.4 Dimensionamento do peso dos blocos de espigões de enrocamento

13.5 Exemplos de obras de quebra-mares de talude      

13.5.1 Molhes de Rio Grande (RS)           

13.5.2 Molhe de Punta Riso no Porto de Brindisi (Itália)                

13.5.3 Molhe do Porto de Riposto, em Catania (Itália)   

13.6 Exemplo de obras de quebra-

marde

parede vertical

13.6.1 Obras de abrigo no Porto de Genova (Itália)

13.6.2 Obra de abrigo e contenção no Porto de Savona (Itália)  

13.6.3 Obra de abrigo e contenção no Estaleiro Naval de

Castellammare di Stabia (Itália)                

13.6.4 Obras de abrigo em Punta Riso e Costa Morena no Porto

de Brindisi (Itália)           

13.6.5 Quebra-mar externo a oeste do Porto Industrial de

Taranto (Itália)

13.6.6 Molhes espanhóis no Mediterrâneo        

13.6.7 Obras de abrigo no Japão              

13.6.8 Obras de abrigo em marinas no Mar Mediterrâneo          

13.6.9 Porto Pesqueiro de Terrasini em Palermo (Itália)                

13.7 Exemplo de obra de quebra-mar flutuante

              

14 Estruturas e equipamentos de acostagem    

14.1 Características gerais, classificação e tipos principais das obras

acostáveis          

14.1.1 Generalidades   

14.1.2 Obras contínuas

14.1.3 Obras em estruturas discretas    

14.1.4 Condições operacionais

14.1.5 Assistência dos rebocadores        

14.1.6 Bow thrusters     

14.2 Ação das embarcações nas obras acostáveis            

14.2.1 Considerações gerais      

14.2.2 Defensas              

14.2.2.1 Caracterização               

14.2.2.2 Velocidades recomendadas de atracação          

14.2.2.3 Diagrama força (carga) de reação x deflexão

(deformação)   

14.2.2.4 Defensas elásticas        

14.2.2.5 Critérios de seleção das defensas          

14.2.2.6 Estimativa das ações de atracação        

14.2.3 Cabos de amarração        

14.2.3.1 Movimentos fundamentais das embarcações e

seus limites recomendados       

14.2.3.2 Função e arranjo de amarração              

14.2.3.3 Princípios gerais para a amarração segura dos

navios  

14.2.3.4 Materiais e constituição dos cabos       

14.2.3.5 Características                

14.2.3.6 Estimativa de forças solicitantes por ação do vento

14.2.3.7 Estimativa de forças solicitantes por ação de

correntes           

14.2.3.8 Estimativa estática de forças de um plano de

amarração         

14.2.3.9 Ação de ondas                

14.2.4 Equipamento de amarração baseado em terra    

14.2.5 Passing ships       

14.2.6 Visibilidade          

14.2.7 Disponibilidade do berço              

14.2.8 Avaliação probabilística do risco de colisão da quilha do

navio com o fundo         

14.2.8.1 Fatores influenciando a profundidade

14.2.8.2 Aproximação ao problema

14.2.8.3 Nível d’água em repouso de projeto

14.2.8.4 Movimento do navio   

14.2.8.5 Irregularidades do fundo           

14.2.8.6 Folga líquida sob a quilha          

14.2.8.7 Critério de otimização da profundidade

14.2.8.8 Número de navios na área em estudo

14.2.8.9 Variações de longo termo na onda        

14.2.8.10 Análise econômica     

14.2.8.11 A complexidade do problema               

14.2.8.12 Exemplo simplificado                

14.3 Elementos básicos no projeto estrutural das obras de acostagem

14.3.1 Considerações gerais      

14.3.2 Classificação do tipo estrutural   

14.3.2.1 Classificação    

14.3.2.2 Cais de gravidade          

14.3.2.3 Cais em cortinas de estacas-prancha    

14.3.2.4 Cais de paramento aberto        

14.3.2.5 Píeres estaqueados em estruturas discretas     

14.3.2.6 Rampas de terminais Roll-on/Roll-off (Ro/Ro) e

ferries  

14.4 Portos fluviais        

14.4.1 Considerações gerais      

14.4.2 Acesso e abrigo  

14.4.3 Obras de acostagem        

14.5 Descrição de métodos construtivos de obras estaqueadas

14.5.1 Construção do Píer I do Complexo Portuário de Ponta

da Madeira (1980-1985) .           

14.5.2 Construção dos Berços Sul e Norte do Píer IV do Complexo

Portuário de Ponta da Madeira (2010-2012) .    

14.5.3 Construção do Berço 2 do Porto da Alumar em São Luís

(MA) (2007-2009)           

14.5.4 Construção do Terminal da BTP no Porto de Santos (SP)

(2010-2013)      

14.6 Descrição de métodos construtivos de obras em parede vertical    

14.6.1 Construção do Berço 1 do Porto da Alumar em São Luís

(MA) (1981-1984) .        

14.6.2 Construção dos cinco salientes da Bacia Portuária de

Sampierdarena no Porto de Genova (Itália) (1930-1937)

14.6.3 Construção do píer para atracação de navios carvoeiros

e petroleiros de porte bruto até 60 mil tpb no Porto de

La Spezia (Itália) (1960-1962 e 1969-1971) .       

14.6.4 Construção de cais no Porto de Pasajes (Espanha)

(1955-1959) .    

14.6.5 Construção de cais no Porto de Barcelona (Espanha)

(1965-1969) .    

14.6.6 Construção de salientes no Porto Industrial de Taranto

(Itália) (1962-1964 e 1970-1974) .           

14.6.7 Construção da tomada d’água para o resfriamento dos

condensadores da Usina Termoelétrica de Brindisi

(Itália) (1966-1968 e 1972-1975)              

14.7 Construção de diques secos para construção e carenagem em

estaleiros navais             

14.7.1 Diques secos       

14.7.2 Exemplos de obras de diques secos          

14.7.2.1 Construção do dique seco para carenagem n.° 4

no Porto de Genova (Itália) (1935-1939) .            

14.7.2.2 Construção do dique seco para carenagem n.° 5

no Porto de Genova (Itália) (1958-1962) .            

14.7.2.3 Construção do dique seco para construção de

navios de até  mil tpb no Estaleiro Naval

de Monfalcone (Itália) (1965-1969)        

14.7.2.4 Construção do dique seco para construção de

navios de até  mil tpb no Estaleiro Naval

Breda de Venezia-Marghera (Itália) (1973-1974)

14.7.2.5 Construção do dique seco para carenagem de

navios de até  mil tpb no Porto de Livorno

(Itália) (1967-1975) .      

14.7.3 Carreiras               

14.7.3.1 Construção da carreira n.° 4 para construção

de navios do Estaleiro Naval de Castellammare

di Stabia (Itália) (1957-1960) .   

14.7.3.2 Construção da carreira para construção de

navios do Estaleiro Naval de Riva Trigoso

(Itália) (1974-1976) .      

14.7.4 Cais e píeres de acabamento e reparos   

14.7.4.1 Construção do píer para reparos ou acabamento

para navios de até  mil tpb do Porto de

Genova (Itália) (1971-1973)

14.7.4.2 Construção do cais para acabamento de navios

do Estaleiro Naval Breda no Porto Marghera

(Itália) (1974) . 

14.7.4.3 Construção das obras do cais para acabamento

de navios do Estaleiro Naval de Castellammare

di Stabia (Itália) (1957-1958 e 1963-1964) .        

14.7.4.4 Construção das obras de ancoragem para

diques secos flutuantes no Porto de Palermo

(Itália) (1956-1957) .      

14.7.4.5 Construção das obras dos cais do complexo de

carenagem do Porto de Livorno (Itália) (1975)

14.7.4.6 Construção do píer para reparos de navios do

Estaleiro Naval CNR em Palermo (Itália) (1955)

14.7.4.7 Construção do píer para acabamento de navios

do Estaleiro Naval de Castellammare di Stabia

(Itália) (1958 e 1963-1964) .       

14.7.5 Carreiras para lançamento lateral de cascos         

14.8 Recomendações para a inspeção estrutural de obras de acostagem

14.8.1 Recomendações norte-americanas (US Navy)     

14.8.2 Recomendações alemãs (DIN)    

14.8.3 Recomendações PIANC  

14.9 Recuperação e reforço estrutural em cais

14.9.1 Considerações gerais      

14.9.2 Inspeção visual subaquática         

14.9.3 Estudos geotécnicos        

14.9.4 Cálculo das estruturas    

14.9.5 Execução das obras          

14.9.6 Logística de execução     

14.9.7 Cuidados ambientais       

14.10 Proteção contra erosão na fundação do cais          

14.10.1 Considerações gerais    

14.10.2 O sistema de colchões de concreto        

 

15 Equipamentos de movimentação e instalações de armazenamento de

cargas

15.1 Introdução               

15.1.1 Considerações gerais      

15.1.2 Dimensões dos terminais              

15.1.2.1 Considerações gerais   

15.1.2.2 Cais e píeres    

15.1.2.3 Áreas dos terminais     

15.2 Berços para carga geral e terminais multipropósito              

15.2.1 Dimensionamentos         

15.2.1.1 Número de berços e comprimento do cais        

15.2.1.2 Área de estocagem e arranjo geral integral       

15.2.1.3 Terminais multipropósito          

15.2.2 Cota        

15.2.3 Larguras das plataformas              

15.2.4 Largura total da área no tardoz da frente do cais               

15.2.5 Armazenamento coberto das cargas        

15.2.6 Pátios de estocagem       

15.2.7 Equipamento para movimentação de carga          

15.2.7.1 Considerações gerais   

15.2.7.2 Movimentação de carga entre a embarcação e

a plataforma     

15.2.7.3 Movimentação de carga entre a plataforma e

a área de estocagem     

15.2.7.4 Movimentação no interior das áreas de

estocagem em trânsito

15.2.7.5 Características de operação dos equipamentos

15.2.7.6 Detalhes de projeto do berço  

15.3 Terminais de contêineres

15.3.1 Considerações gerais      

15.3.2 Equipamentos do terminal de contêineres           

15.3.3 Cota e largura da plataforma       

15.3.3.1 Considerações gerais   

15.3.3.2 Comprimento do cais e definição do número

de portêineres

15.3.3.3 Área de operações no cais        

15.3.3.4 Pátio de estocagem     

15.3.3.5 Área de transferência e edificações      

15.4 Terminais Roll-on/Roll-off e de ferries         

15.4.1 Considerações gerais      

15.4.2 Arranjo geral dos terminais Ro/Ro e de ferries    

15.4.2.1 Caracterização               

15.4.2.2 Instalações no berço de terminais Ro/Ro           

15.4.2.3 Instalações nos terminais de ferries      

15.4.3 Rampas e pontes              

15.4.4 Proteção do fundo do berço        

15.5 Terminais para granéis líquidos      

15.5.1 Considerações gerais      

15.5.2 Berços convencionais para óleo cru e derivados de

petróleo e para gases liquefeitos refrigerados ou

comprimidos

15.5.3 Estocagem de granéis líquidos    

15.5.4 Terminais operando com boias   

15.5.4.1 Terminal convencional com quadro de boias

de amarração   

15.5.4.2 Terminal com monoboia            

15.6 Terminais para granéis sólidos        

15.6.1 Considerações gerais      

15.6.2 Terminais convencionais de exportação

15.6.3 Terminais convencionais de importação

15.6.3.1 Considerações gerais   

15.6.3.2 Caçambas         

15.6.3.3 Transportadores verticais          

15.6.3.4 Sistemas pneumáticos

15.6.3.5 Capacidades de descarga          

15.6.4 Movimentação e estocagem       

15.6.4.1 Sistemas de transportadores   

15.6.4.2 Empilhamento, estocagem e recuperação         

15.6.5 Mesclagem, processamento e pesagem

15.7 Terminais e portos fluviais                

15.8 Estaleiros navais    

15.9 Bases de apoio logístico offshore  

15.10 Porto ilha               

15.11 Terminais pesqueiros       

15.11.1 Considerações gerais    

15.11.2 Tipos de portos pesqueiros       

15.11.2.1 Atracadouros               

15.11.2.2 Portos pesqueiros costeiros  

15.11.2.3 Portos com distância de pesca próxima            

15.11.2.4 Portos pesqueiros oceânicos

15.11.2.5 Dimensões típicas médias dos barcos na costa

brasileira            

15.11.3 Dimensões náuticas      

15.11.3.1 Considerações gerais

15.11.3.2 Canais de acesso         

15.11.3.3 Bacias e berços            

15.11.4 Dimensões requeridas em terra              

15.11.4.1 Área de operações no cais      

15.11.4.2 Manutenção e reparo dos barcos        

15.11.4.3 Fluxo do pescado        

15.11.4.4 Equipamentos de descarga    

15.11.4.5 Edificações e outras instalações           

15.11.4.6 Exemplos de instalações de portos pesqueiros

15.12 Marinas  

15.13 Bases navais para Marinha de Guerra       

15.13.1 Considerações gerais    

15.13.2 Análise da frota que frequentará a base              

15.13.3 Concepção preliminar do tipo e do comprimento do cais

15.13.4 Previsão para a bacia de estacionamento           

15.13.5 Previsão das instalações terrestres        

15.13.5.1 Considerações gerais

15.13.5.2 Área administrativa   

15.13.5.3 Área militar   

15.13.5.4 Área operacional e industrial

15.13.5.5 Área de equipamentos gerais e de apoio         

15.13.5.6 Área de apoio a habitantes e frequentadores

da base               

15.13.5.7 Área residencial da vila militar              

15.13.5.8 Parque de tanques    

15.13.5.9 Estaleiros       

15.13.5.10 Exemplos de portos militares             

15.14 Sistemas oceânicos           

 

16 Funções, organização e planejamento portuário        

16.1 Funções de um porto          

16.2 Organização dos portos     

16.2.1 Considerações gerais      

16.2.2 Modelos de controle portuário   

16.2.2.1 Controle da União        

16.2.2.2 Controle dos estados ou municípios     

16.2.2.3 Autoridades portuárias autônomas

(Landlord Port)

16.2.2.4 Controle privado (Captive Port)              

16.2.2.5 BOT (Built-Operate-Transfer)  

16.2.3 Atividade portuária          

16.3 Mão de obra           

16.4 Tarifas portuárias

16.5 A política de gestão integrada         

16.6 Planejamento portuário    

16.6.1 Considerações gerais      

16.7 Considerações sobre anteprojeto de dimensionamento

operacional       

16.7.1 Aspectos básicos               

16.7.2 Dimensionamento do número de berços               

16.7.3 Dimensionamento de instalações de armazenagem para

granéis

16.7.4 Estudo logístico comparativo de embarque de soja           

16.8 Centro integrado de operação logística      

16.9 Controle de tráfego aquaviário       

 

17 Tipos de obras de defesa dos litorais               

17.1 Introdução               

17.1.1 Erosão costeira  

17.1.2 Obras de defesa dos litorais         

17.1.3 Intervenções não estruturais       

17.2 Levantamento de dados para o projeto      

17.3 As obras de defesa              

17.3.1 Classificações genéricas

17.4 Obras longitudinais aderentes        

17.4.1 Descrição             

17.4.2 Funções

17.4.3 Limitações           

17.4.4 Parâmetros funcionais do projeto             

17.4.5 Materiais empregados   

17.4.6 Modelos de obras longitudinais aderentes           

17.5 Espigões   

17.5.1 Descrição             

17.5.2 Funções

17.5.3 Limitações           

17.5.4 Utilização de espigão isolado       

17.5.5 Utilização de um campo de espigões       

17.5.6 Parâmetros funcionais do projeto             

17.5.7 Materiais empregados   

17.6 Quebra-mares costeiros    

17.6.1 Descrição             

17.6.2 Função  

17.6.3 Funcionamento

17.6.4 Limitações           

17.6.5 Parâmetros funcionais de projeto             

17.6.6 Indicaç&o

Sinopse

A ligação do Brasil com os mercados mundiais é predominantemente marítima. Nossa costa é monumental, e são extremamente numerosos os nossos portos. Por essa razão, projetar e desenvolver portos é atividade tradicional no Brasil.
Pela alteração do marco legal, permitiu-se aos terminais portuários privativos a movimentação de carga de terceiros e muitos terminais deverão ser implantados nos próximos anos, tornando esta nova edição de Engenharia portuária muito pertinente.
Sempre presentes no projeto dessas obras complexas de engenharia estiveram os textos dos professores Alfredini e Arasaki, notadamente este livro. É uma obra de vulto que compila conhecimento de praticamente todos os aspectos de engenharia de obras costeiras e fluviais, como canais, obras de proteção e píeres, com suporte na clara apresentação de toda a fenomenologia da interação fluida com a geomorfologia portuária. É um manual indispensável ao projetista, em especial ao brasileiro. O livro, sendo vastamente suportado por formulações analíticas ou empíricas, permite a aplicação imediata no projeto de concepção de toda obra costeira ou fluvial. É autossuficiente do ponto de vista técnico. Também é texto didático utilizado em cursos de diferentes escopos, da graduação à pós-graduação.
Nesta obra, toda a técnica utilizada nessa ciência experimental encontra respaldo
teórico rico em exemplos reais.


MARCOS PINTO
Professor do Departamento de Engenharia Naval e Oceânica da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (EPUSP) e sócio-fundador da Terrafirma Consultoria

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