Engenharia Portuária

Emilia Arasaki , Paolo Alfredini

2019 — 2ª edição
Lançamento

R$ 330,00

Disponível em estoque

Sobre o Livro

ISBN: 9788521213192
Páginas: 1504
Formato: 20,5x25,5 cm
Ano de Publicação: 2019
Peso: 3.425 kg

Conteúdo

PARTE 1

HIDRÁULICA MARÍTIMA

Lista de símbolos

1 Hidrodinâmica e estatística das ondas curtas produzidas pelo vento

1.1 Introdução sobre ondas de oscilação

1.2 Ondas monocromáticas e ondas naturais

1.3 Dispersão da onda e velocidade de grupo

1.4 Energia da onda

1.5 Características estatísticas das alturas das ondas oceânicas

1.6 Efeitos de águas intermediárias e rasas

1.7 Difração

1.8 Reflexão

1.9 Correntes longitudinais produzidas pela arrebentação

 

2 Dinâmica das ondas longas de maré em embocaduras marítimas

2.1 Dinâmica da maré estuarina

2.2 Propagação da maré em estuários

2.3 Onda de maré em rio desaguando no mar

2.4 Elementos de hidrografia

 

3 Transporte litorâneo de sedimentos e morfologia costeira

3.1 Introdução

3.2 Origens e características dos sedimentos de praia

3.3 Circulação induzida pelas ondas junto à costa

3.4 Descrição do transporte litorâneo de sedimentos

3.5 Perfis, alinhamentos de praia e formações costeiras típicas

3.6 Análise quantitativa do processo de transporte litorâneo

 

4 Hidrossedimentologia, dinâmica halina e morfologia em embocaduras marítimas

4.1 Descrição geral das embocaduras marítimas

4.2 Intrusão salina em estuários

4.3 Processos sedimentológicos

4.4 Processos morfológicos

4.5 Estudos de casos

 

PARTE 2

HIDRÁULICA FLUVIAL

Lista de símbolos

5 Transporte fluvial de sedimentos

5.1 Introdução

5.2 Modalidades do transporte sólido

5.3 Equilíbrio dos escoamentos com fundo móvel

5.4 Curva-chave sólida

5.5 Distribuição de tensões de arrastamento na fronteira

 

6 Início do movimento e rugosidade no leito fluvial

6.1 Hidráulica dos escoamentos com fundo móvel

6.2 Propriedades dos sedimentos

6.3 Início do transporte sólido por arrastamento

6.4 Conformações de fundo

6.5 Resistência ao escoamento em leito móvel

 

7 Quantificação do transporte fluvial de sedimentos

7.1 Capacidade de transporte por arrastamento de fundo

7.2 Transporte sólido em suspensão

7.3 Transporte sólido total

7.4 Fluxos de transporte de sedimentos e detritos em erosões por remoção em massa

 

8 Morfologia fluvial e teoria do regime

8.1 Introdução

8.2 Teoria do regime

8.3 Evolução dos cursos d’água

 

9 Engenharia de rios: características planialtimétricas fluviais em planície aluvionar

9.1 Engenharia de rios

9.2 Leis de Fargue e geometria das curvas fluviais

9.3 Meandros divagantes

 

PARTE 3

OBRAS PORTUÁRIAS E COSTEIRAS

Lista de símbolos

10 Tipos de portos

10.1 Classificação dos tipos de portos

10.2 Obras de melhoramento dos portos

10.3 Arranjo geral das obras portuárias

10.4 Localização de quebra-mares

10.5 Marinas ou portos de recreio e lazer

10.6 Questões fundamentais do projeto das obras portuárias

10.7 Ações em estruturas portuárias marítimas ou fluviais

10.8 Revitalização urbanística de antigas áreas portuárias

 

11 Dimensões náuticas portuárias

11.1 Canais de acesso

11.2 Bacias portuárias

11.3 Profundidades em áreas lamosas: a abordagem do fundo náutico

 

12 Tipos de obras de abrigo portuárias

12.1 Considerações gerais sobre as obras de abrigo

12.2 Tipos convencionais de obras de abrigo

12.3 Tipos não convencionais de obras de abrigo

12.4 Escolha do tipo de obra

12.5 Instalações para pré-fabricação, transporte, assentamento e superestrutura de caixões de concreto armado

12.6 Molhe com núcleo de areia – o caso de Maasvlakte 2 em Rotterdam

 

13 Dimensionamento de obras de abrigo portuárias

13.1 Anteprojeto de quebra-mar de talude

13.2 Metodologia de projeto de um quebra-mar de berma

13.3 Diagrama de cargas de pressão sobre uma parede vertical

13.4 Dimensionamento do peso dos blocos de espigões de enrocamento

13.5 Exemplos de obras de quebra-mares de talude

13.6 Exemplo de obras de quebra-mar de parede vertical

13.7 Exemplo de obra de quebra-mar flutuante

 

14 Estruturas e equipamentos de acostagem

14.1 Características gerais, classificação e tipos principais das obras acostáveis

14.2 Ação das embarcações nas obras acostáveis

14.3 Elementos básicos no projeto estrutural das obras de acostagem

14.4 Portos fluviais

14.5 Descrição de métodos construtivos de obras estaqueadas

14.6 Descrição de métodos construtivos de obras em parede vertical

14.7 Construção de diques secos para construção e carenagem em estaleiros navais

14.8 Recomendações para a inspeção estrutural de obras de acostagem

14.9 Recuperação e reforço estrutural em cais

14.10 Proteção contra erosão na fundação do cais

 

15 Equipamentos de movimentação e instalações de armazenamento de cargas

15.1 Introdução

15.2 Berços para carga geral e terminais multipropósito

15.3 Terminais de contêineres

15.4 Terminais Roll-on/Roll-off e de ferries

15.5 Terminais para granéis líquidos

15.6 Terminais para granéis sólidos

15.7 Terminais e portos fluviais

15.8 Estaleiros navais

15.9 Bases de apoio logístico offshore

15.10 Porto ilha

15.11 Terminais pesqueiros

15.12 Marinas

15.13 Bases navais para Marinha de Guerra

15.14 Sistemas oceânicos

 

16 Funções, organização e planejamento portuário

16.1 Funções de um porto

16.2 Organização dos portos

16.3 Mão de obra

16.4 Tarifas portuárias

16.5 A política de gestão integrada

16.6 Planejamento portuário

16.7 Considerações sobre anteprojeto de dimensionamento operacional

16.8 Centro integrado de operação logística

16.9 Controle de tráfego aquaviário

 

17 Tipos de obras de defesa dos litorais

17.1 Introdução

17.2 Levantamento de dados para o projeto

17.3 As obras de defesa

17.4 Obras longitudinais aderentes

17.5 Espigões

17.6 Quebra-mares costeiros

17.7 Alimentação artificial das praias

17.8 Obras de proteção contra inundações e ação do vento

17.9 Materiais não convencionais de contenção com geossintéticos

 

18 Efeitos das obras costeiras sobre o litoral

18.1 Espigões

18.2 Quebra-mares costeiros

18.3 Alimentação artificial de praias

18.4 Instalação de comportas e solução integrada

18.5 Soluções analíticas do modelo de uma linha para as mudanças da linha de costa

18.6 Projeto de alimentação artificial de praia com função protetiva

18.7 Arenoduto

 

19 Tipos de obras em embocaduras marítimas

19.1 Princípios das obras de controle e aproveitamento dos estuários

19.2 Métodos de controle

19.3 Controle hidráulico

19.4 Controle do transporte de sedimentos

19.5 Exemplos de obras em embocaduras estuarinas e seus impactos

19.6 Eventos extremos

19.7 Obra de transpasse de areias (sand by-pass)

 

20 Dispersão aquática de efluentes

20.1 Emissários submarinos

20.2 Conceituação sobre o comportamento de vazamentos de óleo

20.3 Processo de licenciamento ambiental

20.4 Impacto ambiental e gerenciamento ambiental integrado

20.5 Avaliação em modelo físico do emissário de Santos (SP)

 

PARTE 4

OBRAS HIDROVIÁRIAS

21 Obras de escavação submersas

21.1 Dragagem

21.2 Derrocamento

21.3 Gestão ambiental de dragados não inertes

21.4 Estudo de caso da avaliação do processo de assoreamento no canal de acesso e bacia de evolução do porto da Alumar, em São Luís (MA)

21.5 Exemplos de cálculos sobre dragagem

21.6 Equipamentos de dragagem para alimentação artificial de praia

21.7 Performance da dragagem com dragas hopper

21.8 Aspectos gerais da ressuspensão de sedimentos por dragagem

21.9 Uso da válvula verde em dragas hopper

21.10 Exemplo de uma dragagem ambiental – canal de Piaçaguera

21.11 Exemplo de uma obra de derrocamento

 

22 Dimensões náuticas hidroviárias

22.1 Embarcações fluviais

22.2 Dimensões básicas das hidrovias

22.3 Estruturas especiais de canais artificiais para a navegação

22.4 Obras de melhoramento hidroviário para a navegação

22.5 Sinalização hidroviária

22.6 Simulações em modelo físico e matemático

 

23 Obras de melhoramento hidroviário para a navegação

23.1 Importância da navegação interior e técnicas de melhoramentos

23.2 Obras de normalização

23.3 Obras de regularização do leito

23.4 Intervenções para prevenir e conter as erosões por remoção em massa

23.5 Seção de escoamento das barragens móveis

23.6 Escolha entre a canalização de um rio e um canal lateral artificial

23.7 Transposição de um divisor de águas

23.8 Canal de Pereira Barreto (SP)

23.9 Portos fluviais

23.10 Exemplo de pequenas carreiras fluviais

 

24 Obras de transposição de desnível com eclusas e capacidade de tráfego hidroviário

24.1 Princípio de funcionamento das eclusas de navegação

24.2 Dimensões típicas das eclusas

24.3 Segurança nas eclusagens

24.4 Equipamentos das eclusas de navegação

24.5 Funcionamento hidráulico das eclusas

24.6 Capacidade de tráfego das eclusas

24.7 O Canal do Panamá

 

25 Obras de arte e equipamentos especiais da infraestrutura associada à navegação hidroviária interior

25.1 Considerações iniciais

25.2 Elevadores de embarcações

25.3 Aquedutos (pontes-canais)

25.4 Vãos móveis de pontes de travessia em hidrovia

25.5 Comportas de segurança (ou de guarda)

25.6 Anteparas de barragens móveis

25.7 Subterrâneos de navegação ou túneis hidroviários

25.8 Estações de bombeamento

 

PARTE 5

ADAPTAÇÃO DO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

26 Indutores, impactos e mitigação na infraestrutura aquaviária marítima, portuária e hidroviária interior

26.1 Considerações gerais sobre os paradigmas do transporte aquaviário

26.2 A aquavia como instrumento de transporte

26.3 O vetor d’água

26.4 A luta contra as inundações

26.5 Atividades relativas à aquavia

26.6 O papel da aquavia no desenvolvimento territorial sustentável

26.7 Alterações climáticas globais

26.8 Potenciais impactos sobre a navegação e os portos marítimos

26.9 Potenciais impactos sobre a navegação hidroviária interior

26.10 Perspectivas de oportunidades para a navegação e a atividade portuária em termos de adaptação às mudanças climáticas

26.11 As diretrizes

 

Bibliografia

Pequeno glossário de termos náuticos e portuários

Lista de termos

Sinopse

A ligação do Brasil com os mercados mundiais é predominantemente marítima. Nossa costa é monumental, e são extremamente numerosos os nossos portos. Por essa razão, projetar e desenvolver portos é atividade tradicional no Brasil.
Pela alteração do marco legal, permitiu-se aos terminais portuários privativos a movimentação de carga de terceiros e muitos terminais deverão ser implantados nos próximos anos, tornando esta nova edição de Engenharia portuária muito pertinente.

Sempre presentes no projeto dessas obras complexas de engenharia estiveram os textos dos professores Alfredini e Arasaki, notadamente este livro. É uma obra de vulto que compila conhecimento de praticamente todos os aspectos de engenharia de obras costeiras e fluviais, como canais, obras de proteção e píeres, com suporte na clara apresentação de toda a fenomenologia da interação fluida com a geomorfologia portuária. É um manual indispensável ao projetista, em especial ao brasileiro. O livro, sendo vastamente suportado por formulações analíticas ou empíricas, permite a aplicação imediata no projeto de concepção de toda obra costeira ou fluvial. É autossuficiente do ponto de vista técnico. Também é texto didático utilizado em cursos de diferentes escopos, da graduação à pós-graduação.

Nesta obra, toda a técnica utilizada nessa ciência experimental encontra respaldo teórico rico em exemplos reais.


MARCOS PINTO
Professor do Departamento de Engenharia Naval e Oceânica da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (EPUSP) e sócio-fundador da Terrafirma Consultoria

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