Estabilidade de Taludes Naturais e de Escavação

Guido Guidicini , Carlos M. Nieble

1984 — 2ª edição

R$ 82,00

Disponível em estoque

Sobre o Livro

ISBN: 9788521201861
Páginas: 216
Formato: 16x23 cm
Ano de Publicação: 1984
Peso: 0.331 kg

Sumário

APRESENTAÇÃO

PREFÁCIO

PREFÁCIO À SEGUNDA EDIÇÃO

SIMBOLOGIA E NOTAÇÕES

 

Capítulo 1 - SISTEMÁTICA DE CLASSIFICAÇÃO 

1.1. Introdução
1.2. Critérios de classificação de movimentos de massas 
1.3. O sistema de classficação de Magalhães Freire
1.4. Histórico da documentação brasileira sobre escorregamento
    1.4.1. Extensão das áreas afetadas
1.5. Correlação entre pluviosidade e escorregamentos
1.6. Escoamentos
    1.6.1. Rastejos
    1.6.2. Corridas
        1.6.2.1. Corrida de terra
        1.6.2.2. Corrida de areia ou silte
        1.6.2.3. Corrida de lama
        1.6.2.4. Avalancha de detritos  
1.7. Escorregamentos  
    1.7.1. Ecorregamentos rotacionais
    1.7.2. Escorregamentos translacionais
        1.7.2.1 Escorregamentos translacionais de rocha
        1.7.2.2 Escorregamentos translacionais de solo
        1.7.2.3 Escorregamentos translacionais de solo e rocha
        1.7.2.4 Escorregamentos translacionais remontantes
    1.7.3 Queda de blocos
    1.7.4 Queda de detritos
1.8 Subsidências
    1.8.1 Subsidências (propriamente ditas)
    1.8.2 Recalques
    1.8.3 Desabamentos
1.9 Formas de transição ou termos de passagem
1.10 Movimentos complexos de massas


Capítulo 2 – AGENTES E CAUSAD DE MOVIMENTOS DE MASSAS

2.1 Causas internas
    2.1.1 Efeito de oscilações térmicas
    2.1.2 Diminuição dos parâmetros de resistência por intemperismo
2.2 Causas externas
    2.2.1 Mudanças na geometria do sistema
    2.2.2 Efeitos de vibrações
    2.2.3 Mudanças naturais na inclinação das encostas
2.3 Causas intermediárias
    2.3.1 Elevação do nível piezométrico em massas “homogêneas”
    2.3.2 Elevação da coluna de água em descontinuidades
    2.3.3 Rebaixamento rápido do lençol freático
    2.3.4 Erosão subterrânea retrogressiva (piping)
    2.3.5 Diminuição do efeito de coesão aparente
2.4 Atuação da cobertura vegetal
    2.4.1 Ação específica dos componentes da floresta
    2.4.2 Efeitos do desmatamento
    2.4.3 A legislação brasileira e a proteção das encostas


Capítulo 3 – FATORES GEOLÓGICOS E GEOMECÂNICOS SIGNIFICATIVOS

3.1 Ângulo de atrito e coesão
3.2 Influência de irregularidade no cisalhamento
3.3 Influência dos materiais de preenchimento no cisalhamento
3.4  Influência de interfaces solo-rocha no cisalhamento
3.5 Influência da água no cisalhamento
3.6 Compartimentação do maciço e sua importância
3.7 Rupturas preexistentes como indício de instabilidade
3.8 Falhas e horizontes preferenciais de alteração
3.9 Perfis de intemperismo na estabilidade
3.10 Efeito de macroestrutura em solos
3.11 Ângulo de repouso em materiais granulares
3.12 Redes de fluxo subterrâneo na estabilidade
3.13 Efeito de alívio de tensão por erosão


Capítulo 4 – MÉTODOS DE INVESTIGAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE DADOS

4.1 Trabalhos de campo
4.2 Estudo geológico regional
4.3 Critérios de identificação de movimentos de massa
    4.3.1 Critérios no emprego de fotos aéreas
    4.3.2 Indícios na observação direta no campo
4.4 Mapeamento geológico da encosta
4.5 Trabalhos de subsuperfície
4.6 Descrição das características do movimento
4.7 Estudo da compartimentação do maciço
4.8 O emprego de diagramas de projeção esférica
4.9 Representação do cone de atrito
4.10 Caracterização geomecânica por meios expeditos
    4.10.1 Índices globais de classificação
    4.10.2 Grau de resistência
    4.10.3 Grau de alteração
    4.10.4 Grau de coerência
    4.10.5 Grau de faturamento
    4.10.6 Medição de irregularidades de superfície
    4.10.7 Classificações “ponderadas”
    4.10.8 Ensaios de cisalhamento expeditos
4.11 estudo das condições de percolação de água subterrânea
4.12 Trabalhos de laboratório
4.13 Retroanálise


Capítulo 5 – MÉTODOS PARA CÁLCULO DE ESTABILIDADE DE TALUDES

5.1 Introdução
5.2 Os métodos de análise
    5.2.1 Ruptura circular
        5.2.1.1 Método de Rendulic ou da espiral logarítmica
        5.2.1.2 Método do círculo de atrito ou de Taylor
        5.2.1.3 Ábacos de Taylor
        5.2.1.4 Método sueco ou de fatias
        5.2.1.5 Gráficos de Bishop e Morgenstern
        5.2.1.6 Ábacos de Hoek e Bray
        5.2.1. Correlações entre métodos tradicionais de análise
    5.2.2 Ruptura plana
        5.2.2.1 Método gráfico
        5.2.2.2 Ábacos de Hoek e Bray
        5.2.2.3 Limitações da análise
    5.2.3 Ruptura em cunha
        5.2.3.1 Ábacos de Hendron, Cording e Aiyer
        5.2.3.2 Ábacos de Hoek e Bray
    5.2.4 Análise de tombamento de blocos
    5.2.5 Outros fatores que devem ser considerados no cálculo de estabilidade
        5.2.5.1 Influência da curvatura do talude na estabilidade
        5.2.5.2 Influência de solicitações dinâmicas


Capítulo 6 – ESTABILIZAÇÃO DE TALUDES E INSTRUMENTAÇÃO

6.1 Estabilização de taludes
    6.1.1 Sistematização dos processos de estabilização
    6.1.2 Considerações sobre os principais métodos
        6.1.2.1 Mudança na geometria do talude
        6.1.2.2 Drenagem de água subterrânea
        6.1.2.3 Reforço do maciço
        6.1.2.4 controle de desmonte
    6.1.3 Experiências brasileiras na estabilização de taludes
6.2 Instrumentação de taludes
    6.2.1 Importância da instrumentação
    6.2.2 Métodos e técnicas de instrumentação
        6.2.2.1 Métodos de medição direta de movimentos
        6.2.2.2 Métodos de medição indireta de movimentos


Bibliografia nacional sobre estabilidade de taludes
Bibliografia internacional sobre estabilidade de taludes

Sinopse

Este livro trata, basicamente, do estudo e da análise de estabilidade de taludes em encostas naturais e em paredes de escavações em solo ou rocha. Os taludes de maciços compactados, tais como os de barragens de terra, enrocamento, aterros para rodovias, ferrovias etc., por envolverem métodos de projeto e técnicas de construção especiais, não foram considerados neste trabalho.

Ver maisVer menos

Depoimentos sobre o livro

Envie seu depoimento

Seja o primeiro a publicar um depoimento sobre o livro!