Guia para Aulas Práticas de Biotecnologia de Enzimas e Fermentação

José Alves Rocha Filho , Michele Vitolo

2017 — 1ª edição
Lançamento

R$ 55,00

Disponível em estoque

Sobre o Livro

ISBN: 9788521211686
Páginas: 168
Formato: 16,8 x 23,9 cm
Ano de Publicação: 2017
Peso: 0.295 kg

Conteúdo

1. SOLUÇÕES-TAMPÃO

 

1.1 Objetivo

1.2 Teoria

1.3 Reagentes e equipamentos

1.3.1 Reagentes

1.3.2 Equipamentos

1.4 Métodos analíticos

1.5 Práticas

1.5.1 Preparação e avaliação da capacidade de tamponamento do tampão acetato

1.5.2 Curva de titulação da glicina

1.5.3 Curva de titulação da glicina na presença de formaldeído

1.6 Questões de revisão e fixação

1.7 Bibliografia

 

2. OBTENÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE ENZIMAS

 

2.1 Objetivo

2.2 Teoria

2.3 Reagentes e equipamentos

2.3.1 Reagentes

2.3.2 Equipamentos

6 Guia para aulas práticas de biotecnologia de enzimas e fermentação

2.4 Métodos analíticos

2.4.1 Dosagem de proteína solúvel

2.4.2 Dosagem de proteína insolúvel (método de Kjehldal)

2.4.3 Medida da atividade enzimática

2.5 Práticas

2.5.1 Estabelecimento da curva-padrão para dosagem de proteína solúvel (método do biureto)

2.5.2 Estabelecimento da curva-padrão para a dosagem de proteína solúvel (método de Bradford)

2.5.3 Estabelecimento da curva-padrão para dosagem de proteína solúvel (método de Lowry)

2.5.4 Estabelecimento da curva-padrão de tirosina para a dosagem da atividade bromelínica

2.5.5 Estabelecimento da curva-padrão para medida do halo de inibição relacionado à atividade bromelínica em meio sólido (placa de petri)

2.5.6 Obtenção da bromelina (a partir da polpa e/ou casca do abacaxi)

2.5.7 Estabelecimento da curva-padrão de amônia para dosagem da atividade ureásica

2.5.8 Obtenção da urease

2.5.9 Estabelecimento da curva-padrão de glicose para dosagem da atividade invertásica

2.5.10 Obtenção da invertase

2.6 Questões de revisão e fixação

2.7. Bibliografia

 

3. FATORES QUE AFETAM A ATIVIDADE ENZIMÁTICA

 

3.1 Objetivo

3.2 Teoria

3.2.1 Fatores de ação localizada

3.2.2 Fatores de ação deslocalizada

3.2.3 Efeito da concentração inicial de substrato

3.3 Reagentes e equipamentos

3.3.1 Reagentes

3.3.2 Equipamentos

3.4 Métodos analíticos

3.4.1 Dosagem da atividade da bromelina

3.4.2 Dosagem da atividade da urease

3.4.3 Dosagem da atividade da invertase

3.5 Práticas

3.5.1 Efeito do pH na atividade e estabilidade enzimática

3.5.2 Efeito da temperatura na atividade e estabilidade enzimática

3.5.3 Efeito da força iônica do tampão na atividade enzimática

3.5.4 Efeito da concentração inicial de substrato na atividade enzimática

3.5.5 Efeito conjugado pH-temperatura na atividade enzimática

3.5.6 Efeito de inibidores na atividade enzimática

3.6 Questões de revisão e fixação

3.7 Bibliografia

 

4. IMOBILIZAÇÃO: TIPOS E TÉCNICAS

 

4.1 Objetivo

4.2 Teoria

4.2.1 Introdução

4.2.2 Encapsulamento

4.2.3 Ligação em resinas de troca iônica

4.2.4 Quitosana

4.2.5 Coeficiente de imobilização (CI)

4.3 Reagentes e equipamentos

4.3.1 Reagentes

4.3.2 Equipamentos

4.4 Métodos analíticos

4.5 Práticas

4.5.1 Imobilização em hidrogel

4.5.2 Imobilização em resinas de troca iônica

4.6 Questões de revisão e fixação

4.7 Bibliografia

 

5. FERMENTAÇÃO

 

5.1 Objetivo

5.2 Teoria

5.3 Reagentes e equipamentos

5.3.1 Reagentes

5.3.2 Equipamentos

5.4 Métodos analíticos

5.4.1 Determinação da massa celular seca

5.4.2 Determinação da concentração de células por meio da contagem em câmara de Neubauer

5.4.3 Dosagem do etanol

5.4.4 Dosagem do açúcar redutor total (ART)

5.4.5 Dosagem dos açúcares redutores (AR)

5.5 Práticas

5.5.1 Preparação e propagação das células para o inóculo

5.5.2 Imobilização das células por aprisionamento

5.5.3 Determinação da curva de crescimento celular em frascos agitados (efeito do pH, da temperatura e da composição do meio de cultura)

5.5.4 Determinação da curva de consumo de substrato por células de levedura em frascos agitados

5.5.5 Determinação da capacidade fermentativa de leveduras em frascos agitados em termos de etanol formado (efeito do pH, da temperatura e da composição do meio de cultura)

5.5.6 Fermentação de caldo de cana com a levedura imobilizada em alginato de cálcio

5.5.7 Destilação do etanol formado na fermentação do caldo de cana clarificado usando células de levedura imobilizadas em alginato de cálcio

5.6 Questões de revisão e fixação

5.7 Bibliografia

 

6. BIORREATORES

 

6.1 Objetivo

6.2 Teoria

6.3 Reagentes e equipamentos

6.3.1 Reagentes

6.3.2 Equipamentos

6.4 Método analítico

6.5 Práticas

6.5.1 Operacionalização de biorreatores descontínuo, contínuo e descontínuo alimentado

6.5.2 Hidrólise da sacarose pela invertase solúvel em biorreator descontínuo

6.5.3 Hidrólise da sacarose pela invertase solúvel em biorreator descontínuo alimentado

6.5.4 Hidrólise da sacarose pela invertase imobilizada em biorreator descontínuo

6.5.5 Hidrólise da sacarose pela invertase imobilizada em biorreator descontínuo alimentado

6.5.6 Hidrólise da sacarose pela invertase ligada à parede celular da levedura de panificação

6.5.7 Emprego da levedura de panificação aprisionada em hidrogel na hidrólise da sacarose executada em biorreator contínuo com agitação constante

6.6 Questões de revisão e fixação

6.7 Bibliografia

 

RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE REVISÃO E FIXAÇÃO E DOS PROBLEMAS PROPOSTOS EM “QUESTÕES PARA RESPONDER”

Sinopse

A biotecnologia vem sendo desenvolvida ao longo do tempo – dos primórdios da humanidade até 1677 (ano da invenção do microscópio óptico), do final do século XVII à década de 1970 (invenção das técnicas do DNA recombinante e da fusão celular) e dos anos 1970 até hoje (desenvolvimento acelerado das técnicas biotecnológicas).

Pela diversidade da biotecnologia e por seu ensino nos níveis médio e superior, tanto na graduação quanto na pós-graduação, é tarefa difícil para os professores de diferentes áreas (biologia, química, farmácia, engenharia bioquímica e áreas afins) estabelecer programas de ensino prático.

Com base na generalidade dos conceitos norteadores da atividade enzimática e do processo fermentativo, concebemos este livro para agregar experimentos biotecnológicos de complexidade baixa e moderada, executáveis em laboratórios minimamente aparelhados. Os experimentos descritos dão ao professor a possibilidade de reproduzi-los pura e simplesmente ou de adaptá-los a projetos de pesquisa (iniciação científica e pós-graduação) ou a trabalhos de conclusão de curso, nos níveis médio, técnico ou superior, envolvendo enzimas e/ou micro-organismos.

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