Janelas da Psicanálise

Transmissão, Clínica, Paternidade, Mitos, Arte

Fernando Rocha

2019 — 1ª edição
Lançamento

R$ 84,00

Disponível em estoque

Sobre o Livro

ISBN: 9788521213987
Páginas: 334
Formato: 14 x 21 cm
Ano de Publicação: 2019
Peso: 0.365 kg

Conteúdo

Prefácio: cartografias da psicanálise
Palavras introdutórias


JANELA 1
Psicanálise e transmissão
1. Emancipação versus adaptação: perspectivas na formação psicanalítica
2. A transferência na supervisão psicanalítica
3. Reflexões sobre o paradoxo entre o inconsciente disruptivo e a instituição
4. Entrevista à Alter


JANELA 2
Psicanálise e clínica
5. Trauma narcísico e resiliência numa experiência analítica: a transferência como tutor da resiliência

6. Sobre o trabalho de retificação subjetiva na entrada em análise: as primeiras entrevistas com Marcel e o jogo do cache-cache
7. Comentários ao trabalho, por Margaret Waddington Binder
8. Sobre impasses e mistérios do corpo na clínica psicanalítica
9. Vicissitudes das sementes de Narciso e clínica psicanalítica
10. Sobre o relatório clínico: perdas e ganhos na escrita psicanalítica


JANELA 3
Psicanálise: paternidade e mitos
11. Notas sobre a paternidade: do mito à atualidade
12. A sexualidade na teoria e na prática psicanalíticas: sobre o complexo de Édipo e de castração
13. Comentários ao trabalho, por Dulce Campos Dantas
14. Édipo e sexualidade, supremacia de uma compulsão à repetição, cem anos depois: um sempre atual desafio


JANELA 4
Psicanálise e arte
15. Esculpindo o inaudito
16. Ensaio psicanalítico sobre o ciúme: o ciúme na música popular brasileira

Sinopse

O título, Janelas da psicanálise, evidencia as linhas de força que o autor escolheu para organizar tematicamente a disposição de seus diversos ensaios e inscrevê-los em sequências, de modo a configurá-los em novas totalidades significativas.

A escolha de “janela” no plural, para delinear a ordem discursiva em pauta, evidencia que, para o autor, a psicanálise não se circunscreve ao estrito registro unidimensional, mas se inscreve, em contrapartida, num registro mais amplo e aberto, marcadamente pluridimensional.

Não resta qualquer dúvida de que o campo da clínica ocupa a posição superior na hierarquia em questão, uma vez que os demais registros são alinhavados e constituídos logicamente como derivações do registro clínico.

– Joel Birman

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