Materiais Elétricos - Vol. 2

Isolantes e Magnéticos

Walfredo Schmidt

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Sobre o Livro

ISBN: 9788521205210
Páginas: 176
Formato: 17x24 cm
Ano de Publicação: 2010
Peso: 0.270 kg

Conteúdo

CAPÍTULO 1 - DIELÉTRICOS E SUAS PROPRIEDADES ELÉTRICAS 
1. Polarização do dielétrico
2. A polarização do dielétrico e a constante dielétrica
3. Formas fundamentais de polarização
4. Classificação dos dielétricos segundo o tipo de polarização
5. As propriedades de materiais isolantes
6. A constante dielétrica dos gases (c)
7. A constante dielétrica de líquidos
8. A constante dielétrica de isolantes sólidos
9. A condutividade elétrica transversal dos isolantes
10. A condutividade superficial dos isolantes sólidos
11. Perdas diéletricas. O fator de perdas (tg [1][1])
12. Descarga interna - Análise da rigidez dielétrica
13. Ruptura dielétrica dos gases
14. O comportamento higroscópico
15. Absorção de água
16. Capacidade de dispersão da umidade

CAPÍTULO 2 - PROPRIEDADES MECÂNICAS
1. Esforço de tração
2. Esforço de compressão
3. Esforço à flexão
4. Viscosidade

CAPÍTULO 3 - PROPRIEDADES TÉRMICAS
1. Coeficiente de temperatura
2. Estabilidade térmica
3. Condutividade térmica

CAPÍTULO 4 - PROPRIEDADES FÍSICO-QUÍMICAS
1. Densidade e porosidade
2. Solventes e solubilidade
3. Estabilidade química
4. A distribuição do campo elétrico em função da constante dielétrica

CAPÍTULO 5 - MATERIAIS ISOLANTES DE USO INDUSTRIAL
MAIS FREQUENTE

1. Isolantes gasosos
2. Isolantes líquidos
3. O óleo mineral
4. Óleos de silicone
5. Métodos de aplicação de dielétricos líquidos

CAPÍTULO 6 - ISOLANTES PASTOSOS E CERAS
1. Parafina
2. Pasta de silicone
3. Resinas e vernizes
4. Resinas naturais
5. Resinas sintéticas polimerizadas
6. Resinas sintéticas condensadas
7. Resina epóxi
8. Ésteres e éteres de celulose
9. Vernizes
10. Fibras orgânicas
11. Fibras sintéticas
12. Cerâmicas
13. Vidro
14. A fibra de vidro e seus produtos
15. Mica
16. Amianto
17. Borrachas

CAPÍTULO 7 - MATERIAIS MAGNÉTICOS
1. Introdução
2. O conceito de domínio
3. Constatação prática dos limites de cada domínio
4. Particularidades da magnetização e classifi cação dos materiais
5. Anisotropia cristalina
6. A magnetostrição
7. Deformações cristalinas
8. Corrente parasita e os processos de sua redução

CAPÍTULO 8 - NÚCLEOS LAMINADOS

CAPÍTULO 9 - NÚCLEOS COMPACTADOS

CAPÍTULO 10 - MATÉRIAS-PRIMAS PARA NÚCLEOS
1. Para imãs permanentes
2. Materiais de elevado nível de saturação
3. Ferro e aço fundido para máquinas girantes
4. Chapas de ferro silicioso
5. Ligas de ferro-níquel
6. Ligas de alumínio-ferro-silício
7. Ligas de ferro-cobalto
8. Ligas com características especiais
9. Materiais ferromagnéticos para frequências elevadas

 

Sinopse

Quando da decisão de um profissional de assuntos técnicos, de redigir um artigo técnico ou mesmo um livro, o autor se depara de imediato com a clara definição dos os objetivos que se pretende alcançar e qual o público-alvo da publicação.

Estes objetivos, não raramente, têm estreita ligação com a atividade profissional do autor e de quais deficiências que encontrou nesta trajetória, geralmente abrangendo muitos anos de suas atividades, incluindo os anos de formação.

No caso da redação dos três volumes de Materiais Elétricos, influenciados sensivelmente por um ano de aperfeiçoamento no exterior, e da simultânea atividade do autor nas áreas de ensino, de atividade na área industrial de empresas do ramo eletro-mecânico e de projetos, e de uma longa atuação no ramo editorial, produzindo textos para revistas técnicas e livros, os objetivos claros que se destacaram foram os de levar para o leitor em geral e o aluno de escolas de engenharia e técnicas em particular, foi o de enfocar os "porquês" de um dado componente ser construído com determinadas matérias-primas, e acompanhar estas matérias-primas no seu comportamento diante da variação de condições de uso, como temperatura, umidade etc. Desta forma, viriam respostas a outra questão: qual a durabilidade ou vida útil que o componente apresenta, e quais as razões desta durabilidade?

Tudo isto, sempre que possível, alicerçado nas normas técnicas da ABNT/COBEI, atendendo ao INMETRO no que se refere às Grandezas e Unidades de Medida do Sistema SI.

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