Max Weber e a Índia

O Vaishnavismo e seu Yoga Social em Formação

Arilson Oliveira

2009 — 1ª edição

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Sobre o Livro

ISBN: 9788561209582
Páginas: 325
Formato: 17x24 cm
Ano de Publicação: 2009
Peso: 0.670 kg

Conteúdo

APRESENTAÇÃO
O Vaishnavismo

CAPÍTULO 01
A Sociologia da Religião Weberiana

CAPÍTULO 02
Weber e a Religião Asiática
Confucionismo
Taoísmo
Weber, a Ortodoxia Brahmânica e as Castas
Uma Comparação entre os Mentores Intelectuais Chineses e Indianos

CAPÍTULO 03
Louis Dumont: Um Olhar Pós-weberiano Sobre as Castas

CAPÍTULO 04
A Ortodoxia Brahmânica e a Varāśrama: o Yoga social da Índia antiga
Śūdra: trabalhador movedor do mundo e seu mítico serviço
Vaiśya: camponês provedor do mundo e a proteção à vaca sagrada
Katriya: guerreiro protetor do mundo e a defesa da honra
Brāhmaa: mago ordenador do mundo, a mestria e a educação
Brahmacarya: "fase como estudante"
Ghastha: "fase como chefe de família"
Vānaprastha: "fase como anacoreta" ou "yogī retirante"
Sannyāsa: "fase como renunciante"

CAPÍTULO 05
A Passagem da Ortodoxia Brahmânica para a Heterodoxia Jainista e Budista
Jainismo
Budismo

CAPÍTULO 06
O Renascimento da Ortodoxia Brahmânica e seus Mestres:
dos Āvārs a Caitanya
Os Śrī-vaiṣṇavas  e os Ālvārs
Os Śaivas
Os Intérpretes e Restauradores do Vedānta
Śakara
Nāthamuni e Yāmuna
Rāmānuja e a ortodoxia vaiṣṇava
Madhva
Caitanya

Reflexões Finais

Posfácio (Howard J. Resnick)

Referência da Literatura Indiana Utilizada

Bibliografia

Sinopse

A obra apresenta o contexto sócio-histórico (ética, visão de mundo, prática sócio-religiosa) do vaishnavismo, abarcando o período ortodoxo brahmânico na Índia antiga, o domínio heterodoxo budista e o renascimento da ortodoxia através dos gurus que lutaram filosoficamente para reafirmar a autoridade dos Vedas, a sacralidade do sânscrito e o status do intelectual brahmânico.

Nesse contexto, o vaishnavismo foi gradualmente moldado por intelectuais renunciantes e carismáticos que acreditavam em uma prática religiosa capaz de conceder, ao mesmo tempo, libertação da alma e amor por um deus transcendente. Esses intelectuais absorveram toda uma tradição milenar indiana que afirmava (e afirma) a centralidade da ética brahmânica, independente do contexto social , seja na Índia dos magos, na Índia dos impérios, ou mesmo na Índia dominada por islâmicos iconoclastas; nada e ninguém conseguiu retirar da sociedade a posição daquele que miticamente representa os Deuses.

Essa consagrada tradição, juntamente com inúmeros fatores sociais, permitiu a ascensão do culto bhakti-yoga, o qual se popularizou por muitas regiões indianas - principalmente sob a guia do filósofo e místico Caitanya - rompendo com o sistema de castas e sua doutrina do nascimento, mantendo, contudo, a ética brahmânica.

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