Modelo para Aumentar a Competitividade Industrial

José Celso Contador

1996 — 1ª edição

Estoque esgotado

Sobre o Livro

ISBN: 8521201109
Páginas: 384
Formato: 17x24 cm
Ano de Publicação: 1996
Peso: 0.636 kg

Conteúdo

Apresentação
Prefácio
SINOPSE

1. Modelo para aumentar a competitividade da indústria brasileira
de manufatura
2. Planejamento estratégico                  
3. Método para rápido aumento da produtividade fabril           
4. Reestruturação dos negócios e da organização administrativa
da empresa
5. Pacto intra-empresarial e demais medidas      
6. Contribuições e metodologia              

PRIMEIRA PARTE - MODELO PARA AUMENTAR A COMPETITIVIDADE

Capítulo 1 - MODELO PARA AUMENTAR A COMPETITIVIDADE DA INDÚSTRIA BRASILEIRA DE MANUFATURA
1.1. O modelo
1.2. Pacto intra-empresarial
1.3. Métodos gerenciais japoneses
1.4. Natureza do modelo
1.5. Produtividade estratégica
1.6. Alcance e vantagens do modelo

Capítulo 2 - COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL - ALGUNS CONCEITOS
2.1. Introdução
2.2. Sinergia, economia de escala e efeito da experiência na obtenção de liderança de custo
2.3. Participação de mercado e vantagem de custo
2.4. Tecnologia e vantagem competitiva
2.5. A estratégia competitiva e a vantagem competitiva de Michael Porter

SEGUNDA PARTE - PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

Capítulo 3 - CAMPOS DA COMPETIÇÃO
3.1. Conceito e explicitação dos campos da competição
3.2. Competição em preço   
3.3. Competição em produto
3.4. Competição em prazo
3.5. Competição em assistência técnica
3.6. Competição em imagem

Capítulo 4 - ARMAS DA COMPETIÇÃO
4.1. Introdução
4.2. O pentastilo armado da competitividade
4.3. Armas para a competição em preço
4.4. Armas para a competição em produto
4.5. Armas para a competição em prazo
4.6. Armas para a competição em assistência técnica
4.7. Armas para a competição em imagem

Capítulo 5 - ESBOÇO TEÓRICO SOBRE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
5.1. Conteúdo do capítulo
5.2. Enfoques conceituais
5.3. Metodologias de planejamento
5.4. Técnicas de planejamento

Capítulo 6 - RECOMENDAÇÕES PARA O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORIENTADO PARA A COMPETIÇÃO
6.1. A turbulência atual
6.2. As recomendações para o planejamento estratégico orientado
para a competição
6.3. Recomendações referentes ao ambiente externo
6.4. Recomendações referentes ao ambiente interno
6.5. Recomendações referentes à metodologia    

Capítulo 7 - REDEFINIÇÃO DA LINHA DE PRODUTOS E REVISÃO
DO PROJETO DOS PRODUTOS

7.1. Introdução                 
7.2. Redefinição da linha de produtos       
7.3. Seletividade produtiva  
7.4. Análise do Valor e Engenharia do Valor         
7.5. Engenharia Concomitante (Concurrent Engineering)

TERCEIRA PARTE - MÉTODO PARA RÁPIDO AUMENTO DA
PRODUTIVIDADE FABRIL

Capítulo 8 - MÉTODO PARA RÁPIDO AUMENTO DA PRODUTIVIDADE FABRIL
8.1. Posicionamento dentro do modelo de competitividade                 
8.2. Importância da produtividade  
8.3. O método para rápido aumento da produtividade fabril                
8.4. Méritos do método       

Capítulo 9 - O DIAGNÓSTICO PARA RÁPIDO AUMENTO DA PRODUTIVIDADE FABRIL
9.1. Importância e subetapas        
9.2. Visita exploratória ao piso-de-fábrica
9.3. Entrevista com pessoal ligado à produção
9.4. Identificação dos produtos e máquinas mais significativos  
9.5. Identificação dos tempos inativos mais importantes
9.6. As demais etapas do método   

Capítulo 10 - REDUÇÃO DE ESPERAS DENTRO
DO CICLO DA OPERAÇÃO
10.1. Colocação do problema
10.2. Carta de atividades múltiplas
10.3. Redução da espera da máquina durante as inspeções
10.4. Redução da espera do operário no trabalho grupal ou interdependente
10.5. Redução da espera do operador de máquina

Capítulo 11 - AUMENTO DA PRODUTIVIDADE PELA CÉLULA DE MANUFATURA
11.1. Colocação do problema
11.2. Tipologia da célula de manufatura
11.3. Célula de manufatura por processo concomitantemente na célula por processo
11.4. Duas considerações finais

Capítulo 12 - AUMENTO DA PRODUTIVIDADE PELA REDUÇÃO
DE TEMPOS INATIVOS

12.1. Colocação do problema
12.2. Redução dos tempos inativos decorrentes de interrupções
na produção
12.3. Redução dos tempos improdutivos
12.4. Redução das atividades improdutivas

Capítulo 13 - AUMENTO DA PRODUTIVIDADE PELA REDUÇÃO
DO TEMPO DE ESPERA DO MATERIAL EM PROCESSO
OU AUMENTO DA VELOCIDADE DE MANUFATURA

13.1. Colocação do problema
13.2. Aumento da velocidade de manufatura: as vertentes do problema
13.3. Importância da redução do tempo de espera do material em processo
13.4. Redução do tamanho do lote de fabricação
13.5. Diminuição do tempo de espera do lote
13.6. Diminuição do tempo de espera da peça pertencente a um lote
em processamento
13.7. Qualidade e produtividade
13.8. Célula de manufatura e logística interna
13.9. Relações cooperativas com clientes e fornecedores
13.10. Natureza do processo produtivo

Capítulo 14 - JUSTIFICATIVA E VANTAGENS DO MÉTODO PARA RÁPIDO AUMENTO DA PRODUTIVIDADE FABRIL
14.1. Industrialização brasileira
14.2. Adequação das técnicas tradicionais
14.3. Rapidez, magnitude e perenidade dos resultados
14.4. Inoportunidade da adoção de técnicas participativas

QUARTA PARTE - REESTRUTURAÇÃO DOS NEGÓCIOS E DA
ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA DA EMPRESA

Capítulo 15 - REESTRUTURAÇÃO DOS NEGÓCIOS DA EMPRESA
15.1. Movimentos reestruturatórios
15.2. As razões da reestruturação  
15.3. Casos de reestruturação                
15.4. Coibição dos abusos econômicos    

Capítulo 16 - ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
16.1. A estrutura funcional  
16.2. A estrutura divisional  
16.3. A estrutura matricial            
16.4. As unidades estratégicas de negócios        
16.5. Recomendações à indústria brasileira        

Capítulo 17 - TRÊS TENDÊNCIAS MODERNIZANTES
17.

Sinopse

Muitas empresas industriais brasileiras tentam implementar programas de qualidade-produtividade, tão difundidos pelo Japão. As dificuldades que encontram e o insucesso mostrado pelas pesquisas evidenciam que não estão sabendo exatamente como proceder.

Ver maisVer menos

Depoimentos sobre o livro

Envie seu depoimento

Seja o primeiro a publicar um depoimento sobre o livro!