Motores de Combustão Interna - Vol. 1

Franco Brunetti

2018 — 2ª edição
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R$ 170,00

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Sobre o Livro

ISBN: 9788521212935
Páginas: 554
Formato: 17x24 cm
Ano de Publicação: 2018
Peso: 0.890 kg

Conteúdo

1. INTRODUÇÃO AO ESTUDO DOS MOTORES DE COMBUSTÃO INTERNA
1.1 Introdução
1.2 Motores alternativos
1.2.1 Nomenclatura
1.2.2 Nomenclatura cinemática
1.2.3 Classificação dos motores alternativos quanto à ignição
1.2.4 Classificação dos motores alternativos quanto ao número de tempos do ciclo de operação
1.2.5 Diferenças fundamentais entre os motores de 2T e 4T
1.2.6 Diferenças fundamentais entre os motores ciclos Otto e Diesel
1.3 Outras classificações 
1.3.1 Quanto ao sistema de alimentação de combustível 
1.3.2 Quanto à disposição dos órgãos internos
1.3.3 Quanto ao sistema de arrefecimento 
1.3.4 Quanto às válvulas 
1.3.5 Quanto à alimentação de ar 
1.3.6 Quanto à relação entre diâmetro e curso do pistão 
1.3.7 Quanto à rotação 
1.3.8 Quanto à fase do combustível 
1.3.9 Quanto à potência específica 
1.4 Motores rotativos 
1.4.1 Turbina a gás 
1.4.2 Motor Wankel 
1.5 Histórico
1.6 Aplicações 
Exercícios 
Referências bibliográficas 
Figuras 

2. CICLOS 
2.1 Introdução 
2.2 Ciclos reais traçados com um indicador de pressões
2.2.1 Funcionamento dos indicadores de pressão 
2.2.2 Diagrama da variação da pressão de um motor Otto a 4T
2.2.3 Diagramas de variação da pressão de um motor de ignição espontânea (Diesel), a 4T
2.2.4 Diagramas da variação da pressão para um motor a 2T de ignição por faísca 
2.3 Ciclos padrão a ar 
2.3.1 Introdução 
2.3.2 Ciclo Otto (padrão ar do ciclo do motor de ignição por faísca, a quatro tempos ) 
2.3.3 Conceitos definidos a partir dos ciclos padrão ar 
2.3.4 Ciclo Diesel (padrão ar do ciclo do motor de ignição espontânea ou Diesel) 
2.3.5 Ciclo Misto ou de Sabathé 
2.3.6 Ciclo Brayton (representativo do ciclo simples da turbina a gás) 
2.3.7 Comparação dos ciclos 
2.4 Diagramas e rotinas computacionais para misturas combustível–ar 
2.4.1 Introdução 
2.4.2 Propriedades de misturas de combustíveis e gases de combustão 
2.4.3 Solução dos ciclos por meio de rotinas computacionais para misturas combustível–ar 
2.5 Comparação dos ciclos reais com os ciclos teóricos 
2.5.1 Admissão e escape 
2.5.2 Perdas de calor 
2.5.3 Perda por tempo finito de combustão 
2.5.4 Perdas pelo tempo finito de abertura da válvula de escapamento 
Exercícios 
Referências bibliográficas 
Figuras 

3. PROPRIEDADES E CURVAS CARACTERÍSTICAS DOS MOTORES 
3.1 Momento de força, conjugado no eixo ou torque – T 
3.2 Freio dinamométrico ou dinamômetro 
3.2.1 Freio de Prony 
3.2.2 Dinamômetros hidráulicos 
3.2.3 Dinamômetros elétricos 
3.3 Propriedades do motor 
3.3.1 Potência efetiva – Ne 
3.3.2 Potência indicada – Ni 
3.3.3 Relações entre as potências 
3.3.4 Controle ou variação da potência do motor 
3.3.5 Consumo específico – Ce 
3.3.6 Relações envolvendo pressão média – pm 
3.4 Determinação da potência de atrito 
3.4.1 Acionando o motor de combustão desligado, por meio de um motor elétrico 
3.4.2 Teste de Morse 
3.4.3 Reta de Willan 
3.5 Curvas características dos motores 
3.6 Redução da potência do motor a condições atmosféricas padrão 
3.6.1 Cálculos do fator de redução – K 
3.6.2 Comparativo entre fatores de redução 
3.6.3 Banco de teste de veículos 
Exercícios 
Referências bibliográficas 
Figuras 

4. RELACIONAMENTO MOTOR–VEÍCULO 
4.1 Introdução 
4.2 Previsão do comportamento de um motor instalado num dado veículo 
4.2.1 Força de arrasto – Farr 
4.2.2 Força de resistência ao rolamento – Frol 
4.2.3 Força de rampa – Fram 
4.3 Força total resistente ao avanço de um veículo – Fres 
4.3.1 Raio de rolamento – rrolamento 
4.3.2 Relacionamento motor–veículo 
4.4 Relacionamento entre ensaios em bancos de provas e aplicações do motor em veículos 
Exercícios 
Referências bibliográficas 
Figuras 

5. AERODINÂMICA VEICULAR 
5.1 Introdução 
5.2 Força de arrasto – Farr 
5.2.1 Força de arrasto de superfície (skin friction) – Farr-s 
5.2.2 Força de arrasto de pressão ou de forma – Farr-p 
5.3 Força de sustentação e momento de arfagem (Pitching) – Fs 
5.4 Força lateral – FL 
5.5 História da aerodinâmica veicular 
5.5.1 A era das linhas de corrente 
5.5.2 Estudos paramétricos 
5.5.3 Corpos de um volume único 
5.5.4 O corpo do veículo do tipo “Pantoon” 
5.5.5 Os veículos comerciais 
5.5.6 Motocicletas 
Exercícios 
Referências bibliográficas 

6. COMBUSTÍVEIS 
6.1 Um pouco de história 
6.2 Combustíveis derivados do petróleo 
6.2.1 Petróleos 
6.2.2 Produção de derivados 
6.3 Gasolina (gasoline, gas, petrol, benzin, benzina, essence) 
6.3.1 Octanagem ou Número de Octano 
6.3.2 Volatilidade 
6.3.3 Composição dos gases de escapamento e relação Ar–Combustível – λ 
6.3.4 Poder calorífico – PC 
6.3.5 Massa específica 
6.3.6 Tonalidade térmica de um combustível – TT 
6.3.7 Corrosão ao cobre 
6.3.8 Teor de enxofre 
6.3.9 Estabilidade à oxidação 
6.3.10 Outros parâmetros 
6.4 Óleo Diesel (gazole, Dieselöl, Dieselolie, gasóleo, gasolio, Mazot) 
6.4.1 Qualidade de ignição: cetanagem ou número de cetano – NC 
6.4.2 Volatilidade 
6.4.3 Massa específica – ρ 
6.4.4 Viscosidade – υ 
6.4.5 Lubricidade 
6.4.6 Teor de enxofre 
6.4.7 Corrosão ao cobre 
6.4.8 Pontos de turbidez, de entupimento e de fluidez 
6.4.9 Combustão 
6.4.10 Estabilidade química 
6.4.11 Condutividade elétrica 
6.5 Compostos Oxigenados 
6.5.1 Breve histórico 
6.5.2 Álcoois 
6.5.3 Éteres 
6.5.4 Principais propriedades 
6.5.5 Efeitos no desempenho dos motores 
6.6 Óleos vegetais, gorduras animais, biodiesel e H-Bio 
6.6.1 Óleos vegetais 
6.6.2 Gorduras animais 
6.6.3 Biodiesel 
6.6.4 H-Bio 
6.6.5 Farnesano
Exercícios 
Referências bibliográficas 
Figuras 

7. A COMBUSTÃO NOS MOTORES ALTERNATIVOS 
7.1 A combustão nos motores de ignição por faísca – MIF 
7.1.1 Combustão normal 
7.1.2 Detonação no motor de ignição por faísca 
7.1.3 Fatores que influem na detonação no motor Otto 
7.2 Câmara de combustão 
7.3 A combustão nos motores Diesel 
7.4 Fatores que influenciam na autoignição no ciclo Diesel 
7.4.1 Qualidade do combustível 
7.4.2 Temperatura e pressão 
7.4.3 Turbulência 
7.5 Tipos básicos de câmaras para motores Diesel 
7.5.1 Câmaras de injeção direta ou abertas 
7.5.2 Câmaras de injeção indireta ou divididas 
7.5.3 Comparação entre as câmaras divididas e abertas 
7.6 A combustão por autoignição controlada CAI/HCCI 
Exercícios 
Referências bibliográficas 
Figuras 

8. MISTURA E INJEÇÃO EM CICLO OTTO 


Parte I – FORMAÇÃO DA MISTURA COMBUSTÍVEL–AR NOS MOTORES DO CICLO OTTO 
8.1 Introdução 
8.2 Definições 
8.2.1 Relação combustível–ar – F 
8.2.2 Relação combustível–ar estequiométrica – Fe 
8.2.3 Fração relativa combustível–ar – Fr 
8.3 Tipo de mistura em relação ao comportamento do motor 
8.3.1 Limite pobre 
8.3.2 Mistura econômica 
8.3.3 Mistura de máxima potência 
8.3.4 Limite rico 
8.4 Curva característica do motor em relação à mistura 
8.4.1 Carburador elementar 
8.4.2 Sistema de injeção 
8.4.3 Curva característica
8.5 Carburador 
8.6 Injeção mecânica para motores Otto 
8.7 Injeção eletrônica para motores Otto
8.7.1 Classificação dos sistemas de injeção eletrônica 
8.7.2 Sistema analógico de injeção eletrônica 
8.7.3 Sistema digital de injeção eletrônica 
8.7.4 Métodos numéricos aplicados ao estudo de formação de mistura 
Exercícios 
Referências bibliográficas 
Figuras 


Parte II – INJEÇÃO DIRETA DE COMBUSTÍVEL EM CICLO OTTO (GDI – GASOLINE DIRECT INJECTION) 
8.8 Introdução 
8.9 Requisitos de combustão e formação de mistura 
8.9.1 Mecanismo de atomização do spray 
8.9.2 Atomização do combustível 
8.9.3 Orientação da combustão 
8.9.4 Combustão homogênea e estratificada 
8.10 Sistema de injeção direta de combustível
8.11 Controle da combustão 
8.11.1 Mapa característico de combustão 
8.11.2 Injeção em dois estágios 
8.11.3 Partida a frio 
8.12 Emissões de poluentes 
8.12.1 Formação de poluentes
8.12.2 Pós-tratamento de poluentes 
8.13 Conclusões 
Exercícios 
Referências bibliográficas 

9. SISTEMA DE IGNIÇÃO E SENSORES APLICADOS AOS MOTORES 


Parte I – SISTEMAS DE IGNIÇÃO 
9.1 Visão geral 
9.2 Os componentes de um sistema de ignição convencional 
9.3 Princípio de funcionamento 
9.4 Cálculo do tempo de ignição 
9.5 Avanço ou atraso no tempo de ignição 
9.6 As evoluções tecnológicas no sistema de ignição 
9.6.1 Ignição transistorizada com platinado 
9.6.2 Ignição transistorizada sem platinado 
9.6.3 Ignição eletrônica mapeada 
Exercícios 


Parte II – SENSORES APLICADOS AOS MOTORES 
9.7 Sensores de rotação e fase do motor 
9.8 Sensor de pressão e temperatura do coletor de admissão 
9.9 Sensor de posição da borboleta 
9.10 Caudal de ar 
9.11 Concentração de oxigênio (sonda λ) 
9.12 Sensor de temperatura 
9.13 Sensor de detonação – Knock 
9.14 Outros 
Exercícios 
Referências bibliográficas 
Figuras

Sinopse

Livro-texto para cursos de Engenharia, Motores de Combustão Interna é também leitura recomendada para cursos técnicos e bibliografia de atualização para profissionais da área. Edição com alta qualidade didática e rica ilustração visual, além de contar com exercícios que permitem ao leitor testar os conhecimentos adquiridos.

Pela primeira vez no Brasil é apresentado um livro escrito por especialistas que, num esforço hercúleo, utilizaram um método inovador de desenvolver os conteúdos sem perder a docilidade acadêmica da obra inicial do Professor Franco Brunetti. Trata-se do mais completo tratado sobre motores publicado no Brasil, onde o leitor encontrará os conceitos mais atualizados. Uma obra indispensável a todos que se interessem e desejem conhecer melhor os motores de combustão interna.

O Volume 1 apresenta conceitos introdutórios normalmente desenvolvidos na graduação: 1 – Introdução ao estudo dos motores de combustão interna; 2 – Ciclos; 3 – Propriedades e curvas características dos motores; 4 – Relacionamento motor-veículo; 5 – Aerodinâmica veicular; 6 – Combustíveis; 7 – A combustão nos motores alternativos; 8 – Mistura e injeção em ciclo Otto; 9 – Sistema de ignição e sensores aplicados aos motores.

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