O Edifício e seu Acabamento

Hélio Alves de Azeredo

1987 — 1ª edição

R$ 79,00

Disponível em estoque

Sobre o Livro

ISBN: 9788521200420
Páginas: 178
Formato: 16x23 cm
Ano de Publicação: 1987
Peso: 0.295 kg

Conteúdo

Capítulo 1 - INSTALAÇÃO ELÉTRICA PREDIAL
Projeto
Diagramas
Rede pública
Caixas de luz
Distribuição
Eletrodutos ou conduítes
Caixas de passagem
Fiação
Roldanas
Emendas e isolação de condutores
Fuga ou vazamento de energia
Pára-raios

Capítulo 2 - INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS
Projeto
Cuidados gerais
Águas pluviais
Coleta ou captação
Calhas
Rincões
Bandeja
Buzinote
Bocais
Curvas
Funil
Condutores
Água fria
Suprimento
Ramal de alimentação predial
Reserva
Reservatório elevado
Instalação elevatória
Rede de distribuição predial
Água quente
Esgoto sanitário
Instalações prediais de esgotos sanitários-terminologia
Aparelhos sanitários
Caixa coletora
Caixa de gordura
Caixa de inspeção
Caixa sifonada seca
Caixa sifonada com grelha
Coletor predial
Coluna de ventilação
Desconector
Despejos
Fecho hídrico
Peça de inspeção
Ramal de descarga
Ramal de esgoto
Ramal de ventilação
Ralo
Sifão sanitário
Sub-coletor
Tubo de queda
Tubo ventilador
Princípios gerais
Ramais de descarga
Ramais de esgoto
Tubos de queda
Ventilação

Capítulo 3 - ESQUADRIAS
Esquadrias e caixilhos
Abertura e localização
Componentes da porta
Contra-batente
Batente
Aduela
Guarnição
Sôcolo
Batedeira ou mata-junta
Folha
Janelas
Batente
Vidraça
Venezianas
Persianas
Esquadrias metálicas
Ferragens
Dobradiça
Fechadura
Contratesta
Espelho
Rosetas
Maçanetas
Puxadores
Ferrolho
Rodízio
Cremona
Tarjetas
Fixadores ou prendedores

Capítulo 4 - ARGAMASSA
Argamassa
Traço
Dosagem
Resistência
Granulometria
Classificação das argamassas
Argamassa de aderência
Argamassa de junta
Argamassa de regularização - emboço
Argamassa de acabamento - reboco

Capítulo 5 - REVESTIMENTO DE PAREDE
Normas gerais
Revestimentos argamassados
Chapiscado
Emboço
Reboco ou fino
3arra lisa de cimento
Estuque lúcido
Massa raspada
Massa tipo travertino
Massa lavada
Granilito
Revestimentos não argamassados para paredes
Revestimento de azulejos
Revestimento de pastilhas
Revestimento de pedras naturais
Revestimento de mármore e granito polido
Revestimento de madeira
Revestimento de plásticos ou vinílicos
Revestimento de papel
Revestimento de placas de cortiça

Capítulo 6 - PAVIMENTAÇÃO
Conceito
Compatibilidade
Adequação
Aspectos psicológicos
Economia
Qualidades gerais da pavimentação
Resistente ao desgaste ao trânsito
Apresentar atrito necessário ao trânsito
Higiênico
Econômico
Fácil conservação
Inalterabilidade
Decorativo
Classificação
Execução
Soalho de tábua corrida
Tabeira
Tacos
Tacos assentes com argamassa
Tacos assentes com cola
Parquete
Cerâmicas
Cacos cerâmicos
Ladrilhos hidráulicos
Pedras naturais
Mármore
Caco de mármore
Granito polido
Pavimento de rocha natural
Pavimento de mosaico português
Rocha artificial - granilito
Concreto polido
Pavimentos sintéticos
Placa de PVC
Dados técnicos
Utilização básica
Aplicação
Manta de PVC
Dados técnicos
Utilização básica
Aplicação
Forração têxtil agulhada
Dados técnicos
Utilização básica
Aplicação
Placa de borracha sintética
Dados técnicos
Utilização básica
Aplicação
Aplicação da placa argamassada
Aplicação da placa colada
Pavimento vinil amianto
Fabricação
Utilização básica
Aplicação
Instruções para manutenção
Reviflex Bouclê
Utilização básica
Especificação
Propriedades
Aplicação e limpeza
Pavimento fenólico melamínico tipo Formiplac, Fórmica, etc
Características gerais
Aplicação
Características específicas
Pavimento de vidro
Pavimento têxtil

Capítulo 7 - FORRO
Definições
Classificação
Forro de madeira
Forro de estuque
Forro metálico
Estrutura de sustentação
Tratamento de superfície
iluminação
Tratamento acústico
Elementos complementares e acessórios
Bandejas
Estruturas de sustentação
Propriedades, características
Forro de PVC
Tarugamento
Propriedades físicas
Propriedades químicas
Resistência ao fogo
Forro de fibra
Sistema de aplicação
Acabamento

Capítulo 8 - VIDRO
Calço
Carrô
Contravento
Domo de vidro
Encosto
Envidraçamento
Folhas
Gaxeta
Identificação
Laboração
Marcos de esqueleto
Marcos de pinças
Massa
Colchão
Cordão
Moldura
Pavê de vidro
Pinásio
Rebaixo
Vidraça
Vitral
Vitrina
Cristal
Liso
Impresso
Classificação
Vidro recozido
Vidro de segurança
Vidro de segurança temperado
Vidro de segurança laminado
Vidro de segurança aramado
Vidro termoabsorvente
Vidro composto
Vidro transparente
Vidro translúcido
Vidro opaco
Vidro liso
Vidro polido
Vidro impresso
Vidro fosco
Vidro espelhado
Vidro gravado
Vidro esmaltado
Vidro termo-refletor
Projeto
Vidro a ser usado
Colocações auto-portantes
Necessidade de contraventamento
Manipulação e armazenamento
Esforços solicitantes
Dimensionamento
Disposições construtivas
Envidraçamento
Recomendações

Capítulo 9 - PINTURA
Classificação
Pintura arquitetônica
Pintura de manutenção
Pintura de comunicação
Tintas miscíveis em água
Tintas miscíveis em solventes
Constituintes das tintas
Constituintes dos vernizes e esmaltes
Constituintes das lacas
Tintas miscíveis em água-base de cal
Têmpera
Base de cimento
Tintas de caseína
Emulsões betuminosas
Emulsões de polímeros (látex)
Tintas diluíveis em solventes
Solventes
Secantes
Pigmentos
Cargas
Tinta à base de óleo
Pintura simples de óleo
Pintura fina de óleo
Tinta a óleo em madeira
Tintas em peças metálicas
Vernizes naturais
Vernizes de resinas alquídicas
Lacas
Betumes
Resinas sintéticas em solução
Resinas vinílicas
Borracha sintética
Recobrimento de neoprene
Borracha clorada
Resinas de uréia e melamina
Resina epóxi
Resinas de silicone
Resinas fenólicas
Resinas de poliacrílico

Capítulo 10 - ORÇAMENTO
Preço unitário
Taxas das leis sociais e ferramentas - LSF
Taxas de benefícios e despesas indiretas-BDI

Capítulo 11 - LESÕES DAS EDIFICAÇÕES
Conceito
Categorias de lesões
Lesão por adaptação ou acomodação
Lesão por recalque
Lesão por esmagamento ou compressão
Lesão por rotação
Lesão por escorregamento do plano de assentamento
Trincas e suas causas em vigas, pilares e lajes de concreto-armado
 

Sinopse

A finalidade deste trabalho é orientar aos alunos de cursos de Engenharia Civil na tecnologia da construção de edifícios. O engenheiro deverá estar na obra em contato permanente com os operários, mestre e encarregado e, para poder mandar, é preciso saber, não há necessidade de executar, mas de conhecer a perfeita tecnologia da execução nos seus mínimos detalhes e não no âmbito geral. 

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