Passado e Presente

Ana Maria Andrade Azevedo

2021 — 1ª edição
Lançamento

R$ 107,00

Disponível em estoque

Sobre o Livro

ISBN: 9788521219293
Páginas: 452
Formato: 14 x 21 cm
Ano de Publicação: 2021
Peso: 0.510 kg

Sumário

Prefácio

Apresentação

Introdução
 

Parte I. Reflexões teóricas

Investigação e processo analítico

O modelo da colonização na psicanálise latino-americana

Corpo, fantasia, representação

A reflexão do analista: a ampliação do campo de observação em psicanálise

A representação das pulsões nos sonhos

Representação/ato: a representação e seus limites

A pulsão de morte

O presente: caesura entre o passado e o futuro

A teoria da transferência e a compulsão à repetição

Considerações sobre o tempo
 

Parte II. Trabalhos clínicos revisitados e comentários atuais

Considerações em torno de uma experiência

Modelos e conjecturas: transformações do analista frente ao material clínico

Mudanças

Evoluções

Édipo: mito e complexo

O mesmo e o outro

A interpretação dos sonhos na validação do processo clínico psicanalítico
 

Parte III. Trabalhos clínicos recentes

Trauma e processos de mudança

A representação psíquica e o trabalho de figurabilidade no analista

Dor psíquica: limites do analisável

O barulho do silêncio


Considerações finais

Referências

Sinopse

Ana Maria Azevedo nos oferece neste livro um panorama consistente de sua travessia pela vida e pela psicanálise. O livro é dividido em três segmentos que se relacionam dinamicamente entre si: “Reflexões teóricas”, “Trabalhos clínicos revisitados e comentários atuais” e “Trabalhos clínicos recentes”. As “Considerações finais” nos permitem um olhar retrospectivo que abarca toda a obra, ou melhor, toda a “viagem”, como nomeia a autora. Azevedo traz importantes considerações sobre a autonomia e a originalidade da psicanálise latino-americana e discute em profundidade a importância e a atualidade da noção de pulsão e suas relações com o somático, a busca por representação e constituição do psiquismo, colocando o sonho como elemento fundamental desse processo, fruto do trabalho psíquico.

Os trabalhos clínicos nos trazem uma analista sensível, criativa e algumas vezes poética, sempre incluída na relação analítica, “sem pretensões a uma impossível neutralidade”. Revelam a ideia de que os escritos psicanalíticos são autobiográficos, pois na verdade "escrevemos sempre sobre o que nos interessa, e o que mais nos interessa é o que vivenciamos e precisamos elaborar”.

O livro é de leitura extremamente útil aos psicanalistas e também aos iniciantes, por trazer um harmonioso equilíbrio entre teoria e prática clínica, mostrando-se um belo exemplo de pensamento clínico e uma magnífica ilustração da travessia de construção de uma identidade psicanalítica, com a liberdade de não se enclausurar num único autor e com criatividade pessoal, sem perder de vista a importante e fundamental especificidade da psicanálise.

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