Psicanálise

De Bion ao prazer autêntico

Cecil José Rezze

2021 — 1ª edição
Lançamento

R$ 79,00

Disponível em estoque

Sobre o Livro

ISBN: 9786555060669
Páginas: 368
Formato: 14 x 21 cm
Ano de Publicação: 2021
Peso: 0.410 kg

Sumário

Prefácio

Confidenciando com o leitor


Parte I. Reflexões psicanalíticas
Introdução
1. Transferência: rastreamento do conceito e relação com transformações em alucinose
2. Aprender com a experiência emocional. E depois? Turbulência!
3. Experiência emocional: um olhar diferente
4. O dia a dia de um psicanalista: teorias fracas, teorias fortes
5. Domando emoções selvagens
 

Parte II. Clínica psicanalítica
Introdução
6. Estudo de uma sessão analítica: identificação e rastreamento na clínica dos conceitos de inconsciente, sexualidade, recalcamento, transferência e transformações
7. Preservação e alteração do setting na análise
8. Fantasmas e psicanálise: digressão em torno de transformações em O
9. Minha experiência clínica na apreensão do objeto psicanalítico
 

Parte III. Teoria do prazer autêntico
Introdução
10. As teorias que sustentam nossa clínica
11. Objetivos da análise: prazer possível? Realidade possível?
12. Prazer autêntico: mudança de paradigma?
13. Prazer autêntico – o belo – estesia
14. Prazer autêntico: retornando à clínica
15. Teria Bion vislumbrado o prazer autêntico?


Índice remissivo

Sinopse

Dostoiévski diz, por meio de um dos personagens de Os irmãos Karamazov: “Somos assim: sonhamos o voo, mas tememos a altura. Para voar é preciso ter coragem para enfrentar o terror do vazio. Porque é só no vazio que o voo acontece. O vazio é o espaço da liberdade, a ausência de certezas. Mas isso é o que tememos: o não ter certezas”.

A leitura do livro de Cecil Rezze testemunha a verdade desse pensamento. Encontramos nele questões e relações importantes entre conceitos fundantes, invariantes, que permitem reconhecer que estamos em área psicanalítica, ao mesmo tempo em que rompem a mesmice do já consagrado, provocando insaturação num campo sempre em perigo de sofrer calcificações. Surgem daí propostas como a das frestas necessárias ao trabalho em áreas de não pensamento, o valor de teorias fracas na clínica, os fantasmas como recurso para aproximação ao não conhecido... São ideias valiosas na medida em que, provindo da clínica, evocam nosso trabalho cotidiano.

A partir da teoria do prazer autêntico, que dá título ao livro, o autor subverte o paradigma da dor, referência onipresente nas teorias psicanalíticas, indo além do ponto que Bion, o autor privilegiado em todos os textos, alcançou.
 

Julio Frochtengarten
Membro efetivo da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo

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