Refrigeração Industrial

Wilbert F. Stoecker , José Maria Sáiz Jabardo

Lançamento

R$ 160,00

Disponível em estoque

X fechar

INFORMATIVO

Devido a greve dos caminhoneiros, todas as encomendas estão sujeitas à atrasos.

Muito obrigado!

Sobre o Livro

ISBN: 9788521212645
Páginas: 530
Formato: 17x24 cm
Ano de Publicação: 2018
Peso: 0.865 kg

Conteúdo

CAPÍTULO 1 – REFRIGERAÇÃO INDUSTRIAL

1.1 Refrigeração industrial comparada ao condicionamento de ar para conforto

1.2 O que é a refrigeração industrial

1.3 Armazenamento de alimentos não congelados

1.4 Alimentos congelados

1.5 Processamento de alimentos

1.6 Condicionamento de ar na indústria

1.7 Refrigeração na indústria de manufatura

1.8 Refrigeração na indústria da construção

1.9 Refrigeração na indústria química e de processos

Referências

 

CAPÍTULO 2 – FUNDAMENTOS DE TERMODINÂMICA

2.1 Introdução

2.2 Equações da conservação da massa e da energia

2.3 Exemplos de aplicação das equações da conservação da massa e da energia

Exemplo 2.1

Exemplo 2.2

Exemplo 2.3

Exemplo 2.4

Exemplo 2.5

2.4 Diagrama pressão-entalpia

2.5 Aplicação das tabelas e dos diagramas de propriedades termodinâmicas dos refrigerantes

Exemplo 2.6

2.6 Ciclo de refrigeração de Carnot

Exemplo 2.7

2.7 Ciclo de Carnot com um refrigerante real

Exemplo 2.8

2.8 Coeficiente de eficácia

2.9 Condições para COP elevados em ciclos de Carnot

Exemplo 2.9

2.10 Bomba de calor de Carnot

Exemplo 2.10

2.11 Análise do ciclo de Carnot por meio das entalpias

Exemplo 2.11

2.12 Compressão de vapor seco comparada à compressão de vapor úmido. 56

Exemplo 2.12

2.13 Motor térmico comparado a um dispositivo de expansão

Exemplo 2.13

2.14 Ciclo-padrão de compressão a vapor e suas variantes

Exemplo 2.14

2.15 Conclusão

Referências

 

CAPÍTULO 3 – SISTEMAS DE MÚLTIPLOS ESTÁGIOS

3.1 Compressão em múltiplos estágios de pressão

3.2 Remoção do gás de flash

Exemplo 3.1

3.3 Resfriamento intermediário em compressão de duplo estágio

Exemplo 3.2

3.4 Compressão de duplo estágio e uma única temperatura de evaporação

Exemplo 3.3

3.5 Pressão intermediária ótima

3.6 Compressão de duplo estágio e dois níveis de temperatura de evaporação

Exemplo 3.4

3.7 Seleção do compressor

Exemplo 3.5

3.8 Estágio único ou estágio duplo de compressão

3.9 Sistemas em cascata

Exemplo 3.6

Exemplo 3.7

3.10 Conclusão

Referências

 

CAPÍTULO 4 – COMPRESSORES ALTERNATIVOS...... 97

4.1 Tipos de compressores

4.2 Rendimento volumétrico de espaço nocivo

4.3 Efeito da temperatura de evaporação sobre a vazão de refrigerante

4.4 Efeito da temperatura de evaporação sobre a capacidade frigorífica

4.5 Efeito da temperatura de evaporação sobre a potência de compressão...... 104

4.6 Efeito da temperatura de condensação sobre a vazão de refrigerante e a capacidade de refrigeração

4.7 Efeito da temperatura de condensação sobre a potência de compressão

4.8 Catálogos de fabricantes

4.9 Rendimento volumétrico real

Exemplo 4.1

4.10 Eficiência de compressão adiabática

Exemplo 4.2

4.11 Efeito das temperaturas de evaporação e condensação sobre o COP

Exemplo 4.3

4.12 Relação entre pressões e diferenças máximas de pressão

Exemplo 4.4

4.13 Efeito do superaquecimento do vapor de aspiração e do sub-resfriamento do líquido

Exemplo 4.5

4.14 Temperaturas de descarga e cabeçotes resfriados a água

4.15 Lubrificação e resfriamento do óleo

4.16 Controle da capacidade

4.17 Compressores com múltiplas funções

4.18 Mercado dos compressores alternativos

Referências

 

CAPÍTULO 5 – COMPRESSORES PARAFUSO

5.1 Tipos de compressores parafuso

5.2 Princípio de funcionamento

5.3 Desempenho de um compressor parafuso

5.4 Eficiência de compressão adiabática

5.5 Efeito das temperaturas de evaporação e de condensação

5.6 Controle de capacidade e desempenho em carga parcial

5.7 Compressores com relação entre volumes variável

5.8 Injeção de óleo e resfriamento

5.9 Aspiração a uma pressão intermediária

5.10 Seleção do motor de acionamento

5.11 Mercado dos compressores parafuso

5.12 Compressor parafuso de um único rotor

Referências

 

CAPÍTULO 6 – EVAPORADORES, SERPENTINAS E RESFRIADORES

6.1 Meios de transferência da carga de refrigeração

6.2 Coeficiente global de transferência de calor

Exemplo 6.1

6.3 Aletas nos trocadores de calor

6.4 Mudança de fase do refrigerante no interior de tubos

6.5 Propriedades do ar úmido – a carta psicrométrica

6.6 Conservação da massa e da energia em processos psicrométricos

Exemplo 6.2

Exemplo 6.3

6.7 Lei da linha reta

6.8 Linha do processo do ar numa serpentina

6.9 Efeito de condições operacionais sobre o desempenho da serpentina

6.10 Seleção de serpentinas em catálogos de fabricantes

6.11 Controle da umidade em ambientes refrigerados

6.12 Seleção e desempenho do ventilador e seu motor

6.13 Número de serpentinas e sua localização

6.14 Métodos de introdução do refrigerante e controle de sua vazão

6.15 Formação de neve em serpentinas de baixa temperatura

6.16 Métodos de degelo de serpentinas

6.17 Degelo por gás quente

6.18 Serpentinas com borrifamento de anticongelante

6.19 Resfriadores de líquidos

Exemplo 6.4

6.20 Temperatura ótima de evaporação

 

CAPÍTULO 7 – RECIRCULAÇÃO DE LÍQUIDO

7.1 Evaporador com recirculação de líquido

7.2 Circulação por bombas e por pressão de gás

7.3 Vantagens e desvantagens da recirculação de líquido

7.4 Fundamentos da recirculação de líquido

7.5 Admissão do refrigerante......

7.6 Recirculação por bomba7.7 Características das bombas de recirculação

7.8 Recirculação de líquido por pressão de gás

7.9 Análise energética do bombeamento por gás

Exemplo 7.1

7.10 Considerações finais

Referências

 

CAPÍTULO 8 – CONDENSADORES

8.1 Tipos utilizados na refrigeração industrial

8.2 Condensação em superfícies exteriores

8.3 Condensação no interior de tubos

8.4 Razão de rejeição de calor

Exemplo 8.1......

8.5 Desempenho de condensadores resfriados a ar e a água

Exemplo 8.2

8.6 Torres de resfriamento

8.7 Condensadores evaporativos

8.8 Desempenho de condensadores evaporativos – características operacionais e de projeto

8.9 Efeito da temperatura de bulbo úmido do ar ambiente

8.10 Efeito das vazões do ar e da água sobre a capacidade

8.11 Análise das condições favoráveis para a redução da vazão de ar

8.12 Operação dos condensadores evaporativos durante o inverno

8.13 Remoção de incondensáveis

8.14 Tubulação em instalações com um único condensador

Exemplo 8.3

8.15 Tubulação em condensadores paralelos

8.16 Condensador evaporativo como meio de resfriamento para cargas exteriores ao ciclo frigorífico

8.17 Tratamento da água em condensadores evaporativos

8.18 Condensador como componente do ciclo frigorífico

Referências

 

CAPÍTULO 9 – TUBULAÇÕES

9.1 Considerações gerais

9.2 Funções das linhas de refrigerante

9.3 Perda de carga em dutos circulares

Exemplo 9.1

Exemplo 9.2

9.4 Diâmetro ótimo

9.5 Dimensionamento da tubulação

9.5.1 Linha de aspiração do compressor

9.5.2 Linha de descarga do compressor

9.5.3 Linha de líquido de alta pressão

9.5.4 Linha de retorno da mistura bifásica ao separador de líquido

9.5.5 Linhas de gás quente de degelo

Exemplo 9.3

9.6 Linhas de líquido com trechos verticais

Exemplo 9.4

Exemplo 9.5

9.6 Linhas de líquido com trechos verticais

Exemplo 9.4

Exemplo 9.5

9.7 Linhas horizontais e em elevação para misturas bifásicas

9.8 Trechos em elevação na linha de aspiração de sistemas com expansão direta de refrigerantes halogenados

Referências

 

CAPÍTULO 10 – VÁLVULAS

10.1 Tipos de válvulas

10.2 Válvulas de bloqueio de atuação manual

10.3 Válvulas de expansão manuais ou válvulas de balanceamento

10.4 Válvulas de retenção

10.5 Válvulas de solenoide

10.6 Válvulas de solenoide pilotadas e acionadas por pressão de gás

10.7 Válvulas reguladoras de pressão: de ação direta, pilotadas e de compensação externa

10.8 Controles de nível

10.9 Válvulas de expansão controladas por superaquecimento

10.10 Considerações finais

Referências

 

CAPÍTULO 11 – RESERVATÓRIOS

11.1 Reservatórios em instalações frigoríficas industriais

11.2 Reservatórios de líquido – considerações gerais

Exemplo 11.1

Exemplo 11.2

11.3 Separadores de líquido – considerações gerais

11.4 Reservatórios de alta pressão

11.5 Separadores de líquido para evaporadores inundados

11.6 Reservatórios de baixa pressão

11.7 Tanque de flash/resfriador intermediário

11.8 Acumulador de aspiração

11.9 Técnicas para melhorar o desempenho dos reservatórios

11.10 Considerações finais sobre o dimensionamento de linhas e reservatórios

Referências

 

CAPÍTULO 12 – REFRIGERANTES

12.1 Introdução

12.2 Considerações preliminares

12.3 Nomenclatura

12.4 Propriedades físicas

12.5 Características de desempenho no ciclo de compressão a vapor

12.6 Aspectos relacionados à segurança na utilização e manuseio de refrigerantes

12.7 Compatibilidade com materiais

12.8 Interação com o óleo de lubrificação

12.9 Análise comparativa entre a amônia e os refrigerantes halogenados

Referências

 

CAPÍTULO 13 – SEGURANÇA

13.1 Introdução

13.2 Norma ANSI/ASHRAE 15-2013

13.3 Vasos de pressão (reservatórios)

13.4 Tubulações e válvulas

Exemplo 13.1

13.5 Dispositivos de alívio

13.6 Ventilação da sala de máquinas.. 372

13.7 Proteção contra incêndios em câmaras refrigeradas

13.8 Detecção de vazamentos

13.9 Descarga da amônia

13.10 Recomendações complementares

13.11 Plano de segurança da instalação

Referências

APÊNDICE A – SISTEMAS DE UNIDADES E CONVERSÃO

APÊNDICE B – PROPRIEDADES

APÊNDICE C – DIAGRAMAS

Sinopse

Refrigeração Industrial aborda de forma simples e prática aspectos de importância e do "dia a dia" de operadores e projetistas de instalações frigoríficas, em especial, aquelas para aplicações industriais. Temas como:

  • análise termodinâmica dos ciclos frigoríficos de simples e duplo estágio de compressão
  • análise do desempenho de compressores alternativos e parafuso
  • serpentinas e evaporadores
  • condensadores
  • tubulações, válvulas e reservatórios
  • refrigerantes
  • segurança

Esses assuntos são tratados de forma didática, acessível a técnicos e operadores. O livro pode servir de texto em cursos de sistemas frigoríficos ministrados em escolas técnicas de nível médio, universidades e cursos de extensão universitária.

Exemplos numéricos são apresentados, envolvendo aplicações dos mais variados temas. Embora o Sistema Internacional de unidades (SI) receba tratamento preferencial ao longo do texto e nos exemplos de aplicação, tabelas de conversão ao sistema inglês (I-P) de unidades são apresentadas. Tabelas completas de propriedades termodinâmicas e de transporte, acompanhadas de seus respectivos diagramas (pressão - entalpia), de diversos refrigerantes halogenados, inclusive de alternativos aos CFCs, tais como o R-134a e o R-404A, e da amônia, são apresentadas no apêndice, juntamente com cartas psicrométricas à pressão atmosférica normal.

Ver maisVer menos

Depoimentos sobre o livro

Envie seu depoimento

Seja o primeiro a publicar um depoimento sobre o livro!