Sociedade, Cultura, Psicanálise

Renato Mezan

2017 — 1ª edição
Lançamento

R$ 115,00

Disponível em estoque

Sobre o Livro

ISBN: 9788521211167
Páginas: 559
Formato: 13,9 x 20,9 cm
Ano de Publicação: 2017
Peso: 0.599 kg

Conteúdo

Apresentação

 

Parte I: Sociedade

 

Os que não foram heróis: sobre a submissão dos judeus ao terror nazista

Nasrah e seus irmãos: sobre os limites da tolerância

Intolerância: um olhar psicanalítico

Existe um erotismo contemporâneo?

Casamento sem sexo

 

Parte II: Cultura

 

um psicanalista no bosque de clio

o amor romântico no século XXi

Por que lemos romances policiais?

O ponto de fuga: sedução e incesto em Vaghe Stelle dell’Orsa...

“Mudou o Natal, e mudei eu”

Um rabino tolerante

 

Parte III: Psicanálise

 

A inveja

Conrad Stein no Brasil

Prazer de criança: sobre o vínculo entre sublimação e identificação

 

Parte IV: Leituras, diálogos Um analista e seu trabalho

 

Um destino para o ódio: a paranoia

As espirais de Decio Gurfinkel

Lições de ontem para a clínica de hoje

“Conversa de louco”: razão e sensibilidade na prática da psicanálise

Três em um

Redescobrir, refletir, problematizar: a fina botânica de Luiz Meyer

A Gata Borralheira da psicanálise

Maternidade impossível

Márcia e seus fantasmas: relato de uma análise

Silvia Alonso e a clínica do singular

Uma visão binocular de Bion

Nota sobre a origem dos textos

Índice de obras e filmes

 

Índice remissivo

Sinopse

Dois anos após a publicação do livro que lhe valeu o prêmio Jabuti, em 2015, Renato Mezan nos apresenta um novo “filho imaginário”. Fiel às suas raízes, mais uma vez ele coloca a psicanálise em interlocução com diversos campos de saber, articulando-a com temáticas da cultura e da sociedade.

Claras e precisas, as narrativas são ‑uto do diálogo maduro que o autor entretém com essa dimensão da produção ‑eudiana por muito tempo considerada menor.

- Maria Lúcia Valladares

***

Seu método, sempre que o assunto tratado o permita, o leva primeiro a contextualizar o tema historicamente, para só depois se aventurar a sugerir hipóteses de cunho psicanalítico. Gosto disso porque desse modo o livro deixa de ser obra de “especialista”.

- Caterina Koltai

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