Uma Imagem do Mundo

Realidade e imaterialidade

Walter Trinca

2019 — 1ª edição

Livro em Pré-Lançamento

Sobre o Livro

ISBN: 9788521218845
Páginas: 348
Formato: 14 x 21 cm
Ano de Publicação: 2019
Peso: 0.000 kg

Conteúdo

Breve nota da coordenadora da série

Introdução

 

Parte I. Imaterialidade e contextualização
1. A experiência de imaterialidade
2. Modalidades de experiências I
3. Modalidades de experiências II
4. A realidade imaterial

Parte II. Imaterialidade e universalidade
5. Centelhas de imaterialidade
6. Paleolítico Superior: Chauvet e Lascaux
7. Creta e Egito: expressões de vida
8. Grécia: a acrópole
9. Dinastias chinesas: a poesia Tang e a pintura Song
10. Catedrais góticas e Renascimento: a aspiração ao infinito
11. Romantismo: entre as trevas e a luz
12. Impressionismo: Monet e Cézanne
13. Literatura moderna: Hesse e Thoreau
14. Pensamento contemporâneo: Krishnamurti
15. Princípios em comum

Parte III. Imaterialidade e psicanálise
16. A mente: dinâmica dos fatores
17. A expansão de consciência

Parte IV. Imaterialidade e imagem do mundo
18. Um modelo geral
19. Determinantes de uma imagem do mundo I
20. Determinantes de uma imagem do mundo II

Parte V. Imaterialidade e realidade
21. A realidade mais profunda
22. A penetração na realidade

Epílogo
Discussões e conclusões

 

Referências

Sinopse

Walter Trinca lançou-se, há muitos anos, numa viagem apaixonante que parece aproximá-lo, ao longo de seus textos, cada vez mais da experiência da imaterialidade. Uma experiência que se manifesta sob a influência da mobilidade psíquica e num estado de expansão da consciência.

O contato com o ser profundo da pessoa é tão elevado que o espaço mental se vê liberado dos excessos de sensorialidade e da fragilidade que podem perturbar seus mundos interno e externo. Nada, ou quase nada, aprisiona a mente. Predomina a influência do ser interior sobre o self, duas noções caras ao autor e à elaboração de seu modelo de psicanálise compreensiva. Enquanto o ser interior representa o que define a pessoa, o que ela é intrinsecamente, o self é, por natureza, um campo de forças e de conflitos, uma instância composta de várias partes e constituintes. Para apreender a imaterialidade, é preciso depurar as condições mentais e estar aberto à abordagem e à recepção dos fatos.

No contexto da psicanálise, campo de ação privilegiado do autor, a experiência de imaterialidade permite entender melhor o universo mental, sendo a psicanálise um recurso que facilita a emergência do que é natural. Por fim, a imagem do mundo apresentada neste livro é uma imagem que começou a ser construída há milhares de anos e que encontra toda sua força e vigor nas artes em geral. Não a realidade dominada pelas contradições e lutas, puramente sensorial, mas aquela em que o contato da pessoa com o seu ser profundo constitui uma base sólida, aquela que existe do ponto de vista da realidade imaterial.

Pascal Reuillard
Psicólogo e psicoterapeuta de formação francesa

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