Validação de Escore e Análise de Variáveis Indicativas de Drenagem Pleural em Crianças e Adolescentes com Derrame Pleural Parapneumônico

Gláucia de Oliveira Moreira

2009 — 1ª edição

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Sobre o Livro

ISBN: 9788561209421
Páginas: 114
Formato: 17x24 cm
Ano de Publicação: 2009
Peso: 0.250 kg

Conteúdo

1 - INTRODUÇÃO
1.1. Considerações iniciais
1.2. Revisão de Literatura
1.2.1. Aspectos históricos
1.2.2. Epidemiologia
1.2.3. Fisiopatologia do derrame pleural
1.2.4. Agentes etiológicos
1.2.5. Descrição de achados clínicos
1.2.6. Técnicas de imagem
1.2.6.1. Radiograma de tórax
1.2.6.2. Ultra-sonografia torácica
1.2.6.3. Tomografia computadorizada de tórax
1.2.6.4. Ressonância nuclear magnética 
1.2.7. Análise do fluido pleural
1.2.8. Exames laboratoriais séricos
1.2.9. Tratamento
1.3. Justificativa

2 - OBJETIVOS
2.1. Objetivo I
2.2. Objetivo II

3 - CASUÍSTICA E MÉTODOS
3.1. Tipo de estudo e local 
3.3. Critérios de exclusão
3.4. Definição de variáveis dependentes
3.5. Definição de variáveis independentes
3.6. Controle de qualidade e treinamento
3.7. Logística
3.8. Métodos de análise laboratorial
3.9. Tamanho amostral
3.10. Aspectos éticos
3.11. Análise estatística

4 - RESULTADOS DO OBJETIVO I
4.1. Análise descritiva do grupo estudado
4.1.1. Avaliação clínica
4.1.2. Exames complementares
4.1.3. Características da toracocentese e líquido pleural
4.2. Isolamento do agente etiológico 
4.3. Drenagem torácica e variáveis correlacionadas
4.3.1. Aspecto macroscópico e drenagem do líquido pleural
4.3.2. Correlação entre parâmetros bioquímicos e drenagem
4.4. Evolução na internação
4.5. Resultados da análise estatística
4.5.1. Análise do pH pleural e associações 
4.5.2. Glicose pleural e fatores correlatos
4.5.3. DHL pleural e fatores associados
4.5.4. Outras análises pertinentes

5 - RESULTADOS DO OBJETIVO II
5.1. Análise do escore

6 - DISCUSSÃO DOS RESULTADOS
6.1. Discussão dos resultados do objetivo I
6.2. Discussão dos resultados do objetivo II

7 - CONCLUSÕES
7.1. Conclusão do objetivo I
7.2. Conclusão do objetivo II
7.3. Conclusão final e perspectivas futuras

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ANEXOS

Anexo 1.
Protocolo da pesquisa
Anexo 2. Aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa da Unicamp
Anexo 3. Prêmio Bronze de pesquisa em congresso internacional
Anexo 4. Homologação da defesa da tese de mestrado
Anexo 5. ROCurve para o pH e análise do pH em relação ao escore
Anexo 6. ROCurve para a glicose e análise desta em relação ao escore
Anexo 7. ROCurve para a DHL e análise da DHL em relação ao escore
Anexo 8. Correlação de Spearman para leucócitos no DPP
Anexo 9. ROCurve para o escore
Anexo 10. Análise do escore nos grupos considerados como "falha"
Anexo 11. Comprovante escaneado do ERS

10 - CONTEXTUALIZAÇÃO REVISADA
10.1. Estudos em adultos
10.2. Estudos na pediatria
10.3. Sugestão de conduta

Sinopse

A terapêutica no derrame pleural parapneumônico em crianças é um tema controverso, porque na prática as decisões e as manifestações clínicas parecem ser mais complicadas do que são descritas da literatura. Uma parceria entre pediatras e cirurgiões deu origem a um escore indicativo de drenagem torácica. Esta pesquisa objetivou avaliar o uso do escore e o tratamento desta doença em crianças e adolescentes.

Realizou-se um estudo transversal retrospectivo, incluindo 250 pacientes com derrame pleural parapneumônico internados na Enfermaria de Pediatria da FCM/Unicamp, de 1994 a 1999. As variáveis estudadas foram: condições clínicas; radiogramas torácicos; bacteriologia do líquido pleural; escore e tratamento. O escore baseava-se em 4 categorias: a- aspecto macroscópico do fluido pleural; b- radiograma de tórax; c- laboratório; d- segunda toracocentese. Se somasse valor ≥ 5,5, drenagem era recomendada.

As crianças internadas com pneumonia eram 941, das quais 32,2% (304) apresentavam DPP; 58,4% eram do sexo masculino com média de idade de 3 anos (mediana de 2 anos). Os valores de corte obtidos à ROCurve para sugerir drenagem pleural foram: pH ≤ 7,29 (sensibilidade de 89,2% e especificidade de 76,5%), escore ≥ 5,0 (sensibilidade de 64,3% e especificidade de 78,1%) e glicose ≤ 45% (sensibilidade de 68,7% e especificidade de 81,7%); sendo que tanto estes valores, quanto os relatados na literatura (pH≤7,0; glicose ≤ 40), relacionaram-se à necessidade de drenagem (p0,001). A DHL não se mostrou bom padrão para indicar drenagem.

Concluiu-se que além do aspecto purulento, o pH ≤ 7,29 é o melhor preditor de drenagem em pacientes pediátricos, o escore, não se mostrou superior à dosagem isolada do pH, mas por ser o segundo melhor parâmetro (superior à glicose), sugere-se readequar alguns de seus itens para uso.

Este livro traz, além dos detalhes deste estudo de tese de mestrado, uma revisão bibliográfica recente com sugestão de fluxogramas que auxiliam a tomada de decisões na prática médica diante desta entidade nosológica.

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