Rumos da Linguística Brasileira no Século XXI

Historiografia, Gramática e Ensino

Lucrécio Araújo de Sá Júnior , Marco Antonio Martins

2016 — 1ª edição

Formato: E-book em PDF

Sobre o Livro

ISBN: 9788580391824
Páginas: 311
Formato: E-Book em PDF
Ano de Publicação: 2016

Conteúdo

CAPÍTULO 1 – O PAPEL DA LINGUÍSTICA NA EVOLUÇÃO DOS ESTUDOS GRAMATICAIS NO BRASIL
1.1 INTRODUÇÃO
1.2 ALGUNS MITOS QUE CONSEGUIMOS “NEUTRALIZAR”
1.3 TEORIAS DE MUDANÇA E TEORIAS LINGUÍSTICAS
1.4 O PORTUGUÊS BRASILEIRO FINALMENTE DESVENDADO
1.5 CONSIDERAÇÕES SOBRE O ENSINO DE PORTUGUÊS
REFERÊNCIAS

CAPÍTULO 2 – A HISTÓRIA DA GRAMÁTICA NO BRASIL: DO NORMATIVO AO CIENTÍFICO
2.1 INTRODUÇÃO
2.2 A GRAMÁTICA SECUNDÁRIA: UM CONHECIMENTO NORMATIVO DA LÍNGUA NACIONAL
2.3 A VARIAÇÃO COMO QUESTÃO LINGUÍSTICA NA RELAÇÃO COM A LÍNGUA NACIONAL
2.4 OUTRO MOVIMENTO SOBRE A VARIAÇÃO
2.5 CONCLUSÃO
REFERÊNCIAS

CAPÍTULO 3 – ENTRE A HISTÓRIA E A CIÊNCIA: A CONSTITUIÇÃO DA HISTORIOGRAFIA DA LINGUÍSTICA COMO ÁREA DE PESQUISA E ENSINO NOS ESTUDOS SOBRE A LINGUAGEM
3.1 INTRODUÇÃO
3.2 A HISTORIOGRAFIA DA LINGUÍSTICA: DEFINIÇÕES, PROCEDIMENTOS, FRONTEIRAS E DIÁLOGOS
3.3 A CONTRIBUIÇÃO DE MARIA LEONOR CARVALHÃO BUESCU PARA A HL
3.4 A HL NO BRASIL E OS GRUPOS DE PESQUISA: A INSTITUCIONALIZAÇÃO DA ÁREA
3.5 DOS PROPÓSITOS DE ESTUDAR A HISTÓRIA DOS ESTUDOS DA LINGUAGEM
3.6 CONCLUSÃO
REFERÊNCIAS

CAPÍTULO 4 – VARIAÇÃO FÔNICA E LÉXICO-SEMÂNTICA NO PORTUGUÊS DO BRASIL A PARTIR DE DADOS DO PROJETO ALiB
4.1 INTRODUÇÃO
4.2 VARIAÇÃO FÔNICA NO CORPUS DO PROJETO ALiB
4.3 AFRICATIZAÇÃO DO /T, D/ DEPOIS DE SEMIVOGAL PALATAL
4.3.1 Variação diatópica
4.3.2 Variação diatópico-diageracional
4.3.3 Variação diatópico-diastrática
4.3.4 Variação diatópico-diagenérica
4.4 VARIAÇÕES LÉXICO-SEMÂNTICAS NO CORPUS DO ALIB
4.5 DENOMINAÇÕES PARA ARCO-ÍRIS NAS CAPITAIS BRASILEIRAS
4.5.1 Outras denominações
4.6 DENOMINAÇÕES PARA LIBÉLULA NAS CAPITAIS BRASILEIRAS
4.7 DENOMINAÇÕES PARA BOTECO NAS CAPITAIS BRASILEIRAS
4.8 CONSIDERAÇÕES FINAIS
REFERÊNCIAS

CAPÍTULO 5 – CARACTERIZAÇÃO DE ÁREAS DIALETAIS NO PORTUGUÊS DO BRASIL: ANÁLISE DE DUAS VARIÁVEIS
5.1 INTRODUÇÃO
5.2 AS VOGAIS MÉDIAS EM CONTEXTO PRETÔNICO
5.2.1 Em falares do Sul e do Sudeste
5.2.2 Falares do Centro-Oeste
5.2.3 Falares do Nordeste e do Norte
5.3 OS RÓTICOS
5.3.1 Vibrante versus fricativa
5.3.2 O processo de apagamento
5.3.3 Análise prosódica
5.4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
REFERÊNCIAS

CAPÍTULO 6 – MORFOSSINTAXE E USO DOS PRONOMES PESSOAIS NA SINCRONIA E NA DIACRONIA DO PORTUGUÊS BRASILEIRO
6.1 INTRODUÇÃO
6.2 OS REARRANJOS NO QUADRO PRONOMINAL: A REPRESENTAÇÃO DA SEGUNDA PESSOA NOS SÉCULOS XIX E XX
6.2.1 A entrada de você no quadro da 2 SG na gramática do português brasileiro
6.2.2 A reorganização do quadro pronominal da 2 SG
6.2.3 O que dizem os dados sobre os rearranjos no quadro da 2P na gramática do PB?
6.2.4 Considerações finais
6.3 PRONOMES NULOS E REFERÊNCIA NO PORTUGUÊS AFRO-BRASILEIRO
6.3.1 Apresentação
6.3.2 Sobre os dados
6.3.3 pro no PB e no português afro-brasileiro (PAB)
6.3.4 Sobre concordância e composição de traços
6.3.5 Composicionalidade de traços: pessoa
6.3.5 Algumas palavras finais
6.4 TRAÇO DE CASO E REALIZAÇÃO MORFOLÓGICA NO SISTEMA PRONOMINAL DO PB
6.4.1 Introdução
6.4.2 Quadro téorico
6.4.3 Previsões e evidências
6.5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
REFERÊNCIAS

CAPÍTULO 7 – MUDANÇA SINTÁTICA E A HISTÓRIA DO PORTUGUÊS BRASILEIRO NOS SÉCULOS XIX E XX
7.1 INTRODUÇÃO
7.2 A REPRESENTAÇÃO DO SUJEITO PRONOMINAL DE TERCEIRA PESSOA
7.2.1 Os resultados
7.2.2 Síntese dos resultados sobre a representação do sujeito de terceira pessoa
7.3 O OBJETO NULO
7.3.1 Os resultados
7.3.2 Síntese dos resultados sobre as propriedades do objeto nulo
7.4 ORDEM [DP]V/V[DP] EM DECLARATIVAS
7.4.1 Os resultados
7.4.2 Síntese dos resultados sobre a ordem DP]V/V[DP] em declarativas
7.5 A PRÓCLISE EM CONTEXTOS NEUTROS [XP]V
7.5.1 Os resultados
7.5.2 Síntese dos resultados sobre a colocação dos pronomes pessoais clíticos em contextos [XP]V
7.6 E “A TINTA DO PORTUGUÊS BRASILEIRO” EM AMOSTRAS DO PHPB?
REFERÊNCIAS

CAPÍTULO 8 – O PAPEL DA PSICOLINGUÍSTICA EXPERIMENTAL NO DESENVOLVIMENTO DE MODELOS FORMAL-COGNITIVOS DE LÍNGUA
8.1 CONTEXTO DA DISCUSSÃO
8.2 PSICOLINGUÍSTICA
8.3 GERATIVISMO
8.4 IDENTIDADES E CISÃO
8.5 DIÁLOGOS REABERTOS COM O PROGRAMA MINIMALISTA
8.6 CAMINHOS PARA UMA MAIOR E MELHOR ARTICULAÇÃO
8.7 PARA CONCLUIR
REFERÊNCIAS

CAPÍTULO 9 – MENSAGEIROS E PORTA-VOZES NA TRANSMISSÃO DE ASSUNTOS JURÍDICOS AOS NÃO LETRADOS: UMA PRÁTICA DISCURSIVA HISTÓRICA ENTRE ORALIDADE E ESCRITA
9.1 INTRODUÇÃO
9.2 ESCRITA – ORALIDADE: O CONTINUUM CONCEITUAL
9.3 A SITUAÇÃO COMUNICATIVA ESTENDIDA
9.4 A INSTITUIÇÃO SOCIAL DO MENSAGEIRO (NÚNCIO < LAT.: NUNTIUS)
9.5 A SOCIEDADE DE LETRADOS, ANALFABETOS E SEMICULTOS
9.6 INTIMAR A MENSAGEM
REFERÊNCIAS

CAPÍTULO 10 – ATOS DE FALA TRADICIONAIS: FORMULAICIDADE E REPETIÇÃO NO USO DA LINGUAGEM
10.1 INTRODUÇÃO
10.2 PONDO UM PONTO FINAL…
REFERÊNCIAS

CAPÍTULO 11 – ESTUDOS SOBRE A COLABORAÇÃO E A INTERAÇÃO EM DIFERENTES CONTEXTOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE LÍNGUAS NO AMBIENTE DIGITAL
11.1 INTRODUÇÃO
11.2 TEORIA SOCIOCULTURAL, INTERAÇÃO E COLABORAÇÃO NO ENSINO E APRENDIZAGEM DE LÍNGUAS
11.3 ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS DADOS
11.3.1 Primeiro estudo
11.3.2 Segundo estudo
11.3.3 Terceiro estudo
11.4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
REFERÊNCIAS

CAPÍTULO 12 – DA FORMAÇÃO À PRODUÇÃO ESCRITA NA GRADUAÇÃO
12.1 INTRODUÇÃO
12.2 A HETEROGENEIDADE ENUNCIATIVA: FORMAS DE UTILIZAÇÃO DO DISCURSO DO OUTRO
12.3 A LINGUAGEM COMO TRABALHO LINGUAGEIRO: A FUNCIONALIDADE DE UMA PRODUÇÃO ACADÊMICA
12.4 ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DE UMA GRADUAÇÃO
12.4.1 Das características dos cursos de Letras
12.4.2 Do curso onde selecionamos os trabalhos monográficos
12.4.3 Os trabalhos de conclusão de curso
12.4.4 Das ementas, disciplinas e planos de ensino
12.5 A PÓS-GRADUAÇÃO
12.5.1 A produção escrita: monografias
12.6 OS MOVIMENTOS DE ESCRITA E SEUS EFEITOS DE SENTIDO
12.6 CONSIDERAÇÕES FINAIS
REFERÊNCIAS

CAPÍTULO 13 – PROFESSOR TEM ESTILO?
13.1 O PROBLEMA DA “BOA AULA”
13.2 AUTORIA DA AULA, ESTILO DO PROFESSOR
13.3 O QUE É UM PROFESSOR: DOIS EXEMPLOS
REFERÊNCIAS

CAPÍTULO 14 – HOMO ACADEMICUS E ATITUDES DÓXICAS
14.1 DIREÇÕES
14.2 O CONCEITO DE INTELECTUAL PELO EU ACADÊMICO
14.2.1 Do embaralhamento categorial
14.2.2 Na prática científica: legislador e intérprete
14.2.3 Logocêntrico dogma! e doxa
14.3 GRITO DE ZOMBARIA DO OUTRO
14.3.1 Das atitudes dóxicas ao “o rei está nu”
14.3.2 O Outro interior, ao Eu acadêmico
14.3.3 O Outro exterior, ao Eu acadêmico
14.3.4 Transbordando na ruptura
14.4 PERSPECTIVAS CONCLUSIVAS
REFERÊNCIAS

Sinopse

Este livro é uma contribuição da Associação Brasileira de Linguística (Abralin) para a comunidade acadêmica sobre questões voltadas à historiografia linguística, aos estudos da variação e da mudança linguísticas e da gramática e ao ensino de línguas para a comunidade acadêmica da área de Letras e Linguística e para o grande público em geral que se interessa pelos estudos sobre língua e linguagem. Apresentam-se aqui discussões relevantes em pauta na linguística brasileira neste início do século XXI e que sistematizam importantes resultados de pesquisas e resultados já consolidados e abrem novos rumos dos estudos linguísticos no Brasil.

Ver maisVer menos

Depoimentos sobre o livro

Envie seu depoimento

Seja o primeiro a publicar um depoimento sobre o livro!