Este livro, fruto da longa experiência do autor, é um texto
obrigatório para todos aqueles que se dedicam à avaliação do risco de crédito,
uma vez que:
– Descreve minuciosamente as diferentes etapas para
desenvolver um modelo de credit scoring, desde o planejamento do
modelo até a avaliação de sua eficácia;
– Discute as principais dificuldades de sua implantação;
– Destaca a importância do monitoramento do sistema,
apresentando os principais testes estatísticos para esse fim e sugerindo
relatórios para acompanhamento do desempenho do credit scoring;
– Apresenta diferentes técnicas de machine learning para
calcular o risco de crédito e inclui os respectivos códigos em Python.
A obra pode ser adotada em cursos de análise de crédito,
especialmente aqueles que valorizem a mensuração do risco de crédito como
elemento central para a tomada de decisões.
MSc e PhD em Engenharia de Produção pela Stanford University. Professor de Data Science na Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV EAESP). Foi professor de Estatística no Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo (IME/USP). Desde 1980 atua como consultor em Métodos Quantitativos, no Brasil e no exterior.
Saiba mais
1. FUNDAMENTOS
1.1 Risco de crédito e credit scores
1.2 Por que medir o risco de crédito?
1.3 Aplicações de credit scoring
1.4 Estimando o risco de crédito – ideia básica
1.5 Cálculo dos escores
1.6 Probabilidade e erros de decisão
1.7 Premissa básica em modelos de credit scoring
1.8 Application scoring e behavioral scoring
1.9 Modelos julgamentais e modelos quantitativos
1.9.1 Modelos julgamentais
1.9.2 Modelos quantitativos I – Modelos generalistas
1.9.3 Modelos quantitativos II – Modelos customizados
1.10 Roteiro para o desenvolvimento de um modelo de scoring
1.11 Uma nota de alerta
2. PLANEJAMENTO E DEFINIÇÕES
2.1 Objetivo do estudo
2.2 Análise do tipo de operação a ser considerada
2.3 Definição e segmentação do mercado-alvo
2.4 Definição de bom e mau pagador
2.5 Data de referência, período de performance, período
histórico e safra
2.5.1 Data de referência
2.5.2 Período de performance
2.5.3 Período histórico
2.5.4 Período de concessão e safra
3. IDENTIFICAÇÃO DAS VARIÁVEIS PREVISORAS
3.1 Variáveis discriminadoras potenciais
3.1.1 Tipos de variáveis
3.2 Agrupando informações em intervalos de tempo
3.3 Cuidados na identificação das variáveis potenciais
3.3.1 Definição operacional – uniformidade na interpretação
3.3.2 Confiabilidade das informações
3.3.3 Informações recentes
3.3.4 Disponibilidade ao longo do tempo
3.3.5 Variáveis aceitáveis pelos analistas ou pela empresa
credora
3.3.6 Aspectos éticos e legais
3.4 Quantas variáveis utilizar?
Apêndice 3.1 Informações interessantes no desenvolvimento de
modelos
de credit scoring para pessoas físicas
Apêndice 3.2 Informações interessantes no desenvolvimento de
modelos
de credit scoring para pessoas jurídicas
4. AMOSTRAGEM E COLETA DE DADOS
4.1 Amostragem
4.1.1 Unidade amostral
4.1.2 Mercado-alvo
4.2 Formas de amostragem
4.2.1 Amostragem aleatória simples (AAS)
4.2.2 Amostragem aleatória estratificada
4.2.3 Dimensionamento das amostras
4.3 Amostras de desenvolvimento e teste
4.4 Aquisição dos dados
4.5 Cuidados especiais na coleta de dados
4.6 Dados a serem utilizados no Livro
5. ANÁLISE DOS DADOS
5.1 Introdução
5.2 Análise univariada
5.2.1 Distribuições de frequências
5.2.2 Identificação e tratamento de inconsistências
5.2.3 Identificação e tratamento de outliers (dados
discrepantes)
5.2.4 Identificação e tratamento de valores em branco (missing
values)
5.2.5 “Síndrome de outros”
5.2.6 Problemas com siglas ou abreviações
5.3 Definição de novas variáveis
5.4 Transformações de variáveis
5.4.1 Por que transformar uma variável quantitativa?
5.4.2 Discretização uma variável quantitativa
5.4.3 Como discretizar variáveis quantitativas
5.5 Fusão não estatística de categorias de baixa frequência
5.6 Codificação de variáveis qualitativas
5.7 Concluindo a análise univariada
6. ANÁLISES BIVARIADAS
6.1 Introdução
6.2 Fusão de categorias
6.2.1 Critérios utilizados para fusão de categorias
6.3 Pré-seleção de variáveis (feature selection)
6.3.1 Análise individual das variáveis
6.3.2 Análise conjunta de variáveis preditoras
6.4 Análise de multicolinearidade
6.5 Preparando o arquivo de trabalho (Kimsport6)
7. MODELO ESTATÍSTICO: REGRESSÃO LOGÍSTICA
7.1 Introdução
7.2 Regressão logística
7.3 Cálculo da fórmula de escoragem com regressão logística
7.4 Análise dos sinais da fórmula de escoragem
7.5 Impacto de uma variável sobre pmp
7.6 Correção para amostragem estratificada
7.7 Conclusão
Apêndice 7.1 Seleção de variáveis
8. MODELOS DE MACHINE LEARNING
8.1 Introdução
8.2 Árvores de classificação
8.3 Random Forest
8.3.1 Aplicação de Random Forest ao nosso exemplo (Kimsport)
8.3.2 Importância das variáveis no cálculo dos escores
8.4 XGBoost
8.4.1 Aplicação de Random XGBoost ao nosso exemplo
(Kimsport)
8.4.2 Importância das variáveis no cálculo das
probabilidades
9. ANÁLISE E VALIDAÇÃO DA FÓRMULA DE ESCORAGEM
9.1 Introdução
9.2 Avaliação por analistas de crédito
9.3 Análise visual da distribuição de bons e maus pagadores
por classes
de frequência
9.4 Análise estatística do poder discriminador do modelo
9.4.1 KS: Índice de Kolmogorov-Smirnov (KS)
9.4.2 AUC (AUROC) – Area Under Receiver Operating
Characteristic
9.5 Análise estatística da calibração do modelo
9.6 Calibração do modelo
9.6.1 Ajuste manual
9.6.2 Método de Platt
9.6.3 Regressão isotônica
Apêndice 9.1 Cross validation
10. TOMADA DE DECISÃO: PONTOS DE CORTE E CLASSES DE RISCO
10.1 Escore de crédito (SCR)
10.1.1 Definição de um ponto de corte
10.2 Indicadores de performance baseados em um ponto de
corte
10.2.1 Matriz de classificação
10.2.2 Indicadores de performance
10.3 Dois pontos de corte e região cinza
10.4 Classes de Risco
11. APERFEIÇOANDO O MODELO
11.1 Utilização das informações dos proponentes recusados (reject
inference)
11.1.1 Alternativa 1: Considerar todos os recusados
anteriormente
como maus
11.1.2 Alternativa 2: Extrapolação I (extrapolação simples)
11.1.3 Alternativa 3: Extrapolação II (parceling)
11.1.4 Alternativa 4: Ponderação (ou augmentation)
11.2 Interação de variáveis
11.3 Balanceamento de amostras
11.3.1 Reamostragem
11.3.2 Algoritmos utilizados para contornar o
desbalanceamento
11.3.3 Métricas para comparação dos resultados
11.3.4 Aplicação de balanceamento ao Kimsport modificado
12. IMPLANTAÇÃO DO MODELO
12.1 Introdução
12.2 Filtros de crédito
12.3 Regras para interveniência (overrides)
12.4 Documentação
12.4.1 Diário de bordo
12.5 SADC – Sistema de Apoio à Decisão de Crédito
12.6 Aspectos técnicos da implantação do credit scoring
12.6.1 Detalhamento para a área de informática
12.6.2 Segurança do sistema de cálculo dos escores
12.6.3 Homologação do sistema
12.6.4 Envolvimento de outras áreas
12.7 Educação e treinamento dos usuários
13. GESTÃO E MONITORAMENTO DO MODELO
13.1 Introdução
13.2 Auditoria
13.2.1 Quando realizar as auditorias
13.2.2 Como realizar a auditoria
13.2.3 O que verificar?
13.2.4 Relatório da auditoria
13.3 Monitoramento da estabilidade populacional
13.3.1 Introdução
13.3.2 O que monitorar?
13.3.3 Periodicidade
13.3.4 Distribuições de referência
13.3.5 Amostragem e informações para monitoramento
13.3.6 Análise da estabilidade populacional (Population
Stability
Index)
13.3.7 Análise das distribuições das variáveis
13.3.8 Impacto da alteração da distribuição da variável na
regressão
logística
13.3.9 Análise da instabilidade populacional
13.4 Instabilidade dos escores – Ações de contingência
13.5 Monitoramento do desempenho de um modelo
13.5.1 Introdução
13.5.2 Amostragem para avaliação de desempenho
13.5.3 Indicadores de desempenho – sugestões
13.5.4 Exemplos de relatórios de monitoramento
13.6 Matriz de migração
13.6.1 Análise da matriz de migração