Correndo o risco da topologia e da poesia

Expandir a psicanálise

selo: Blucher | 2025 - 1ª edição | coleção: Dor e existência

R$ 165,00

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Sinopse

Lacan correu o risco da topologia desde o início. A partir de 1953, basta ver seus Escritos em que ele relaciona a estrutura da fala ao toro. Sem correr esse risco, ele não teria conseguido inventar nem o objeto a nem o real borromeano. Ele também correu o risco da poesia. Desde 1933, ao publicar “Hiatus irrationalis”, soneto diretamente inspirado por sua leitura da tese que Koyré acabara de lhe dedicar, da mística de Jacob Böehme, e na qual flui a torrente do gozo feminino.

Para que serve a topologia borromeana? Serve para cingir o furo, o verdadeiro, seus pontos de entrave e rangidos (portanto, de gozo). Esse verdadeiro furo da estrutura é o que a poesia tenta não voltar a tapar. “A poesia não mais se impõe, ela se expõe”, escreve Paul Celan. A psicanálise também.

Extrair algumas consequências clínicas e estruturais dessa escrita do real borromeano que Lacan inventou é o que tenta fazer este livro, que reúne uma seleção de trabalhos e apresentações do autor nestes últimos dez anos.

 

Michel Bousseyroux

Excerto adaptado do Preâmbulo

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Prefácios de Albert Nguyên (edição francesa) e Conrado Ramos (edição brasileira)

Michel Bousseyroux

Psiquiatra e psicanalista em Toulouse (França). Fez sua análise com Jacques Lacan. É Analista Membro de Escola (AME) da Escola de Psicanálise dos Fóruns do Campo Lacaniano e de sua Internacional (Internacional dos Fóruns). Leciona no Collège de Clinique Psychanalytique du Sud-Ouest da França e criou, bem como dirigiu, a Revista de Psicanálise L’En-Je Lacanien. 

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Sumário

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Detalhes do livro

  • Tipo:  Livro Impresso
  • ISBN:  9788521224730
  • Acabamento:  Brochura
  • Total de Páginas:  448 páginas
  • Coleção:  Dor e existência
  • Ano da Edição:  2025
  • Peso:  0,553 kg